
http://www.youtube.com/watch?v=1yk79TDViTc&feature=related
"Se somos seres espirituais percorrendo um caminho humano, e não seres humanos que podem estar a transitar por um caminho espiritual, (...) então a vida não é só uma jornada, mas também uma peregrinação ou busca." Jean Shinoda Bolen

Sanat Kumari
Canalizado por: Ramaathis-Mam
15 de Janeiro de 2009
A partir de agora a Terra e os seus habitantes começarão a sentir gradualmente a pressão dos efeitos vibratórios nos seus corpos. O relógio cósmico evolutivo da sua galáxia está expandindo a sua influência aos sistemas solares periféricos, como o seu, para gerar um realinhamento vibratório nas suas estruturas electromagnéticas. Estão em processo de transição, e isto implica que os efeitos se irão aguçar a nível geofísico, electromagnético, psicológico, emocional e fisiológico. Os vossos corpos inferiores irão sentir cada vez mais a pressão da frequência vibratória pentadimensional que se está instalando na Terra. Os conflitos políticos, sociais e económicos que agora estão sofrendo vão agudizar-se, com a finalidade de produzir uma catarse colectiva de transformação.
As mudanças, ainda que possam parecer dramáticas, têm uma finalidade terapêutica evolutiva que vos ajudará a reflectir e a tomar decisões importantes na vossa vida. Existe um factor de base de extrema relevância, é aqui que os conflitos actuais que acontecem no vosso planeta têm uma dupla implicação: uma percentagem tem sido gerada por vós e a outra parte está relacionada com o ciclo evolutivo que foi programado para impulsionar a evolução.
Devem estar conscientes de que esses processos sempre são produzidos no vosso planeta, por ser uma escola de reciclagem evolutiva, e os formatos educativos utilizados são os mais adequados para vos ajudar a sensibilizarem-se e a sintonizarem-se com a faceta espiritual da vida e da evolução. Se analisarem a história da evolução da humanidade no vosso planeta, descobrirão que a opinião dominante tem sido a decadência dos princípios espirituais que geraram dinâmicas destrutivas. Quando o ser humano se esquece da sua identidade espiritual e se desconecta do fluxo cósmico da evolução, a desintegração vai-se gerando, de forma natural. Esta é uma dinâmica que o universo utiliza para regenerar-se e harmonizar-se.
Todo o cenário evolutivo tem um objectivo de crescimento espiritual, e quando as pessoas o desconhecem, desenvolvem resistência e transgridem as suas leis, aí o universo tem que utilizar mecanismos de equilíbrio. A base e o intuito do processo evolutivo é que descubram a vossa identidade espiritual e que actuem a partir desta compreensão, gerando um vínculo de colaboração com a Fonte Divina. Vocês estão na Terra para descobrirem o que realmente são e esqueceram. A vossa viagem no tempo é um recurso que o vosso Ser Essencial utiliza para libertar os lastros evolutivos que retardam e bloqueiam o vosso crescimento espiritual.
Como sabem, o vosso sistema solar está cruzando os segmentos do cinturão antimagnético da galáxia, e os efeitos radioactivos e vibratórios irão intensificar-se nos próximos anos. Isto implica uma aceleração dos processos, que como repulsão, contribuirá para depurar os aspectos discordantes da vossa vida. Ainda que as circunstâncias possam alcançar matizes trágicas, a finalidade é gerar uma nova visão da vida. Emboea lamentem a situação actual, poucos estão dispostos a admitir que são responsáveis por isso. A metamorfose evolutiva é a chave da evolução e é um sinónimo de perseverança, autodisciplina e alerta constante para integrar os paradigmas aquarianos que geram comunicação fraterna e solidária, respeito mútuo e colaboração desinteressada para construir novas bases sociais fundamentadas nos valores espirituais.
