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http://www.comunidade-espiritual.com/blog.php?sub_section=view&id=11579
"Se somos seres espirituais percorrendo um caminho humano, e não seres humanos que podem estar a transitar por um caminho espiritual, (...) então a vida não é só uma jornada, mas também uma peregrinação ou busca." Jean Shinoda Bolen
Flutuando entre MundosManipulações invisíveis
Jogos de culpa, quais sugestões pós-hipnóticas subliminares
Raciocínios de Maquiavel e astúcia sibilina
Insinuações transparentes no éter, mas molhadas, que as pessoas jogam umas com, e contra as outras, sem as mãos.
Tudo isto encoberto por uma enorme camada de medo e de milhões de acordos tácitos assinados por todos os cobardes ao longo dos tempos; a sensibilidade de um artista pode toldar-lhe a fama mas não deve toldar-lhe a clareza da visão. Ser fiel a si próprio é um desafio extraordinário num mundo de acordos implícitos, em que toda a gente anuiu em manipular-se subtilmente, sendo que todos o fazem, todos o sentem, todos o reconhecem e ninguém fala nisso. São uma espécie de sub-texto das interacções entre as pessoas. O recriminar subtil e discreto das sobrancelhas que se arqueiam perante o atraso de quarenta minutos do outro, enquanto os lábios são obrigados a repetir mecanica e contrariadamente enquanto os cantos da boca se retorcem “não faz mal nenhum teres-te atrasado” é tão ou mais violento do que uma reprimenda, directa e descarregada. Mas ninguém ousa expressar emoções de vida. Aguenta-se. Carrega-se. Suporta-se. Tolera-se. Aguenta-se. Aguenta-se. E disfarça-se.
Não nos atrevemos a expressar vida ou sentimentos, honrando a Coragem que exige sermos fiéis a nós próprios, porque corremos o risco de assustar os outros, afastá-los, levá-los a abandonarem-nos. Se queremos ser carrascos de nós próprios, acredita a parte mais impotente de nós, votemo-nos à rejeição, ao abandono pelos outros, e quebremos aquele que de todos os mandamentos humanos é a mais perversa de todas as leis: não deverás ser quem és, ou o Pai abandonar-te-á e levará com ele a Mãe. Primeiro perderás a força, estímulo e o entusiasmo, seguidamente o apoio e a matéria definhará para sempre debaixo dos teus sovacos. Vais morrer.
É verdade que em bebés, o abandono é a garantia da morte. Como adultos, no entanto, ser-se abandonado significa somente ser deixado a sós com a sua própria manipulação e a frustração da sua própria impotência. Sozinhos com nós próprios, o resultado final do ciclo anterior e o motor inevitável da próxima fuga para a frente: o paradigma do que é intolerável numa era de transição da manipulação emocional inconsciente para o apelo da Liberdade enquanto mais e mais irmãos de jornada despertam para a realidade da Alma.
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Alinhamento Aquariano de 14/fev/2009 No alvorecer do dia 14/fevereiro, o Cosmos realmente vai personificar este perfeito alinhamento que irá apoiar nossa manifestação coletiva de Amor e PAZ, no alvorecer da Era de Aquarius.
Veja mapa astral do dia 14/fev que revela uma incrível concentração de influências cósmicas combinando com as energias de Aquarius na décima segunda casa.
Participe deste grande MOMENTUM e CO-CRIE SUA NOVA REALIDADE E SUA NOVA VIDA NA MÃE TERRA AGORA ...
De qualquer forma, considere o horário que for adequado para você, você pode optar por alinhar às 7.25am (UT) ou às 7h25 do seu próprio horário local, com energização de uma onda de intenção que irá circundar a Terra.
Após ter procurado mais de mil anos, não posso encontrar nenhum outro alinhamento no passado deste incrível significado. Mas, surpreendentemente, em um momento no tempo quase cinquenta anos atrás, vozes coletivas de nossos antepassados parecem ter percebido essa voz da energia cósmica das sementes na próxima Idade humana e do nascimento da Era de Aquário. Em 1962, ao mesmo tempo e no mesmo dia, como em 2009, Júpiter e Marte estavam em Aquário na décima segunda casa, e a Lua na sétima casa. Mas então a incrível concentração de planetas que deveriam energizar o alinhamento, como em 2009, estava faltando.
