TU SABES QUE ESTÁS A FICAR LOUCO NO SÉCULO XXI QUANDO:
1. Envias um e-mail ou usas o GTalk para conversar com a pessoa que
trabalha na secretária ao teu lado;
2. Usas o telemóvel na garagem de casa para pedir a alguém que te
ajude a levar as compras;
3. Esqueces o telemóvel em casa (coisa que não tinhas há 10 anos
atrás), ficas apavorado e voltas para buscá-lo;
4. Levantas-te pela manhã e quase que ligas o computador antes de tomar o café;
5. Conheces o significado de tb, qd, cmg, mm, dps, k, ...;
6. Não sabes o preço de um envelope comum;
7. A maioria das anedotas que conheces, recebeste por e-mail (e ainda
por cima ris sozinho...);
8. Dizes o nome da tua empresa quando atendes ao telefone em tua
própria casa (ou até mesmo o telemóvel!!);
Digitas o '0' para telefonar desde tua casa;
10. Vais para o trabalho quando está a amanhecer, voltas para casa
quando anoitece de novo;
11. Quando o teu computador pára de funcionar, parece que foi o teu
coração que parou;
11. Estás a ler esta lista e a concordar com a cabeça e a sorrir;
12. Estás a concordar tão interessado na leitura que nem reparaste que
a lista não tem o número 9;
número 9 e nem viste que há dois números 11;
14. E AGORA ESTÁS A RIR DE TI MESMO!!!
15. Já estás a pensar para quem vais enviar esta mensagem;
16. Provavelmente agora vais clicar no botão 'Reencaminhar'... é
a vida...que mais poderias fazer?... foi o que eu fiz também...
Feliz modernidade."
(E-mail recebido há pouco...)
OS ESCRAV
OS DOS TEMPOS MODERNOS
"Em contraste com os que vivem em tribos, poucas pessoas dizem não ser sequer remotamente “livres” na nossa sociedade moderna: são escravas dos tempos modernos, mantidas em cativeiro pelos “proprietários de escravos” da nossa cultura.
Os proprietários de escravos utilizam as correntes da hipoteca devida ao banco, do empréstimo para o carro, das contas do cartão de crédito por pagar, da exigência de pagamento de impostos se possuírem casa própria, e as muitas outras formas subtis e não tão subtis de pressão económica e cultural que nos retiram a maior parte do tempo de vida e o utilizam para os seus próprios fins.
(…)
Os escravos sabem quando são escravos, independentemente das palavras utilizadas para descrever a sua escravidão. E procurarão escapar à escravidão, seja através de drogas cada vez mais potentes, de “entretenimento” cada vez mais intenso, ou de comportamento psicopático violento.
Temos de começar a ensinar aos nossos filhos e aos nossos cidadãos como procurar uma história mais verdadeira do mundo e encorajá-los a procurar a verdade do presente. Só assim conseguiremos voltar a ligar-nos ao passado e começar a criar uma identidade pessoal, identidade colectiva e responsabilidade colectiva maiores. A partir desse novo sentido de quem somos e de qual o nosso lugar no mundo, tornar-se-ão visíveis e possíveis as coisas que temos de fazer para ajudar a salvar o mundo; sem essa perspectiva, parecem esmagadoras e impossíveis.
Nas minhas explorações neste campo, cheguei à conclusão de que os povos das Culturas Antigas do mundo têm lições importantes para nos dar. Na verdade, podem ser essas as lições que salvarão o nosso mundo…”
OS NOSSOS MITOS MAIS MORTAIS
"A nossa cultura ensina que as civilizações (cidades/estados) surgem em resultado de inovações tecnológicas (como a agricultura), proporcionando às pessoas mais tempo livre. Com este tempo livre, diz a história, produzem arte, literatura, religião e exploram o cosmos. As culturas "primitivas" não têm essas coisas porque não têm tempo para elas.
De facto, no entanto, estes são dois dos nossos mitos mais mortais."
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