Continua em:

Agora, reparem nos sectores onde a mulher não penetrou – militar, religioso, económico/alta finança – e vejam o caos e a ameaça…
A ilustrar, clique sobre a imagem e veja um vídeo esclarecedor e divertido sobre o modo pomposo e predador como o patriarcado tem, bem sozinho, gerido o sector de que mais se fala actualmente…

Apesar de ser para 15, Adélia passou para 7 blogs apenas. São eles:
- Reiki Sahashara
- Alguém na Multidão
-Sintonia da Comunicação
- De vez em quando venho aqui
- Vida de um Professor
- Transmimentos de PensAções
- Saberdesi
Quanto a mim, seleccionei 6. A razão é ter tão pouco tempo para bloguear e não achar que apenas estes valem a pena...
São eles:
MULHERES & DEUSAS
MATERMUNDI
SAGRADO-FEMININO
SEMENTEPEREGRINA
CRIANÇAPAGA
SINDROMEDEESTOCOLMO

Assim falava S. Paulo aos Efésios (5, 22-24). E assim durante séculos a Igreja falou. O Direito Civil também. E muitos continuam a falar. E outros a pensarem, certamente.
O Tribunal Constitucional da África do Sul, num notável acórdão relatado por um não menos notável juiz-conselheiro, Albie Sachs, decidiu em Dezembro de 2005 (…) que a lei sul-africana que definia o casamento como um contrato entre pessoas de sexo diferente era incompatível com a proibição constitucional de discriminação por orientação sexual. Deu ao Parlamento o prazo de um ano para alterar a lei, findo o qual esta passaria a ser lida, se o Parlamento não reagisse, como incluindo pessoas do mesmo sexo.

A habitualmente indiscutida complementaridade dos sexos feminino e masculino esconde mal uma diferenciação vertical, de primazia… e de autoridade. O casamento foi, até hoje, se excluirmos a prática da escravatura, a forma mais perfeita de domesticação e subordinação das mulheres. Qualquer que seja a variação histórica dos casamentos e das famílias – e é muito grande, evidentemente, daí a necessidade do uso do plural – o continuum do casamento é confundido (quimicamente falando) com a homofobia, a hierarquia de género. A sua abertura a pessoas do mesmo sexo – porventura possibilitando a reprodução de esquemas e estruturas hierárquicas, o que leva alguns a rejeitá-lo como alternativa de vida – também questiona essa “natural” desigualdade. Por isso ela é vista como subversiva, como o casamento entre pessoas de raça diferente o foi durante muito tempo: antinatural, contra os desígnios de Deus, que de outra forma não teria separado (diferenciado), como separou, os continentes… e os sexos.
(…)
Teresa Pizarro Beleza, Professora da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, in Público, 2 de Março 2009
“Há, precisamente nessa incomensurável vastidão do espaço sideral, certas regiões enigmáticas que já começam a despertar a atenção dos astrónomos e principalmente dos físicos de vanguarda. Notadamente pelas suas inusitadas características que de maneira muito provável os constituam como verdadeiros "Stargates", ou portais que permitem cruzar os desconhecidos meandros do tempo e do próprio espaço..... E por onde muito mais possivelmente se locomovam os misteriosos UFOs, encurtando assim as enormes distâncias do Universo! Na foto acima você vê um desses supostos portais, baptizado pelos astrónomos como "O Olho de Deus". No seu negativo, à direita, podemos observar, bem ao centro, o seu núcleo, ou quem sabe uma espécie de túnel! Cientificamente, podemos dizer que "Stargates" são portais que conduzem de uma dimensão para outra - alinhamentos de uma poderosa energia interdimensional etérica situados entre dois pontos do espaço interestelar, os quais permitem que as suas altas energias vibracionais favoreçam não só cruzar as longas distâncias do espaço sideral, como também as enigmáticas nuances do "continuum espaço-tempo".”
Diante de uma doença terminal uma mulher questiona-se sobre como vivenciou o seu feminino...