O que isto significa é que já em 1962 era o chamado silencioso do nódulo sul para o norte, que agora alinha com Júpiter e Marte.
O nódulo sul representa aquilo que trazemos a partir do passado. Então, em 1962, o potencial para nós era o nascimento da Idade do Aquário que veio através da nossa memória coletiva, mas só agora somos capazes de manifestar plenamente sua finalidade maior. Em 1962 realizou-se essencialmente uma ação coletiva de "inspirar", de começar a criar a possibilidade, e agora com o apoio do alinhamento cósmico Aquariano de 14 fevereiro 2009, somos capazes de "expirar", de fazer com que isso aconteça.
E em vez do Nódulo do Norte (maior efeito) estar alinhado com Júpiter e Marte, como o é em 2009, estava na oposição.
( PAX NEWS )

When the Moon is in the seventh house
S.O.S. 1995
dorminhoco.
Não a desperdices em motins.
Não a embaraces em ideias.
O Diabo não me deixa falar,
só me deixará insinuar
que és um escravo,
a tua tristeza uma política deliberada
daqueles sob cujo domínio tu sofres,
e que se sustentam
do teu infortúnio.
As atrocidades ali,
a paralisia interior aqui –
satisfeito com a melhor oferta?
Estás manietado.
Andas a ser criado para a dor.
O Diabo ata-me a língua.
Estou a falar contigo,
“amigo da minha vida rabiscada.”
Foste conquistado pelos que
sabem conquistar invisivelmente.
As cortinas mexem-se tão graciosamente,
cortinas de renda de uma
velha e doce intriga:
O Diabo a tentar-me
para que abdique de te assustar.
Por isso devo dizê-lo rapidamente:
quem quer que esteja na tua vida,
aqueles que te magoam,
aqueles que te ajudam:
aqueles que conheces –
desenrasca-os,
ajuda-os a desenrascarem-se.
Reconhece a rasca.
Estás a ouvir a Rádio Resistência.
Imagem: Google

"As Culturas Recentes vêem-se como dominadoras, conquistadoras. Não vivem apenas na sua própria área, sustentando-se a si próprias e defendendo-se de invasões; procuram opositores (animais ou humanos) e capturam-nos, escravizam-nos ou erradicam-nos. A sua agricultura procura retirar do solo toda a nutrição possível, mesmo que o deixe morto. Ocultam coisas umas das outras e têm polícia e exércitos para ajudar os que têm fortuna a mantê-la intacta. Estas ideias encontram-se reflectidas nos escritos dos pensadores fundamentais e determinantes da nossa cultura. Aristóteles definiu a visão clássica grega no seu ensaio intitulado “Política”: “As plantas existem por causa dos animais, e as bestas selvagens por causa do Homem – os animais domésticos para seu uso e alimentação, e os selvagens (a maior parte, pelo menos) para alime
ntação e outros acessórios tais como ferramentas e vestuário.”
A perspectiva romana foi bem resumida por Cícero, que escreveu: “Somos os donos absolutos do que a terra produz. As montanhas e planícies são para nossa fruição. Os rios pertencem-nos. Deitamos à terra as sementes e plantamos as árvores. Fertilizamos o solo. Barramos, orientamos e mudamos o curso dos rios; em suma, pelas nossas mãos e várias operações neste mundo, fazemos o mundo como se fosse uma natureza diferente.”
No início do século XVII, Francis Bacon tornou-o explícito no Novum Organum ao escrever: “Venho em verdade conduzir até vós a Natureza e todos os seus filhos para os colocar ao vosso serviço e torná-la vossa escrava.”
No século XIX, Karl Marx escreveu que o objectivo do socialismo é “regular racionalmente o seu (da Humanidade) intercâmbio material com a Natureza e colocá-la sob o seu controlo comum (…)”. Engels referiu-se aos humanos como “os verdadeiros donos da Natureza”.

"As egípcias conheceram um mundo em que a mulher não era nem adversária, nem serva do homem. O segredo de viverem a plenitude como esposas, mães, trabalhadoras, ou como iniciadas nos mistérios do templo, sem renunciar a sua identidade em favor do homem, reside na forte presença das Deusas, que lhes davam um modelo claro de comportamento para todas as mulheres.
