
http://video.google.com/videoplay?docid=1762327500733359104
"Se somos seres espirituais percorrendo um caminho humano, e não seres humanos que podem estar a transitar por um caminho espiritual, (...) então a vida não é só uma jornada, mas também uma peregrinação ou busca." Jean Shinoda Bolen

por Fernando Nobre
O que está a acontecer entre Gaza e Israel é um desses momentos. É intolerável, é inaceitável e é execrável a chacina que o governo de Israel e as suas poderosíssimas forças armadas estão a executar em Gaza a pretexto do lançamento de roquetes por parte dos resistentes ("terroristas") do movimento Hamas.
Importa neste preciso momento refrescar algumas mentes ignorantes ou, muito pior, cínicas e destorcidas:
- Os jovens palestinianos, que são semitas ao mesmo título que os judeus esfaraditas (e não os askenazes que descendem dos kazares, povo do Cáucaso), que desesperados e humilhados actuam e reagem hoje em Gaza são os netos daqueles que fugiram espavoridos, do que é hoje Israel, quando o então movimento "terrorista" Irgoun, liderado pelo seu chefe Menahem Beguin, futuro primeiro ministro e prémio Nobel da Paz, chacinou à arma branca durante uma noite inteira todos os habitantes da aldeia palestiniana de Deir Hiassin: cerca de trezentas pessoas. Esse acto de verdadeiro terror, praticado fria e conscientemente, não pode ser apagado dos Arquivos Históricos da Humanidade (da mesma maneira que não podem ser apagados dos mesmos Arquivos os actos genocidários perpetrados pelos nazis no Gueto de Varsóvia e nos campos de extermínio), horrorizou o próprio Ben Gourion mas foi o acto hediondo que provocou a fuga em massa de dezenas e dezenas de milhares de palestinianos para Gaza e a Cisjordânia possibilitando, entre outros factores, a constituição do Estado de Israel..
- Estamos a assistir a um combate de David (os palestinianos com os seus roquetes, armas ligeiras e fundas com pedras...) contra Golias (os israelitas com os seus mísseis teleguiados, aviões, tanques e se necessário...a arma atómica!).
- Estranha guerra esta em que o "agressor", os palestinianos, têm 100 vezes mais baixas em mortos e feridos do que os "agredidos". Nunca antes visto nos anais militares! - Hoje Gaza, com metade a um terço da superfície do Algarve e um milhão e meio de habitantes, é uma enorme prisão. Honra seja feita aos "heróis" que bombardeiam com meios ultra-sofisticados uma prisão praticamente desarmada (onde estão os aviões e tanques palestinianos?) e sem fuga possível, à semelhança do que faziam os nazis com os judeus fechados no Gueto de Varsóvia!
- Como pode um povo que tanto sofreu, o judeu do qual temos todos pelo menos uma gota de sangue (eu tenho um antepassado Jeremias!), estar a fazer o mesmo a um outro povo semita seu irmão? O governo israelita, por conveniências políticas diversas (eleições em breve...), é hoje de facto o governo mais anti-semita à superfície da terra!
- Onde andam o Sr. Blair, o fantasma do Quarteto Mudo, o Comissário das Nações Unidas para o Diálogo Inter-religioso e os Prémios Nobel da Paz, nomeadamente Elie Wiesel e Shimon Perez? Gostaria de os ouvir! Ergam as vozes por favor! Porque ou é agora ou nunca!
- Honra aos milhares de jovens israelitas que preferem ir para as prisões do que servir num exército de ocupação e opressão. São eles, como os referidos no ponto anterior, que notabilizam a sabedoria e o humanismo do povo judeu e demonstram mais uma vez a coragem dos judeus zelotas de Massada e os resistentes judeus do Gueto de Varsóvia!
Vergonha para todos aqueles que, entre nós, se calam por cobardia ou por omissão. Acuso-os de não assistência a um povo em perigo! Não tenham medo: os espíritos livres são eternos!
É chegado o tempo de dizer BASTA! Este é o meu grito por Gaza e por Israel (conheço ambos): quero, exijo vê-los viver como irmãos que são.
Imagem: Google

| Pensamento de 5ª feira 25 de Dezembro de 2008 | |
| "Tal como o espaço, o tempo tem quatro pontos cardeais, que são os dois equinócios e os dois solstícios. A 21 de Dezembro, tem lugar o solstício de inverno, ao qual preside o arcanjo Gabriel. E, no dia 25 de Dezembro, a festa do Natal celebra um nascimento, isto é, uma concretização, uma descida à matéria. O arcanjo Gabriel dirige as forças que têm a propriedade de condensar a matéria. Por isso se diz que, na Árvore Sefirótica, ele é o arcanjo de Lésod, a região da Lua. Contrariamente ao Sol, que dilata, dispersa, distribui, a Lua comprime, contrai, condensa; se ela não fosse impedida de o fazer por outras influências, petrificaria toda a vida nas plantas, nos animais e nos humanos. Os Iniciados, que estão instruídos nesta ciência, procuram utilizar este período do solstício de inverno para concretizar as suas ideias, os seus projectos, pois nesse momento tem lugar um nascimento na terra. As outras festas cardeais correspondem a outros processos: a Páscoa a uma ressurreição, o São João a um abrasamento, o São Miguel a um despojamento. A festa do Natal está ligada a uma encarnação; foi por isso que a tradição situou no inverno o nascimento do Cristo na pessoa de Jesus." | |
| Omraam Mikhaël Aïvanhov Imagem:http://www.rosanevolpatto.trd.br/fadafestas.htm
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Abrir o chacra da garganta
in Mensageiros do Amanhecer: Ensinamentos das Plêiades, Barbara Marciniak
Imagem: blogdasartes.blogspot.com
Arcanjo Miguel através de Célia Fenn
Amados Trabalhadores da Luz, a Energia da Mudança está se deslocando pela Terra. Enquanto vocês atravessam o portal 11:11, a Terra está sendo elevada a um novo Esplendor e Luz que está auxiliando a acelerar a mudança para a Nova Consciência. A Humanidade fez a escolha colectiva de entrar em uma nova fase da Evolução a um nível mais elevado de consciência neste momento, e assim, vocês, como Trabalhadores da Luz, estão sendo preparados agora para o trabalho que farão nesta próxima fase da manifestação da Nova Terra.