PERGUNTA-SE o que falhou na sua vida. Ela tem a intuição - e no livro fala nisso - se o facto de ter manifestado mais o seu lado masculino, razão, acção e voluntarismo, negando em parte o seu lado feminino, ou semelhança com as mulheres padrão da sua sociedade, terá ISSO contribuído para a sua doença?...
O livro em questão, Graça e Coragem, é o relato por seu marido da evolução da doença e como tudo fizeram para impedir o desfecho da sua morte...
DIZ ELA:
A espiritualidade feminina parece diferente da masculina. Menos orientada para objectivos. Pode alterar a noção do que é iluminação. Mais vasta e abrangente; mais uma vez amorfa.
A espiritualidade feminina é difícil de ver, difícil de definir. Quais são os estádios, os passos, o treino? Será que fazer croché ou malha é tão bom como a meditação para treinar a atenção e serenar a mente?
Um contínuo, com o desenvolvimento espiritual masculino num dos extremos o feminino. O masculino já foi definido, o feminino não. Montes de variações entre os extremos. Será que existem caminhos paralelos mas diferentes/separados, à
(…)
As mulheres que alcançaram a iluminação – conseguiram-no seguindo vias ou modelos tradicionais masculinos? Conseguiram-nos seguindo o seu próprio caminho? Como é que o encontraram? Por que tipo de conflitos, dúvidas sobre si próprias, etc., passaram para encontrarem o seu próprio caminho?
(…)
A “Deusa é uma descida, Deus é mais uma ascensão. Ambos necessários, ambos importantes. Mas há muito pouco trabalho feito sobre a descida da Deusa. Algumas excepções: Aurobindo, tantra…
(…)
Treya
In Graça e Coragem de
KEN WILLBER
Publicada por Mulheres & Deusas
No entanto a crise monetária internacional pode ter consequências radicais que só começam a emergir a partir de Maio de 2009. Em 1998 descrevemos esta crise Qualquer plano para recuperar a economia é, nesta etapa, um artifício para ganhar tempo. Esta crise foi criada em gabinetes secretos para forçar as nações do mundo a aceitarem regimes paratotalitários com base no medo e na insegurança e não será por medidas económicas que pode ser evitada, pois está desenhada para eclodir, com ou sem planos de financeiros de emergência.
A crise é artificial mas tem um imenso poder.
E tem poder porque a Humanidade adormeceu e se fixou em símbolos de valor que são insuficientes para representar O Homem. A nossa moeda é uma moeda-número e não uma moeda-trabalho ou uma moeda-inteligência ou uma moeda-sensibilidade, representa um valor quantitativo divorciado da qualidade do homem.
O poder deste tipo de instabilidade para gerar pânico só é possível na medida em que as pessoas perderam amplitude em relação aos símbolos de valor. As agências obscuras que despoletaram esta crise fazem-no na certeza de que o valor é representado por quantidade-dinheiro e não por qualidade-dinheiro. E sem um símbolo de valor, consensual, uma sociedade desagrega-se rapidamente. E a crise significa que chegou o momento da Humanidade, começando pelos que detêm o poder politico, financeiro e executivo, compreender que os nossos símbolos de valor - entre eles o dinheiro - servem para criar a sequência Desenvolvimento» Sustentabilidade» Saciabilidade» Identidade» Liberdade» pesquisa e não para funcionarem como uma droga irresponsável que mantém o planeta em transe.
Desta crise pode emergir uma moeda-qualidade, uma forma de dinheiro desconhecida, que depende directamente da qualidade psíquica da vida para ter qualquer valor. Esse é o cenário futuro positivo. Uma nova moeda baseada no Ser. Se assim não for creio que teremos rapidamente que recuperar a nossa relação rural com a vida e com a Natureza. Isto implica que o momento do reencontro e reunião, daqueles que estão interiormente em contacto com o plano para a iluminação da Terra, nas áreas de protecção às quais se sentem ligados está a aproximar-se.