“Sei muito pouco sobre as mulheres, mas isso é um lugar-comum. Teoricamente, teria obrigação de saber mais porque nasci numa família de mulheres: a minha mãe e três irmãs mais velhas. O meu pai faleceu quando eu tinha seis anos, tenho umas memórias muito longínquas dele. Meio a brincar, digo que tive quatro mães. Há uma questão de comunicação. Tendencialmente, os homens são animais do hemisfério esquerdo, ligado às questões da lógica, do espírito analítico, do raciocínio numérico, aritmético. O hemisfério direito está ligado a outras questões – à intuição, à comunicação não verbal, à linguagem dentro de contexto. Felizmente, todos temos hemisfério esquerdo e direito. Mas as mulheres são mais intuitivas, de decisão mais rápida e imediata, com uma comunicação não verbal dentro de contexto mais perceptível. Os homens precisam de mais tempo e mais dados para tomar decisões, são mais racionais, se as coisas não estão preto no branco não são capazes de se aventurar.
No caso da minha mãe, às vezes parecia que elas estavam a falar entre si
Acho que aqui se aplica o princípio de Pareto (Vilfredo Pareto, 1848-1923), estabelecido por um economista que viu que 80 por cento da riqueza em Itália era detida por 20 por cento das pessoas. A regra 80-20 funciona bem em muitos contextos. Por exemplo, 80 por cento do nosso trabalho é feito em 20 por cento do tempo. As mulheres funcionam assim: tomam decisões com 20 por cento dos dados e 80 por cento das vezes a decisão está certa. Os homens são mais analíticos, mais chatos, precisam de mais dados, correm o risco de paralisar por excesso de análise.
O maior prémio mundial da Matemática, a medalha Fields, nunca foi atribuído a uma mulher. É espantoso, porque as ciências duras – Física, Química, Biologia – precisam de material, de laboratórios, e há mulheres com Nobel nessas áreas. A Matemática é papel e lápis, pode ser feita
A francesa Sophie Germ
ain (1776-1831) queria fazer Matemática mas não podia inscrever-se na École Polytechnique por ser mulher. Fez-se passar por um homem para ter acesso aos apontamentos, tomou o lugar de um aluno chamado Antoine-Auguste Le Blanc que deixou de ir às aulas. Estudava em casa, submetia os trabalhos resolvidos. O maior matemático da altura, Joseph Lagrange, chamou Monsieur Le Blanc porque as soluções eram extraordinárias: apareceu-lhe à frente uma mulher. Ela fez contribuições importantes em Matemática mas, quando faleceu, o epitáfio identificava-a simplesmente como “rentière-annuitante”, uma mulher que vivia de rendimentos.
A alemã Emmy Noether (1882-1935) foi uma matemática de prim
eira linha. Em 1915, David Hilbert, o mais destacado matemático de então, convidou-a para trabalhar com ele em Gottingen, mas o departamento não aceitou, por ser uma mulher. Ficou quatro anos a dar aulas e a fazer investigação sem ser paga, até aceitarem contratá-la. O Hilbert perguuntava”, com muita graça: “Mas isto é um departamento de Matemática ou é um balneário? Não foi há tanto tempo assim, foi há 90 anos!
A par do rigor lógico, a investigação matemática tem uma componente de intuição que é subvalorizada. São necessários os dois hemisférios: o direito para adivinhar os resultados e o esquerdo para prová-los. À partida, as mulheres não têm qualquer handicap para a profissão matemática.