Nós comparamos esta nova energia que está entrando no Planeta a uma "Canção da Harmonia". É a Inteligência Criativa Divina vertendo como um Rio de Luz Dourada e de Som, e a canção é a da Harmonia e da Paz. É o Tom Dourado que determinará a ressonância para a Paz Global, a Harmonia e para uma Nova Era da Luz.
Amados, vocês fizeram a Escolha e se Alinharam com as energias que chegam. Nos últimos dez anos de Transformação e de Transição, vocês trabalharam para Despertar e se libertarem dos velhos padrões do medo e da limitação e para criar um novo Equilíbrio e Harmonia Interior. Agora vocês são capazes de experienciar a vida na Terra na Luz do Amor, da Compaixão e da Gratidão, e vocês estão preparados para conduzir outros neste novo caminho da vida.
Neste próximo período de dois meses até o final do ano, marcado pelos portais 11:11 e 12:12, e então pelo Solstício de Dezembro, vocês serão alinhados com o seu novo Trabalho e Propósito para a próxima fase da Evolução da Terra. Nesta fase, as sementes da Paz e da Abundância que vocês plantaram, começarão a se manifestar de modos milagrosos, pois a Humanidade começa a trabalhar em conjunto para assegurar um Futuro Pacífico para Todos.
Vocês serão os Líderes na Canção da Harmonia. Vocês ensinarão outros como ver através dos olhos do Amor e da Compaixão, e como ver que são realmente Uma Família na Terra. Quando o Espírito os atraiu para os Grupos de Alma e as Famílias de Alma, vocês chegaram a compreender o princípio da Família de Luz. Agora vocês começarão a ver todos na Terra como parte de uma Grande Família, e como podem incluir todos na Canção da Harmonia e do Amor.
Amados Trabalhadores da Luz, vocês percorreram um longo caminho e trabalharam arduamente. Agora é o momento de curtir as recompensas do seu trabalho por muitas existências. Agora é o momento de permitir a Abundância, a Paz, o Amor e a Alegria em suas vidas. Agora é o momento de receberem o Fluxo das Bênçãos Divinas com Gratidão e Graça. Pois a longa luta acabou e vocês começam agora a manifestar com Tranquilidade e Alegria na Luz Dourada da Abundância.
É o momento de compreender as grandes bênçãos da vida na Terra e a aventura da vida, enquanto vocês criam juntos como uma expressão da Vontade Divina. É o momento de liberar totalmente todos os padrões passados da baixa auto-estima, do medo, da culpa, da raiva e do julgamento de outros, e de aceitar que todos estão aqui para evoluir e para crescer na Luz de suas almas.
Amados, enquanto vocês liberam a dualidade e o julgamento como conceitos em suas vidas e aceitam a "Família" na Terra, vocês se movimentarão com a música da Canção da Harmonia. Pois, vocês criaram uma cultura rica e diversa em seu planeta, e, entretanto, todos vocês são Amadas Expressões da Luz Divina na Forma Material. Quando vocês compreenderem este princípio plenamente, isto os capacitará a se moverem além do medo e o ódio, e para a aceitação do Propósito Divino por trás de todas as coisas.
Na Velha Energia, vocês eram como crianças, e eram motivados por emoções e medos intensos e frequentemente distorcidos. Mas agora, vocês estão despertos na Luz como seres amadurecidos de Luz e estão motivados pelo Amor e Compaixão puros que é um reflexo de sua Divindade Interior. Vocês estão aprendendo a ver esta Divindade em Outros e a fazer escolhas de acordo com esta Luz. E assim, a Terra está ascendendo para a Luz Divina e ecoando com a Canção da Harmonia, enquanto é estabelecida no Planeta como uma solução para o Futuro que se revela da sua Evolução na Luz.
As Energias para Novembro 2008
Em Novembro, o Sol estará em Escorpião, passando para Sagitário no dia 22 de Novembro. O Sol, Mercúrio, Marte e Plutão passarão todos através de Sagitário em Novembro, criando uma intensa energia na 9ª casa da Sabedoria Espiritual. Esperem um período de profundo insight e nova consciência enquanto vocês se preparam para entrar nas novas energias de 2009.
A Lua Cheia cairá no dia 13 de Novembro em Touro, a 2ª casa regida por Vénus. Este é uma Lua da Terra, e como tal representa uma grande oportunidade para se focar na manifestação da Abundância e da Beleza no ciclo que chega da energia da Nova Terra.