Até 2010 cada individuo deverá estar já económica e psicologicamente estabilizado e centrado na sua tarefa e na zona rural - ou urbana se for o caso - para a qual foi chamado desde há anos. Este é o momento de grandes decisões e da definição das nossas prioridades. É o poder espiritual e autenticamente humano destes indivíduos, unidos, trabalhando dentro do que se pode chamar união em liberdade e cooperação em independência, que pode dissolver os campos obscuros da psicotrónica do governo-sombra e do baixo magnetismo da atmosfera psíquica colectiva e acender faróis de esperança, criatividade e vida nos pontos centrais do actual drama terrestre. Este texto não é um convite a fazer as malas, abandonar a cidade e alienar-se das responsabilidades e oportunidades da actual civilização, mas um sinal para que nos preparemos para criar uma rede de áreas naturais prontas para sustentar a população em caso de crise aguda.

Uma imagem de John Gebhardt no Iraque
"Esta é uma dura história de guerra, porém toca-nos o coração...
A esposa de John GebHARDT, Mindy, diz que toda a família desta criança foi executada. Os executantes pretendiam também matá-la e ainda a atingiram na cabeça...mas não conseguiram. Ela foi tratada no Hospital de John, está a recuperar, mas ainda chora e geme muito. As enfermeiras dizem que John é o único que consegue acalmá-la. Assim, ele passou as últimas 4 noites segurando-a ao colo na cadeira, enquanto ambos dormiam. A menina tem vindo a recuperar gradualmente.
Eles tornaram-se verdadeiras "estrelas" da guerra. John representa o que o mundo ocidental gostaria de fazer.
Isto, meus amigos, vale a pena partilhar com o Mundo inteiro.Vamos a isso !
Vocês nunca vêem notícias destas na TV ou nos media em geral.
Se vos tocou, dêem a conhecer. Todos precisamos de ver que (também) existem estas realidades em que pessoas como John marcam a diferença, mesmo que seja só com uma pequena menina como esta.
Não podemos orientar o vento, mas podemos ajustar a nossa vela...
Bem hajam!"
“Actualmente, já só os padres e os homossexuais é que querem casar-se…“Não o dizemos, claro, e temos muitas relações que não são casamentos, mas no íntimo suspiramos pelo casamento e na nossa sociedade o “casamento” é a norma de relacionamento. Em face do poder do casamento na nossa cultura, se se quer ser amado, existem quatro opções:
1. Estar casado.
2. Estar à espera de casar.
3. Ser uma pessoa que passou pelo divórcio e espera voltar a casar-se.
4. Ou, Deus nos livre, ser uma pessoa solteira que nunca sequer foi abençoada com a oportunidade de casar-se.
Não é socialmente aceitável não querer “casar” ou não “ter uma relação”. Isso deve-se ao facto de a ânsia pelo casamento estar tão profundamente entranhada no nosso subconsciente colectivo que constitui uma das nossas motivações pessoais mais poderosas. É a forma como tanto nos inspiramos como nos castigamos. Inspiramo-nos porque a ideia do casamento nos traz alegria e castigamo-nos por “falharmos” tão frequentemente no casamento: nunca encontramos o parceiro adequado; se encontramos, parece que não conseguimos que os casamentos perdurem; ou, sendo homossexuais, mantemo-nos perpetuamente fora do reduto do casamento convencional.
Todas as nossas relações íntimas são medidas pelo modelo do casamento. Vemo-lo como a união que desejamos; a união sagrada dos amantes; a relação documentada e a forma de relação que
nos proporciona maior conforto e nos oferece mais amor. É por isso que mesmo depois das comunas, do amor livre e da libertação da mulher, o casamento passa por um ressurgimento. E é também por isso que as pessoas que são excluídas – os homossexuais que querem casar, por exemplo – também querem tomar parte, e muitos heterossexuais se sentem ameaçados pela ideia dele ser usurpado.