Sou casado há mais de 18 anos e às vezes descobrimos coisas inesperadas um no outro. Temos interesses comuns, às vezes dizemos a mesma coisa ao mesmo tempo, sabemos que gostamos do mesmo tipo de filmes, exposições, literatura. Conhecemo-nos cada vez melhor. Não obstante, o universo feminino para mim é bestialmente misterioso. Quando vejo nas revistas femininas coisas como os jogos de sedução, parece-me a descrição da vida
* Matemático
Imagens: Google


Claro que estamos fartos de "alertas" para a acção, mas ignorar este será colocarmo-nos, a nós, aos nossos filhos, aos filhos deles e a esta bela terra entregue ao nosso cuidado, em risco." (Joseph Chlinton Pearce)
coloquei a mim mesmo uma questão: o que poderão os gestores aprender com os mais pobres, aqueles que vivem literalmente na rua? Qual a motivação de quem os ajuda, qual é o estado de espírito propício para se dar? Como é que isso poderá inspirar a liderança nas organizações? * Consultor de empresas, Director do Centro de Estudos Aplicados em Marketing, Instituto Superior de Administração e Gestão-Porto. Aprender noções de economia e gestão foi o objectivo de um trabalho junto dos sem-abrigo, em Junho passado, no Porto. Este tema foi primeriramente publicado na HSM Management (Brasil) e na revista Marketeer (Portugal). O relatório surge agora, em Ciência Hoje, na forma de «Dez lições para uma nova economia»
Ninguém é vítima do mundo, mas sim da forma como o percebe. Nas organizações passa-se exactamente o mesmo. Se eu tiver vinte e cinco milhões de Euros, o modo como os uso determina o seu verdadeiro valor. Assim, ao contrário do que diz o povo dinheiro não faz dinheiro, na verdade o valor do dinheiro depende directamente da capacidade que cada um tem de o aplicar de forma útil. Mas, qual é o autêntico valor do dinheiro para quem vive na rua? Estimo que um Euro possa valer duas a três vezes mais para um sem abrigo que para um elemento da classe média. Surpreendidos?
Claro que, para o bem e para o mal, o pobre nada sabe sobre acumulação de capitais, de mais-valias, percepcionando o dinheiro sempre de forma criativa, mas nunca submissa, fazendo ele mesmo de analista, de executivo e de controller da sua própria actividade. Não aceita sugestões de especialistas..
Segunda lição: você vive do que recebe, mas constrói a vida com o que dá
Madre Teresa afirmava que quanto menos temos mais temos para dar. Na rua vemos isso claramente. Parece um contra censo, mas não o será se repensarmos o sentido do que é verdadeiramente importante para a vida humana. Bastará ver como a satisfação em torno do consumo é fugaz, temporária, para entender o valor real de um sorriso, ou de um abraço sincero.
E continua aqui:
“Reconstituímos a história das mulheres desde o Paraíso até ao séc. XIX e não ouvimos outra coisa através do longo rolar dos tempos senão o ruído metálico das suas grilhetas.” Lady Jane Wilde (1821-1896)
nas nações em que as mulheres têm uma posição de poder relativamente igual ao dos homens, há taxas de natalidade inferiores, muitas vezes até ao ponto de crescimento populacional zero, como aconteceu em muitos países do norte da Europa. Em quase todos os países do mundo se vê a demonstração dessa equação: domínio masculino igual a explosão populacional; igualdade relativa entre sexos igual a populações sustentáveis. Assim, outra solução para esta confusão em que nos encontramos é devolver o poder às mulheres em todos os domínios, incluindo nos mundos social, familiar, religioso, militar e empresarial."
* "O Cálice e a Espada"
AS ÚLTIMAS HORAS DA ANTIGA LUZ DO SOL, Thom Hartmann
Imagens: Google
“Podemos assim ver que a ciência prova a existência de algo que em tempos julgou refutado: a natureza viva do Universo e a interligação de todas as coisas. Que ao afastarmo-nos das instruções e distracções da nossa cultura empresarial, e ao tentarmos alcançar a divindade quer dentro de nós quer na Natureza, encontramos um poder, um objectivo e um profundo significado na vida. Desse lugar, desse ponto de vantagem, podemos ver a insanidade essencial do estilo de vida wético, e quando um número suficiente de pessoas se aperceber disso, inverteremos o percurso no caminho destrutivo que a Humanidade segue. Mas quantas pessoas têm de saber isso?