A Lua Nova é em 27 de Novembro
Neste momento, 27 de Novembro, Plutão deixará Sagitário pela última vez e se moverá para Capricórnio. Isto é uma indicação de que o trabalho da Transformação Espiritual interior está concluído, e que o novo foco evolutivo estará na própria Terra e na manifestação destas transformações interiores como novas estruturas e novos modos de vida.
É realmente um Tempo Abençoado estar nesta Terra, e enquanto vocês avançam para novas criações de Luz e de Alegria, nós lhes desejamos Graça e Aventura
Tradução: Regina Drumond

Sinto-me honrada por estar hoje aqui a apresentar este livro, feito a partir do blogue de Rosa Leonor Pedro, MULHERES & DEUSAS. Um blogue dedicado ao Sagrado Feminino, seguido por centenas de pessoas ao longo dos seus sete anos de existência, o que representa largos milhares de visitas. São inúmeras as mulheres, e também os homens, que, nos comentários que vão deixando, se dizem agradecidas e agradecidos pelo despertar da consciência e pela força que recebem deste MULHERES & DEUSAS.
Trata-se de um trabalho coerente, resultado duma dedicação praticamente exclusiva da sua autora. Controverso, por vezes, desafiador, mas sempre muito oportuno e inspirador.
Como é próprio desta escrita intimista, a autora vai-se revelando aqui e ali. Com o tempo, ficamos a conhecer os seus desafios, as suas descobertas, as viagens, as amizades, até a sua casa e a sua gata…
É um blogue com um enorme impacto também, ou especialmente, no Brasil, onde a distribuição deste livro faria todo o sentido.
Embora não se insira na cultura dominante, MULHERES & DEUSAS é um autêntico blogue de culto, que, em boa hora, graças à Editora Ariana, ganhou forma neste magnífico livro.
Mas recorda.
Faz um esforço
para o relembrares,
ou, se não conseguires,
inventa-o!
Monique Wittig (Les Guerrillères)
Foi este poema que fez com que eu e Rosa Leonor nos encontrássemos na blogoesfera. No meu blogue, ele estava no masculino, e Rosa Leonor deixou-me um recado urgente: que não, que Monique Wittig o tinha escrito sobre as mulheres e para as mulheres. Devo confessar que desconhecia. A versão chegara até mim no masculino. No masculino dominante e universal – essa espécie de grande alçapão da língua por onde o feminino desaparece, é tragado, é neutralizado…
Começaram então as minhas visitas frequentes ao blogue de Rosa Leonor.
É-me difícil falar de MULHERES & DEUSAS sem falar do meu próprio blogue, SABERDESI, que foi criado há pouco mais de um ano, e cuja vocação inicial era essencialmente a divulgação do método de desenvolvimento pessoal baseado na filosofia de Louise Hay. Há um pressuposto fundamental neste Método que é o da nossa responsabilidade pessoal por tudo aquilo que nos acontece. Essa ideia de que somos co-criadores da nossa realidade dá-nos a dimensão do nosso poder, da nossa capacidade de fazermos as melhores escolhas para a nossa vida.
O meu blogue sempre pretendeu seguir essa vertente mais positiva, mais suave, digamos, fiel ao princípio de que “Aquilo em que pomos a nossa atenção cresce”. Então, expandir o positivo, o luminoso, é contribuir para que se torne dominante.
A questão é que eu não posso avançar para a Luz sem integrar a sombra; não posso reclamar a minha força sem ter a noção da minha debilidade.
A minha experiência com grupos de mulheres fez-me compreender como facilmente a espiritualidade se pode tornar alienação, fuga ao real. Eu quero encontrar a harmonia, a paz na minha vida, mas recuso-me a pagar o preço. Eu quero salvar a minha família, ou até o próprio mundo, mas recuso-me a encarar de frente os mil fiozinhos que tolhem a minha liberdade. Eu ignoro a profundidade, a “estilização”, que tão bem consegue ocultar do meu entendimento o regime de escravatura em que me encontro. Eu continuo a deslizar em bicos de pés para não acordar o bull dog que vive lá em casa; eu saio a correr de workshops onde vivenciei o céu para ir enfiar-me na cama com o inimigo… Continuo a sentir-me uma metade, procurando pela outra…
Como dizia Nathalie Durel Lima, em “O Feminino Reencontrado”, fomos criadas para sermos “senhoras boazinhas, limpinhas e cheirosas”, perfil muito adequado ao bem-estar e ao ego patriarcais. Por vezes apetece-me dizer às mulheres que tenho nos meus grupos: “Ok, boazinhas já nós somos, já sabemos o que é. Que tal sermos mazinhas? (há guias para isso…) Serviçais, robots-domésticos, dependentes emocionais, subalternas, já sabemos o que é, e não foi isso que salvou o mundo, como se pode ver… Que tal sermos egoístas, auto-motivadas, auto-centradas e auto-suficientes?”
Sobretudo, conscientes, conhecedoras da nossa história, da história da colonização a que fomos sujeitas pelo modelo social de dominação patriarcal.
E é aqui que entra MULHERES & DEUSAS. É sobre isto mesmo que MULHERES & DEUSAS se torna um precioso manancial de informação/consciencialização. Rosa Leonor vem fazendo, há 7 anos, um trabalho sistemático e de extrema importância para o nosso despertar para a necessidade do retorno ao sagrado feminino. Só essa dimensão nos permite vivermos plenamente a nossa identidade de mulheres, feitas à imagem e semelhança da Deusa.