Para criar estabilidade social, há uma exigência não declarada, uma espécie de atmosfera no ar que diz às pessoas casadas para continuarem casadas, para se comportarem, (…), para não fazerem nada de disruptivo, como optar por viver numa comuna, (…) ou decidir não pagar impostos.
Mas porque essa exigência não declarada é função da nossa consciência social e não da nossa consciência pessoal, as pessoas casadas são levadas a guiar-se por valores exteriores e a participar numa consciência genérica em vez de numa consciência individual ou visionária. Em vez de mergulharmos no mais profundo do nosso íntimo onde poderíamos encontrar a sabedoria dos nossos corações (e talvez deparar-nos com soluções sociais espantosas ou formas de relacionamentos invulgares) tornamo-nos como as ovelhas que vão andando com o rebanho.
A verdade é que o casamento – como relação – foi apropriado pela sociedade e, servindo a sociedade, com frequência sufoca a alma individual.
O dever, a responsabilidade e a convenção social, se bem que importantes, muitas vezes afastam-nos da nossa ligação natural mais profunda uns com os outros – a nossa ligação sentida – e assim, ao tentar servir o todo, podemos trair-nos ou abandonar-nos a nós próp
rios. Em vez de procurarmos nos nossos corações, mentes e consciências as formas adequadas para as nossas relações, permitimos que os casamentos se tornem versões diluídas dos valores da sociedade em vez de uniões emocionais vibrantes que nutrem as pessoas que os partilham.
As nossas convicções sociais quanto ao casamento ainda se encontram profundamente entranhadas, mas à medida que se tornam aparentes as mudanças que atravessamos, começam a perder o seu poder. E, na verdade, para nos desenvolvermos como personalidades e almas, têm de perder o poder.”
O Futuro do Amor, Daphne Rose Kingma, Sinais de Fogo
Imagens: Google
Flutuando entre MundosManipulações invisíveis
Jogos de culpa, quais sugestões pós-hipnóticas subliminares
Raciocínios de Maquiavel e astúcia sibilina
Insinuações transparentes no éter, mas molhadas, que as pessoas jogam umas com, e contra as outras, sem as mãos.
Tudo isto encoberto por uma enorme camada de medo e de milhões de acordos tácitos assinados por todos os cobardes ao longo dos tempos; a sensibilidade de um artista pode toldar-lhe a fama mas não deve toldar-lhe a clareza da visão. Ser fiel a si próprio é um desafio extraordinário num mundo de acordos implícitos, em que toda a gente anuiu em manipular-se subtilmente, sendo que todos o fazem, todos o sentem, todos o reconhecem e ninguém fala nisso. São uma espécie de sub-texto das interacções entre as pessoas. O recriminar subtil e discreto das sobrancelhas que se arqueiam perante o atraso de quarenta minutos do outro, enquanto os lábios são obrigados a repetir mecanica e contrariadamente enquanto os cantos da boca se retorcem “não faz mal nenhum teres-te atrasado” é tão ou mais violento do que uma reprimenda, directa e descarregada. Mas ninguém ousa expressar emoções de vida. Aguenta-se. Carrega-se. Suporta-se. Tolera-se. Aguenta-se. Aguenta-se. E disfarça-se.
Não nos atrevemos a expressar vida ou sentimentos, honrando a Coragem que exige sermos fiéis a nós próprios, porque corremos o risco de assustar os outros, afastá-los, levá-los a abandonarem-nos. Se queremos ser carrascos de nós próprios, acredita a parte mais impotente de nós, votemo-nos à rejeição, ao abandono pelos outros, e quebremos aquele que de todos os mandamentos humanos é a mais perversa de todas as leis: não deverás ser quem és, ou o Pai abandonar-te-á e levará com ele a Mãe. Primeiro perderás a força, estímulo e o entusiasmo, seguidamente o apoio e a matéria definhará para sempre debaixo dos teus sovacos. Vais morrer.