Uma brochura recente que recebi de uma organização que se autodenomina simplesmente Only Love Prevails (“Só o Amor Prevalece”) alega que são apenas oitenta mil. Sugerem que as pessoas reajam a qualquer acontecimento negativo – pessoal ou mundial – entoando mentalmente “só o amor prevalece”. Quando perguntei a Victor Grey, autor de Web Without a Weaver e The Laser of Intent e membro da organização, onde tinham ido buscar essa número, escreveu-me: “Os físicos dizem-nos que, de acordo com as leis da mecânica de ondas, a intensidade das ondas (de qualquer tipo) em fase umas com as outras é igual ao quadrado da soma das ondas. Por outras palavras, duas ondas adicionadas uma à outra são quatro vezes mais intensas que uma só onda, dez ondas são cem vezes mais intensas, etc. Sendo o pensamento uma energia, e uma vez que toda a energia ocorre em ondas, julgamos que oitenta mil pessoas pensando na mesma coisa em conjunto são tão poderosas em termos de criação da realidade que todos partilhamos, como os seis mil e quatrocentos milhões de pessoas (oitenta mil vezes oitenta mil) que habitarão o planeta na viragem do século, no seu pensamento caótico e aleatório. Portanto, oitenta mil pessoas que acreditem no amor serão suficientes para mudar a realidade planetária.”
AS ÚLTIMAS HORAS DA ANTIGA LUZ DO SOL, Thom Hartmann

2009 - Ano da Grande Divisão
por Valum Votan, em 23 de Dezembro de 2008
I.Forças da Divisão
Qual é o maior legado do ano Gregoriano 2008 para o seguinte, 2009?
Sem dúvida o colapso do sistema financeiro mundial – isso e a eleição do primeiro presidente afro-americano dos Estados Unidos. São estas as duas forças que darão forma aos eventos mundiais do próximo ano. Ambas auguram 2009 como o ano da Grande Divisão. Na verdade o dinheiro não existe; não há posse. Não somos reais. Se as pessoas apenas pudessem ver a peça que estamos nos pregando com as ficções pelas quais morremos e matamos! A ilusão do dinheiro bem como os que lhe são apegados não morrem facilmente. A vinda do novo ciclo evolucionário sem dinheiro é inevitável, mais ainda a morte do antigo ciclo.
Durante o ano de 2009 devemos examinar cuidadosamente com quem e o que nos identificamos. Claro, o que torna a situação tão difícil no plano relativo é que a ficção do dinheiro dominou muito o ciclo babilónico de 5000 anos da História – isto e o que vem com essa paisagem: o horror dos impostos, guerra e domínio imperialista. De fato, virtualmente toda instituição do mundo moderno é governada e manipulada por dinheiro.Com o domínio da história, é esta ficção e seus mecanismos de suporte que a perpetuam – o sistema financeiro e os governos mundiais – que estão desabando a nossa volta. Com o dinheiro voando pela janela, o sistema económico sustentado por ele também continuará tumultuado. Significa que boa parte da humanidade em 2009 terá de encarar a realidade inflexível, a verdadeira e dura realidade, aquela que não pode ser vendida ou comprada.
Para a oligarquia reinante, o colapso financeiro-económico será causa de maior entrincheiramento e endurecimento das artérias do poder. Ao invés de encarar o facto de que o velho jogo acabou, preferirão apegar-se a ele ainda mais. Em vez de tentar o novo, continuarão a tentar escorar instituições em falência, criando uma linha divisória ainda maior entre os que têm e os que não têm – sendo que estes últimos crescerão ainda mais em número conforme a falta de trabalho aumentar. Sim, 2009 é o ano da grande divisão. Não só temos as crises do aquecimento global e guerra ao terrorismo, como agora o tumulto financeiro dos mercados mundiais – uma crise tríplice global! A guerra ao terrorismo e o aquecimento global resultam do domínio exercido pelo dinheiro na mente humana e o que isso fez ao nosso carácter, fomentando ganância e indiferença descuidada, senão insensível, à violência e destruição da Natureza. Esta ameaça tripla é a crise terminal da civilização. Mas é a crise financeira que finalmente começou a fazer as pessoas pensarem seriamente – o velho mundo está realmente morrendo. Vamos morrer com ele ou escolheremos o novo? A Humanidade está pouco disposta a educar-se para a mudança. Reforçada pelo mito do progresso, pensa que o crescimento da prosperidade por si só é o maior valor e índice de superioridade. Poucas pessoas são capazes de ver oportunidade quando aparece qualquer sinal de perda. Se a perda ocorre, preferimos escorar nossos medos com companhias de seguro e farmacêuticas para qualquer…