Diz-nos Marianne Williamson, em “O Valor da Mulher” que “Um instrumento poderoso para recuperarmos a glória da nossa identidade feminina é a adoração de divindades femininas.” “Somos seres gloriosos, diz a mesma autora, simplesmente porque não somos seres deste mundo. A nossa essência espiritual é imaterial, de fora deste mundo físico, e quando nos tornamos conscientes disso, assumimos verdadeiramente o nosso poder”.
Mas, atenção, não somos seres desta dimensão, mas estamos nesta dimensão, e é com ela que temos de nos elevar à nossa outra dimensão. Não, fugindo dela.
É por essa razão que, em MULHERES & DEUSAS, temos notícias do mundo da 3ª dimensão, dum mundo dominado pelo masculino exacerbado, voraz e predador, em que ser mulher é ser menos, é ficar em segundo lugar, é submeter-se, é não ser levada a sério, é não ter voz, é ser indigna, é ser propriedade de outrem, é ser espancada até à morte…
Aqui, no nosso “quentinho”, no nosso país de “brandos costumes”, isto pode parecer um exagero. Mas não vale a pena iludirmo-nos… Também não é para nos apavorarmos, porque o papel da vítima impotente já não dá. O grau de consciência que atingimos permite-nos compreender que, se o feminino está assim, se ele é assim tratado, todas e todos somos responsáveis, todas e todos estamos a criar esta realidade… Uma realidade em que, só este ano, em Portugal, 42 mulheres foram assassinadas pelos companheiros. Como vemos, não é preciso irmos ao Islamismo radical, nem à África da excisão. Mas talvez não fosse má ideia darmos uma volta pela Igreja Católica (e outras igrejas patriarcais), que permanentemente reafirma a indignidade da mulher ao negar-lhe a possibilidade de acesso à sua hierarquia.
Então, é em todas e todos nós que o Feminino precisa de ser curado, resgatado. Precisamos de compreender e de denunciar os esquemas patriarcais de dominação. Esquemas como a grande cisão do feminino, de que tanto fala Rosa Leonor Pedro. Essa grande cisão em duas partes antagónicas e irreconciliáveis: a santa e a pecadora, Maria e Madalena, a esposa e a amante, a prostituta, a “outra” (como aquela novela que anda, ou andava, por aí…).
Tudo isto constitui a matéria deste blogue, agora livro, precioso pela luz que lança sobre estas sombras que precisamos de iluminar e de integrar. Integrar as duas mulheres, desmascarando essa estratégia do patriarcado do “dividir para reinar”, do absurdo, do ridículo de duas mulheres disputando o mesmo homem, como se se tratasse do puro oxigénio sem o qual não houvesse vida, préstimo, propósito…
Reencontrar e honrar a Deusa, a Mãe, a Terra – o Planeta e a Humanidade definham à míngua das bênçãos da Mãe. É tão urgente assim.
De tudo isto ouvimos pela voz de Rosa Leonor, mas também das dezenas de autoras e autores, mulheres e homens, aos quais é concedido largo espaço neste blogue/livro. Dessa poderosa bíblia das mulheres, que é “Mulheres que Correm com os Lobos”, de Clarissa Pinkola Estés, a Marianne Williamson, a Erich Neumann (“A Grande Mãe”), a Jean Shinoda Bolen; às brasileiras Sylvie Perere, Clarice Lispector, Rose Marie Muraro; às portuguesas Natália Correia, Isabel Barreno… São dezenas de autoras e de autores, cujo pensamento chega até nós através de MULHERES & DEUSAS. Nunca esquecerei que foi aqui que fiquei a saber do livro “O Cálice e a Espada”, de Riane Eisler, considerado a obra mais importante para a evolução da consciência da humanidade desde “A Origem das Espécies”, de Charles Darwin.
São também outros blogues e comentadores, que nos fazem sentir ligadas (os) a uma vasta comunidade, a uma poderosa corrente de solidariedade. Solidariedade para com o Planeta, solidariedade de género, SOLIDARIEDADE FEMININA. Mas são também notícias de outras dimensões. Temos a voz de André Louro de Almeida, por exemplo. São canalizações. O sagrado tem aqui largo espaço.
As temáticas, como já disse, prendem-se, essencialmente, com a tradição do Sagrado Feminino e com a miséria da situação da mulher, do feminino, no mundo – num mundo sem alma, entregue à voracidade do capitalismo patriarcal. Um mundo onde, como nos diz ainda Marianne Williamson, “A feminilidade é uma dor colectiva de profundidade indescritível e, quando tentamos expulsá-la, estamos sujeitas a ouvir “Lá vêm vocês outra vez reclamar!”…
Não vale a pena negarmos, não avançamos nada ignorando, iludindo esta dor com paliativos que podem ir das compras à ilusão do príncipe encantado ou aos workshops de espiritualidade…
Também “Não podemos esperar que o mundo restabeleça o nosso valor, estamos aqui para restabelecer o nosso valor no mundo”, diz-nos ainda Marianne Williamson, em “O Valor da Mulher”.
Como o faremos? Só vejo uma solução possível: uma profunda, incondicional e sagrada SOLIDARIEDADE FEMININA, que nos possibilite retornarmos à nossa condição de filhas criadas à imagem e semelhança da Deusa. De Deusas.