É verdade que em bebés, o abandono é a garantia da morte. Como adultos, no entanto, ser-se abandonado significa somente ser deixado a sós com a sua própria manipulação e a frustração da sua própria impotência. Sozinhos com nós próprios, o resultado final do ciclo anterior e o motor inevitável da próxima fuga para a frente: o paradigma do que é intolerável numa era de transição da manipulação emocional inconsciente para o apelo da Liberdade enquanto mais e mais irmãos de jornada despertam para a realidade da Alma.
Continua aqui
Alinhamento Aquariano de 14/fev/2009 No alvorecer do dia 14/fevereiro, o Cosmos realmente vai personificar este perfeito alinhamento que irá apoiar nossa manifestação coletiva de Amor e PAZ, no alvorecer da Era de Aquarius.
Veja mapa astral do dia 14/fev que revela uma incrível concentração de influências cósmicas combinando com as energias de Aquarius na décima segunda casa.
Participe deste grande MOMENTUM e CO-CRIE SUA NOVA REALIDADE E SUA NOVA VIDA NA MÃE TERRA AGORA ...
De qualquer forma, considere o horário que for adequado para você, você pode optar por alinhar às 7.25am (UT) ou às 7h25 do seu próprio horário local, com energização de uma onda de intenção que irá circundar a Terra.
Após ter procurado mais de mil anos, não posso encontrar nenhum outro alinhamento no passado deste incrível significado. Mas, surpreendentemente, em um momento no tempo quase cinquenta anos atrás, vozes coletivas de nossos antepassados parecem ter percebido essa voz da energia cósmica das sementes na próxima Idade humana e do nascimento da Era de Aquário. Em 1962, ao mesmo tempo e no mesmo dia, como em 2009, Júpiter e Marte estavam em Aquário na décima segunda casa, e a Lua na sétima casa. Mas então a incrível concentração de planetas que deveriam energizar o alinhamento, como em 2009, estava faltando.
O que isto significa é que já em 1962 era o chamado silencioso do nódulo sul para o norte, que agora alinha com Júpiter e Marte.
O nódulo sul representa aquilo que trazemos a partir do passado. Então, em 1962, o potencial para nós era o nascimento da Idade do Aquário que veio através da nossa memória coletiva, mas só agora somos capazes de manifestar plenamente sua finalidade maior. Em 1962 realizou-se essencialmente uma ação coletiva de "inspirar", de começar a criar a possibilidade, e agora com o apoio do alinhamento cósmico Aquariano de 14 fevereiro 2009, somos capazes de "expirar", de fazer com que isso aconteça.
E em vez do Nódulo do Norte (maior efeito) estar alinhado com Júpiter e Marte, como o é em 2009, estava na oposição.
( PAX NEWS )

When the Moon is in the seventh house
S.O.S. 1995
dorminhoco.
Não a desperdices em motins.
Não a embaraces em ideias.
O Diabo não me deixa falar,
só me deixará insinuar
que és um escravo,
a tua tristeza uma política deliberada
daqueles sob cujo domínio tu sofres,
e que se sustentam
do teu infortúnio.
As atrocidades ali,
a paralisia interior aqui –
satisfeito com a melhor oferta?
Estás manietado.
Andas a ser criado para a dor.
O Diabo ata-me a língua.
Estou a falar contigo,
“amigo da minha vida rabiscada.”
Foste conquistado pelos que
sabem conquistar invisivelmente.
As cortinas mexem-se tão graciosamente,
cortinas de renda de uma
velha e doce intriga:
O Diabo a tentar-me
para que abdique de te assustar.
Por isso devo dizê-lo rapidamente:
quem quer que esteja na tua vida,
aqueles que te magoam,
aqueles que te ajudam:
aqueles que conheces –
desenrasca-os,
ajuda-os a desenrascarem-se.
Reconhece a rasca.
Estás a ouvir a Rádio Resistência.
Imagem: Google