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TU SABES QUE ESTÁS A FICAR LOUCO NO SÉCULO XXI QUANDO:
1. Envias um e-mail ou usas o GTalk para conversar com a pessoa que
trabalha na secretária ao teu lado;
2. Usas o telemóvel na garagem de casa para pedir a alguém que te
ajude a levar as compras;
3. Esqueces o telemóvel em casa (coisa que não tinhas há 10 anos
atrás), ficas apavorado e voltas para buscá-lo;
4. Levantas-te pela manhã e quase que ligas o computador antes de tomar o café;
5. Conheces o significado de tb, qd, cmg, mm, dps, k, ...;
6. Não sabes o preço de um envelope comum;
7. A maioria das anedotas que conheces, recebeste por e-mail (e ainda
por cima ris sozinho...);
8. Dizes o nome da tua empresa quando atendes ao telefone em tua
própria casa (ou até mesmo o telemóvel!!);
Digitas o '0' para telefonar desde tua casa;
10. Vais para o trabalho quando está a amanhecer, voltas para casa
quando anoitece de novo;
11. Quando o teu computador pára de funcionar, parece que foi o teu
coração que parou;
11. Estás a ler esta lista e a concordar com a cabeça e a sorrir;
12. Estás a concordar tão interessado na leitura que nem reparaste que
a lista não tem o número 9;
número 9 e nem viste que há dois números 11;
14. E AGORA ESTÁS A RIR DE TI MESMO!!!
15. Já estás a pensar para quem vais enviar esta mensagem;
16. Provavelmente agora vais clicar no botão 'Reencaminhar'... é
a vida...que mais poderias fazer?... foi o que eu fiz também...
Feliz modernidade."
(E-mail recebido há pouco...)
OS ESCRAV
OS DOS TEMPOS MODERNOS
"Em contraste com os que vivem em tribos, poucas pessoas dizem não ser sequer remotamente “livres” na nossa sociedade moderna: são escravas dos tempos modernos, mantidas em cativeiro pelos “proprietários de escravos” da nossa cultura.
Os proprietários de escravos utilizam as correntes da hipoteca devida ao banco, do empréstimo para o carro, das contas do cartão de crédito por pagar, da exigência de pagamento de impostos se possuírem casa própria, e as muitas outras formas subtis e não tão subtis de pressão económica e cultural que nos retiram a maior parte do tempo de vida e o utilizam para os seus próprios fins.
(…)
Os escravos sabem quando são escravos, independentemente das palavras utilizadas para descrever a sua escravidão. E procurarão escapar à escravidão, seja através de drogas cada vez mais potentes, de “entretenimento” cada vez mais intenso, ou de comportamento psicopático violento.
Temos de começar a ensinar aos nossos filhos e aos nossos cidadãos como procurar uma história mais verdadeira do mundo e encorajá-los a procurar a verdade do presente. Só assim conseguiremos voltar a ligar-nos ao passado e começar a criar uma identidade pessoal, identidade colectiva e responsabilidade colectiva maiores. A partir desse novo sentido de quem somos e de qual o nosso lugar no mundo, tornar-se-ão visíveis e possíveis as coisas que temos de fazer para ajudar a salvar o mundo; sem essa perspectiva, parecem esmagadoras e impossíveis.
Nas minhas explorações neste campo, cheguei à conclusão de que os povos das Culturas Antigas do mundo têm lições importantes para nos dar. Na verdade, podem ser essas as lições que salvarão o nosso mundo…”
OS NOSSOS MITOS MAIS MORTAIS
"A nossa cultura ensina que as civilizações (cidades/estados) surgem em resultado de inovações tecnológicas (como a agricultura), proporcionando às pessoas mais tempo livre. Com este tempo livre, diz a história, produzem arte, literatura, religião e exploram o cosmos. As culturas "primitivas" não têm essas coisas porque não têm tempo para elas.
De facto, no entanto, estes são dois dos nossos mitos mais mortais."
