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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

VIAGENS QUE TRANSFORMAM A NOSSA VIDA

Ainda restam algumas vagas...


Estas são na verdade duas oportunidades únicas de conhecer aqueles lugares míticos (e místicos) com que sempre sonhámos; trata-se de viagens que podem transformar as nossas vidas.

São dois dos locais visitados por Jean Shinoda Bolen no seu maravilhoso livro (um dos da minha vida...) "Travessia para Avalon" - as penúltima e última etapas da sua "travessia" ou peregrinação. Locais por excelência do sagrado feminino.

Vou transcrever um excerto do livro em questão em que a autora, Jean Shinoda B. responde ao convite para a referida peregrinação que lhe foi feito por uma habitante de Glastonbury depois de ter lido o seu livro "As Deusas em cada Mulher":


"Há tanta sincronicidade (de que a senhora não podia estar ciente) no atempamento da sua carta, nos planos que propõe, nos locais e pessoas que tem em mente para eu conhecer, que estou pasmada. Sinto arrepios na espinha. De certo modo, a sensação que me dá esta viagem é como que o desenrolar de um caminho da meia-idade, ainda por descobrir, um rito iniciático, talvez, e, com certeza, uma introdução a alguma coisa de que somente tenho vagos palpites.

A sua carta chegou num período que eu sinto gnosticamente como um portal, um momento mítico no tempo e no espaço (...). Para mim, esta é uma altura de liminaridade, de passagem de uma parte da vida para outra, quando me estou a aventurar - do ponto de vista psicológico - para lá do "meu mondo conhecido", escutando um apelo para viver com mais a
utenticidade, mesmo que isso me leve ao conflito e à incerteza."

Se estas palavras fizerem eco no seu coração...

domingo, 9 de março de 2008

A magia de Findhorn


"Uma pequena gruta à beira- mar, no litoral da Escócia. Um grupo de mulheres limpa o local. Não são irmãs, nem amigas nem tampouco colegas de trabalho. Na verdade, algumas mal se conhecem. Mas neste momento estão todas unidas, como se formassem uma só família. Sua intenção é realizar um ritual que valorize a energia feminina. A caverna representa o útero. A limpeza, a purificação. Unidas, trabalham concentradas na simbologia de seus atos. Depois farão outros rituais, acenderão velas, transformarão este lugar mítico numa representação de si próprias. Estão em busca de autoconhecimento, de contato com a espiritualidade, da Grande Deusa. Mas, para Olga Cristina Amato Balian, uma brasileira que integra o grupo de 18 pessoas, a cerimônia tem também o sabor de celebração. Marca um ciclo de sete anos de mudanças em sua vida. Um período iniciado, quem diria, por uma garrafa térmica de café." (...)

Ler mais em http://estilonatural.uol.com.br/Edicoes/49/artigo63263-1.asp