Imagens: Google

Omer GoldmanMILITARY ID 5398532
MILITARY PRISON Nº 400
MILITARY POSTAL CODE 02447, IDF
Para a diferença crescentemente visível entre o Ocidente e o resto do mundo propuseram-se, como se sabe, muitas explicações: históricas, sociológicas, económicas, antropológicas, até biológicas (ou raciais). Recentemente alguns historiadores vêm tentando demonstrar que o atraso das regiões do Oriente e do Sul é recente (data do século XVIII, no caso da Índia ou da China) e foi provocado pela agressividade económica e político-militar do Ocidente.
Depois de ler, viajar e olhar para as diferenças entre os países subdesenvolvidos e o Ocidente, e depois de pensar sobre a cultura material, sobretudo as formas de arte e as formas urbanas, da Ásia e da Europa na época
A Europa já tinha a economia e a sociedade mais dinâmica, mais voraz, mais predadora da Terra. O Ocidente não foi culpado do atraso dos outros. Foi culpado, isso sim, do não-progresso dos outros. Ou seja: o Ocidente obrigou os outros ao progresso capitalista, o progresso próprio do Ocidente, com a maior brutalidade e em proveito próprio.
(…)
Paulo Varela Gomes, Público, 5/11/08
Imagem: Google
OLMER GOLDMAN A filha pacifista do ex-número dois da Mossad
Ela tem 19 anos e recusa-se a servir um “exército de ocupação”…
O meu pai é Natalin Granot, um especialista em Irão, que se demitiu de “número dois” da Mossad por conflitos de poder. Eu, Omar Granot, 19 anos, sou uma pacifista e, hoje, regresso à prisão nº 400 numa base militar próxima de Telavive. Recuso-me a servir um exército que comete, todos os dias, crimes de guerra nos territórios palestinianos ocupados.
Fui recrutada para o serviço militar obrigatório aos 18 anos, mas já no liceu eu decidira que não queria ir para a tropa. Assim que deixei a escola, e antes de me inscrever na faculdade, dei aulas a crianças pobres num bairro de judeus etíopes. Quando me chamaram, entreguei uma declaração aos oficiais onde afirmava: “Recuso alistar-me nas Forças de Defesa de Israel (IDF). Não farei parte deste exército que, desnecessariamente, pratica actos de violência e viola os mais básicos direitos humanos.
No dia 23 de Setembro, sem ter sido julgada, fui cumprir 21 dias de detenção. Saí novamente em liberdade, na sexta-feira, dia 30 de Outubro. Estes ciclos irão repetir-se até que o exército se canse, porque eu não vou desistir.
As minhas convicções ficaram mais fortes depois da Segunda Guerra do Líbano, no Verão de 2006. Comecei a questionar a sério a ética do exército, o uso de armas não convencionais, o envio de soldados para a frente de batalha onde morriam sem objectivos definidos.
Na prisão, usamos a nossa cabeça e o nosso coração para encontrar forças. Falamos muito umas com as outras, e escrevemos cartas umas às outras durante a noite.
Talvez dentro de dez ou vinte anos as pessoas me compreendam e deixem de pensar em termos de judeu, negro, branco, cristão… Eu não acredito que a violência se combata com a violência. Esse nunca será o meu caminho, digam o que quiserem.
Ficarei muito feliz se me escreverem. A minha morada nos próximos dias é esta:
MILITARY ID 5398532
MILITARY PRISON Nº 400
MILITARY POSTAL CODE 02447, IDF
Público, 5 de Novembro 2008 (adaptado)
Nesta canalização, Kuthumi nos oferece informações que nos preparam para uma das maiores mudanças de energia ocorridas até agora, e com a oportunidade de nos desligarmos dos nossos medos mais paralisantes. Ele diz: "Todos os Elohim estarão se concentrando neste grandioso momento de mudança; vocês experienciarão o fechamento dos seus próprios portais internos, através dos quais as trevas acessam os seus maiores medos, e descobrirão que o entendimento da natureza do medo ganhará maior relevância. É de vital importância que compreendam verdadeiramente que a ilusão se encontra dentro, além, acima, diante, atrás e em cada lado do medo. Existe uma grande diferença entre o instinto natural de sobrevivência e os medos fabricados."
Eu sou Kuthumi e me manifesto a partir dos raios do Amor e Sabedoria para saudar cada um de vocês neste momento, e para lhes trazer as bênçãos do foco, dos cuidados amorosos, da compreensão e da sabedoria divina. Saudações, amados.
E é com imensa alegria e prazer nos nossos corações, que nos unimos com cada um de vocês neste dia, enquanto os mantemos firmemente no coração de Cristo e com segurança nas mãos de Deus.
Queridos, esta activação da data-chave do dia 11 do 11º mês de 2008 é muito importante. Este é o momento da viragem da maré. Vocês se encontram num ponto em que tudo à sua volta está no estado de mudança constante; parece que nada é garantido, a não ser a própria mudança. No entanto, a turbulência, o caos e a queda aparentes são vitais para que todos vocês sigam adiante.
A razão pela qual esta data chave é tão importante é que entre os dias 11 e 13 de Novembro serão seladas as portas e todos os pontos de acesso que o Senhor das Trevas tem usado para conseguir entrar no mundo. Agora o mundo do qual falo é o mundo da energia fluida, do paradigma fluido. O tempo das trevas está chegando ao final e, neste caso, vocês estão terminando a jornada pela Era das Trevas, que chamamos de era da ignorância. A Era de Peixes era bem isso – uma época em que todo mundo esperava que lhe dissessem o que deveria fazer, como deveria fazer e quando deveria fazê-lo. Agora vocês estão entrando na Era de Aquário. Este é o momento de reivindicar seu poder e adentrar o conhecimento da sua própria identidade e da sua verdade. Com estes portais selados, vocês estarão liberados para entrar numa nova linha de tempo, uma nova experiência do que é a energia de Aquário.