Imagens: Google
OBA! AMA!por Lucia Helena Corrêa
De repente, é feriado internacional na minha alma negra de mulher negra. De repente, dos meus olhos, negros olhos, lágrimas, transparentes lágrimas. E têm um surpreendente gosto de chocolate com pimenta. Há muito tempo, meu coração não pulsava tão forte assim. Um negro na Casa Branca! E isso é muito mais do que um trocadilho, ilustríssimos caras-pálidas! Aquele não é mesmo um país qualquer. Neste cinco de novembro do ano da graça de 2008, Barack Obama acordou presidente de um país que não é, mesmo, um país qualquer! Foi lá, em cinco de dezembro de 1955, na racista cidade de Montgomery, que a costureira e militante Rosa Parks foi presa e espancada porque se recusou a ceder o lugar no ônibus a um homem branco, conforme determinava a lei Jim Crow, de sececção racial, que garantia todos os direitos, regalias e prioridades a brancos. Aos negros, o chão para andar. Ou o escuro das solitárias nos complexos prisionais...
Hoje, é feriado internacional na minha alma negra de mulher negra. Trago o rosto inchado de chorar. Mas, pela primeira vez, em muitos anos, não é mais de revolta, humilhação, medo e vergonha (porque, pasmem!, o racismo dos outros é a mim que envergonha...).
Meus senhores, eu choro não é porque um homem negro, que, há 43 anos, no Alabama, seria surrado apenas por pisar na mesma calçada por onde passasse um branco hoje mora, come, dorme, ama e faz cocô na Casa Branca E ainda levou com ele uma penca de negrinhos – a belíssima família Barack Obama!
Humano Barack Obama! Alah salve Obama!
Hoje é feriado internacional na minha alma negra de mulher negra. E choro porque, hoje, quando amanheceu, eu era ainda mais negra do que sempre fui e tinha lavada a minha alma, a minha alma negra de mulher negra. Mas choro, principalmente, porque, um negro na Casa Branca restaura em mim a certeza de que, um dia (Olorum me permita ainda ver isso), nós todos não seremos nem negros nem brancos. Nem homens, nem mulheres. Nem hetero, nem homo, nem bissexuais. Nem ricos, nem pobres. Nem cristãos, nem muçulmanos. Um dia, seremos apenas gente... E nos amaremos, tocando nossas peles com muita ou pouca melanina, olhando-nos nos olhos e mirando, através deles, nossas almas, humanas almas...
Por isso, deixo a todos que lêm estas minhas reflexões, mas, em especial ao meu irmão Barack Obama, o poema aí embaixo e a oração a Olorum, para que lhe conserve a vida e o senso de justiça.
Motumbá, Barack Obama! Motumbá!
NEGRITUDE...
Da próxima vez que te chamarem negro sujo,
responde que, no começo, na tez,
éramos todos negros, iguais...
Depois, alguns degeneraram
e ficaram assim: brancos (ou negros) demais!
Lucia Helena Corrêa
jornalista-cantora
(http://www.orkut.com/
Visite a página de Lucia Helena Corrêa no site do Clube Caiubi de Compositores
(http://clubecaiubi.ning.com/
Assista aos vídeos na página do Orkut)
(Enviado por Rosa Leonor)

“Como nos dirá qualquer leitura atenta da literatura antropológica ou uma visita a povos tribais, não há diferença na profundidade da experiência humana entre povos “primitivos” e “modernos”. Ambos têm âmbitos idênticos de expressão e de emoção, ambos têm culturas que estão claramente definidas com normas e regras de comportamento, ambos têm rituais e religiões profundamente importantes para os seus cidadãos.
As diferenças principais são que o povo “primitivo” tem em geral vidas mais tranquilas, menos pobreza, quase nenhuma criminalidade (certamente não existe polícia nem prisões entre aqueles que não adoptaram os “costumes do homem branco”), uma dieta mais variada e saudável, menos doenças degenerativas, melhor saúde psicológica, e uma cultura que sustenta como valores primordiais a cooperação (em vez da competição), o respeito mútuo (em vez do domínio), o cuidado renovável dos recursos a longo prazo (em vez da exploração em prol de resultados imediatos) e a igualdade (entre pessoas, entre sexos e entre humanos e Natureza) em vez do poder.
O antropólogo Mark Nathan Cohen, no seu livro Health and the Rise of Civilization (Yale University Press, 1989), salienta que nos últimos trinta mil anos dos registos fósseis humanos exaustivamente investigados, só nos últimos cem é que os povos agrícolas tiveram um tempo de vida que excede o dos caçadores/recolectores e forrageadores.”
AS ÚLTIMAS HORAS DA ANTIGA LUZ DO SOL, Thom Hartmann