Entre os dias 11 e 13, vocês sentirão como se uma grande parte de si mesmos estivesse desconectada; talvez sintam inclusive algum tipo de transtorno interno. Durante estes três dias, o processo que será activado por nós para desabilitar os pontos de acesso exigirá quietude; e os três dias de quietude serão o tempo em que vocês viajarão pelo seu próprio interior e lhes serão mostradas algumas das suas próprias forças e a sabedoria que existe dentro de si mesmos. Suas mentes sofrerão uma poderosa liberação do velho paradigma; e a mudança que ocorrerá irá literalmente elevá-los de um lugar e colocá-los
Nós lhes demos uma quantidade enorme de informações nas últimas semanas, com respeito a trabalhar esses aspectos de si mesmos. Não as ponham de lado como algo sem importância. Mesmo que sintam que estão num momento muito forte em suas vidas, com muito poucos medos, isto não quer dizer que não se beneficiarão com o que já lhes transmitimos anteriormente. Este portal que estará se abrindo a partir do dia 13 de Novembro está trazendo todas as energias de luz. Os Deuses e Deusas, Senhores e Senhoras da Luz entram no reino do Universo Fluido e penetram o sistema de doze pontos de chacras no coração aberto de cada alma disposta. E com isto eu quero dizer cada alma que está disposta e pronta para encarar totalmente a si mesma, para reivindicar completamente o seu poder e estar confiante a respeito da sua missão de seguir adiante.
A partir de 13 de Novembro, as energias mudarão completamente. Uma característica totalmente nova será lentamente integrada no DNA do corpo de cada um de vocês. Este processo de integração ocorrerá entre 13 e 21 de Novembro. Durante esse período, vocês se perceberão largando tudo o que não mais consideram como parte importante de suas vidas, dos seus processos, dos seus pensamentos, das suas crenças. Isto não é algo a ser temido, pois se desenrolará com graça e facilidade. Este é um dos momentos mais mágicos do seu ano e será vital na próxima fase da sua preparação para o dia 21/12/2008.
Ler mais em:
“No final do século IV da nossa era, uma patrícia romana, de cinquenta e um anos de idade, inicia um diário, ou antes uma espécie de agenda. Sobre tabuinhas de buxo, regista as compras que projecta fazer, entradas de dinheiro, ditos engraçados, cenas que a tocaram. Durante vinte anos, Apronenia Avitia dedica-se a esta tarefa meticulosa, desdenhando ver a morte do Império, o poder cristão que se vai estendendo, as tropas godas que investem a Cidade por três vezes. Gosta de ouro, dos grandes parques e jardins, das barcas carregadas de ânforas e de aveia que passam no Tibre. Gosta de descer às cozinhas e devorar imprevistamente o que lá se encontra. Gosta do cheiro e da delicadeza do prazer. Gosta de beber. Gosta de homens que se esquecem de tempos a tempos do olhar dos outros homens. Gosta dos batentes das janelas que não deixam passar a luz do dia.
Jovens adolescentes que conhecem os primeiros instantes em que o desejo de viver se retira do espaço do corpo como o oceano do oeste cada dia vai descobrindo lentamente os mexilhões e as praias de areia.
Jovens adolescentes que alimentam e repisam o desejo de se matar por causa de um livro grego que leram, uma observação ofensiva de um pedagogo, o rosto de uma mulher de Subura. Estão de pé. Encostam o ombro a uma coluna. Flutua ainda em seu redor um vago odor a leite ou a sémen. Têm os olhos postos no vazio. Os cabelos roçam-lhes o pescoço. O ar vindo do “compluvium” desalinha-os por momentos. A pele deles arrepia-se.
Dos banhos de sol nos terraços, ao entardecer.
Do sono pesado de um homem que gozou.
Dos colchões do Nilo.
Das estrelas, quando a madrugada pouco a pouco as apaga.
Detesto os velhos, ou pelo menos os que parecem sempre acompanhados pela morte.
Vinte almofadas de cotovelo.
Oito cortinas de carros de duas rodas.”
Nem mais...Comentário encontrado no blog Mulheres & Deusas:
"Achei num blog muito interessante, nas minhas "andanças" pela Internet, o seguinte comentário:
O PARADOXO DA MULHER - PASSES MÁGICOS, DE CARLOS CASTANEDA
...em outra ocasião ele falou que o pomo de discórdia para os feiticeiros do antigo México era o fato de as mulheres, que têm a estrutura orgânica, o útero, que poderia facilitar a entrada delas no domínio da percepção pura, não terem nenhum interesse
Acho que a descoberta do poder feminino e a falta de interesse em como acessá-lo infelizmente ainda se aplica nos dias de hoje aqui no Brasil, e o mais grave, é que ainda é "ensinado", pois no fundo da alma toda mulher quer o acesso à sua verdadeira identidade e poder, mas seus olhos são vendados desde crianças, quando é colocada uma boneca Barbie em suas mãos e seus olhos são ofuscados pelas luzes da vitrines dos shopping-centers,o colorido dos comerciais da televisão, e são induzidas a sonhar com os galãs adolescentes hollywoodianos através de filmes de bandas infanto-juvenis.
Espero que pessoas como vc e várias que tenho encontrado pela internet continuem a abrir os caminhos,para que cada vez mais mulheres possam reencontrar e acessar o seu verdadeiro poder."

Como disse certa vez uma famosa juíza italiana, para que os seres humanos “nasçam” de facto iguais em direitos e oportunidades, certos ajustes e correcções terão de ser introduzidos no processo. No processo educativo, no caso.
O bem-estar a todos os níveis das sociedades humanas, ninguém o ignora já, está directamente relacionado com a paridade entre ambos os géneros no exercício do poder, no equilíbrio da sua participação nas instâncias de decisão. E, melhor do que em qualquer outro lugar do mundo, será porventura no continente africano que esse desequilíbrio se paga mais caro: veja-se o fascínio pela guerra e a consequente desvalorização da vida, a pobreza das maiorias, o saque de recursos levado a cabo pelos homens de poder. Aí, por exemplo, as ONG sabem muito bem que se os alimentos não forem entregues directamente às mulheres, às mães, ninguém come...
Por que razão o poder das mulheres ainda se circunscreve tanto ao lar, à família, à intimidade é, sem dúvida, uma longa história. Que o mundo precisa da ascensão urgente de um poder genuinamente feminino, que sirva de contraponto a um poder excessivamente masculino, é outra, igualmente longa.
Vale a pena tentar perceber ambas, mas o que me trouxe agora aqui foi a constatação de que, no seio mesmo da nossa comunidade escolar, o problema se põe com uma agudeza quase “africana”. Enquanto educadores, temos responsabilidades nesta matéria. Trata-se de uma questão de cidadania – tema do Projecto Educativo da nossa Escola.
Isto porque há dias, assistindo ao debate entre as duas listas concorrentes à Associação de Estudantes, verifiquei com espanto que apenas uma das listas apresentava, sobre o palco do espaço Polivalente, uma rapariga. Quando perguntei se na outra lista não havia raparigas, foi-me dito que sim, mas que, por “vergonha”, elas não subiam ao palco...
Então, vejamos, deixem-me situar: 2008, século XXI, país integrante da União Europeia... Alguma coisa não batia certo ali...
Só tenho uma turma na Escola (as outras são no E.P. de Alcoentre), mas pela amostra, não me parece nada mal o desempenho das raparigas. Pelo contrário, nesta faixa etária pelo menos, elas ganham aos pontos: inteligência, conhecimento do mundo, maturidade, bom senso, sentido de responsabilidade, capacidade de trabalho... nada parece faltar a estas jovens. Será o excesso de atributos que as penaliza? Pode uma comunidade, de alunos ou outra, dispensar tamanho capital humano?
O que impede então as alunas (e as mulheres em geral) de o usarem? Quais as razões da sua “vergonha” de se apresentarem diante de um grupo enquanto os rapazes o fazem com tanto à vontade? Que ideia têm do PODER os nossos jovens? O conceito de poder enquanto normal exercício de uma cidadania responsável poderia ensinar-se? Claro, sobretudo pelo exemplo...
Imagem: Mark Ryden
Na rubrica intitulada “Perfis do Futuro”, a revista Pública, de 2 de Novembro último, traça o perfil de Joana Rigato (28 anos), professora de Filosofia do ensino secundário e membro da Comissão Nacional Justiça e Paz, da Igreja Católica. Prova de que, apesar de tudo, também por lá existe gente interessante...Casada com um italiano, escolheu viver em Portugal, porque “em Itália a consciência social está mais desenvolvida.”
“Com o marido e amigos, fundou uma pequena associação para divulgar o comércio justo e a interculturalidade, a Roda Inteira.”
Sobre a televisão, diz: “É um instrumento perverso de manipulação. Através da Net, tenho acesso ao que é importante e me interessa, faço-o de forma activa, enquanto a TV retira qualidade de vida e espírito crítico.”
“O que mais me sensibiliza neste momento é o conceito de decrescimento sustentável. Interessa a sustentabilidade, mas mais importante seria inverter a loucura de querer crescer infinitamente e não consumir o desnecessário.” Isto implica mesmo com a noção de comércio justo: “Se fazemos uma loja de comércio justo, damos uma alternativa às pessoas, mas continuamos a reduzir o ser humano a um consumidor, além de fazer do consumo pelo consumo um beco sem saída para o planeta.”
“O consumo inútil é, portanto, a sua batalha: “É muito difícil viver do essencial quando tudo ensina a ser consumidor. Trabalhamos dez a doze horas por dia apenas para consumirmos mais. Estragamos a nós e ao planeta. Quanto mais liberta estiver dessa lógica, mais feliz sou. É preciso tempo para respirar ar puro, para rezar, para as relações humanas, para apreciar a natureza. É necessário uma ética comercial diferente e uma economia ao serviço das pessoas. É preciso viver a sobriedade e a ética do necessário.”
Sites: http://oquesubjaz.blogspot.com
http://www.transamericana.org/joana_ita.aspSamhain
Hemisfério Norte: 31 de Outubro
Hemisfério Sul: 1 de Maio
O Samhain (pronuncia-se "sou-en"), também chamado de Halloween, Hallowmas, Véspera de Todos os Sagrados, Véspera de Todos os Santos, Festival dos Mortos e Terceiro Festival da Colheita, é o mais importante dos oito Sabbats dos Bruxos. Como Halloween, é um dos mais conhecidos de todos os Sabbats fora da comunidade wiccana e o mais mal-interpretado e temido.
Samhain celebra o final do Verão, governado pela Deusa. (O nome Samhain significa "Final do Verão".)
Samhain é também o antigo Ano Novo celta / druida, o início da estação da cidra, um rito solene e o festival dos mortos. é o momento em que os espíritos dos seres amados e dos amigos já falecidos devem ser honrados. Houve uma época na história em que muitos acreditavam que era a noite em que os mortos retornavam para passear entre os vivos. A noite de Samhain é o momento ideal para fazer contacto e receber mensagens do mundo dos espíritos.
A versão cristã do Samhain é o Dia de Todos os Santos (1o de Novembro), que foi introduzido pelo Papa Bonifácio IV, no século VII, para substituir o festival pagão. O Dia dos Mortos (que cai a 2 de Novembro) é outra adaptação cristã ao antigo Festival dos Mortos. é observado pela Igreja Católica Romana como um dia sagrado de preces pelas almas do purgatório...
"A força do colectivo é a força do noite - a Lua, o psiquismo sociocultural que prende a pessoa ao passado da sociedade a que pertence. Esta sociedade funciona como uma força de inércia involutiva. Dane Rudyard diz que a força da individuação é a força do dia - o Sol, a consciência humana, que é a força inteligente da existência. Inteligência que dia a dia cada ser humano conquista ou não para si próprio."
"Esta é uma experiência “pós-morten” das mais fantásticas e maravilhosas que já li até hoje. Um doente em fase terminal (de cancro) esteve morto mais de hora e meia e voltou de novo à vida, ficando completamente curado, para contar tudo o que viu e experimentou no “outro lado”, ou seja, num outro estado. Na verdade já existem imensos casos relatados em livros sobre pessoas que estiveram mortas clinicamente, e voltaram a viver inexplicavelmente, curadas de suas doenças completamente. A ciência não encontra para isso qualquer explicação e a Medicina diz apenas que essas curas são “remissões expontâneas”... constatando apenas factos registando testemunhos ou experiências pessoais dos que vivenciaram coisas nas plagas espirituais.
A história de Mellen-Thomas Benedict é no entanto a mais impressionante e interessante de todas pela forma como tudo aconteceu, descrevendo tudo o que viu e sentiu quando vislumbrou a Luz de outras dimensões, dizendo que falou com o que julga ser Deus muito diferente dos conceitos que fazem sobre Ele as próprias Religiões. De resto, Thomas Benedict diz mesmo a este respeito o seguinte..."
Ler aqui: http://www.novaera-alvorecer.net/viagem_a_luz_e_voltar.htm
Temos fragmentos de lembranças dessas outras dimensões onde estamos coexistindo, mas ainda não estamos desenvolvidos o suficiente em lucidez para acessar essas vidas – realidades com plenitude.
Somos parte de um montante holográfico. Nossa totalidade divide-se em algo como se fossem pontos de luz/consciência estando simultaneamente em todos os tempos.
Saber dessa condição nos faz concluir que podemos ter acesso constante aos outros tempos nossos de actuação e também nos habilita a ampliar as nossas capacidades totais, pois certamente poderemos a todo instante criar novas realidades.
As nossas crenças se traduzem nas nossas realidades e se você fizer um trabalho eficiente com o seu poder pessoal poderá concretizar muito mais do que jamais imaginou para si mesmo. As nossas crenças subliminares também possuem muita força para se materializar, são para-realidades prontas, nas quais estamos coexistindo. Por isso a necessidade séria do auto-conhecimento, para que jamais possamos criar algo baseado na baixa auto-estima, etc. Por conta disso, a importância de se reconhecer e de se transmutar um pensamento agregado a uma imagem obsessiva.
Ex.: Uma constante visualização de um acidente de carro, já es
tá acontecendo em outro nível de realidade... Daí para baixar para este plano, basta um descuido. Existe uma forma de tratamento para acessar esses padrões de realidades multimodais e transmutá-los, é através de um processo chamada "imagética".
Por intermédio de ampliação da consciência em lucidez fora do corpo, também se pode entrar em contacto com as outras dimensões nas quais habitamos.
Neste sentido somos acometidos pela oportunidade de usarmos todo esse aparato criativo a nosso favor, buscando nesse movimento a ampliação da nossa consciência e como consequência podemo-nos envolver num porquê existencial mais genuíno.
Estamos todos agindo simultaneamente, ora como participantes inseridos dentro de um suposto contexto, ora como observadores neste imenso show.
Somos
os actores de nós mesmos, por isso é que necessitamos de saber com clareza e responsabilidade sobre o modo como estamos actuando em cada instante, podendo assim desenvolver as nossas habilidades e sermos os senhores criadores das nossas realidades com total consciência, deixando de ser definitivamente seres autómatos.
Por isso é altamente relevante a importância da busca sincera e da participação lúcida onde quer que possamos estar. Sempre exigindo de nós mesmos a consciência da totalidade.
É certo que novos caminhos se vão abrindo na medida em que se avança pela própria vontade de se ter consciência e lucidez. Estes são processos pelos quais qualquer consciência encarnada ou não pode passar.
Somos grandes, temos a divindade em nós. É hora de acordar. Busque parcerias que estejam no mesmo propósito."
Imagens: Google