Mostrando postagens com marcador Angelina Jolie. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Angelina Jolie. Mostrar todas as postagens

sábado, 19 de abril de 2008

Angelina Jolie

Texto de um power point que recebi hoje, sobre o trabalho humanitário de Angelina Jolie, acompanhado de belas fotos que não dá para colocar aqui - terão que ser imaginadas...

"Um só planeta,

dois mundos tão distantes...

Porém, há tantos que despertam e adormecem com fome...

A Terra produz o suficiente para todos.

Políticos de um partido qualquer,

comemoram uma vitória qualquer,

numa eleição qualquer...

Que diferença faz...?

Cada vez mais imersa em escândalos, falcatruas e no seu eterno teatro de vaidades, a política partidária distancia-se cada vez mais daqueles a quem deveria servir: o povo...

As bolsas de valores

comemoram os crescentes

lucros obtidos com

rentáveis acções.

É a festa dos ricos,

cada vez mais ricos...

Enquanto isso, no outro extremo, a vã espera por qualquer resto, migalha ou sobra que possa atenuar a fome...

Que cruel abismo é este que construímos...?

De um lado, o consumo desenfreado,

E do outro, nada para consumir...

Como a vida é frágil,

se a abandonam...

Separados pelo abismo, dois mundos diferentes:

de um lado, o nosso mundo, o dos abençoados pelo destino;

do outro, o triste mundo da grande maioria de excluídos, esquecidos, ignorados pelo destino...

Enquanto a maioria prefere ignorar o que se passa do outro lado do abismo, existem, - ainda bem -, aqueles que vêem mais além, que se preocupam, e tentam construir pontes.

E uma destas pessoas chama-se Angelina,

‘pequeno anjo’ em italiano.

O que leva uma jovem actriz a abdicar de todo o conforto, e a viajar por meio mundo para aliviar com o seu abraço um coração entristecido...?

O garoto africano, de sete anos de idade, traumatizado pelos muitos conflitos tribais que já presenciou, vive excessivamente agitado, motivo pelo qual a família o mantém amarrado o tempo todo.

Durante a visita, diante do carinho e do abraço, aquietou-se...

Há sete anos envolvida em trabalhos humanitários, Angelina Jolie conta que durante os primeiros dois anos chorava continuamente durante as viagens. Hoje, diz que aprendeu a controlar melhor o sentimento de desespero diante de tamanha miséria, e que busca meios que viabilizem uma solução para tantos problemas encontrados.

Como embaixadora da boa vontade das Nações Unidas, ela tem percorrido dezenas de países:

Chade, Costa Rica, Índia, Paquistão, Líbano, Sudão, Tailândia, Sri Lanka, Tanzânia, Equador, Namíbia, Cambodja, Serra Leoa, entre outros.

A primeira pessoa a ser agraciada com o título de “Cidadã do Mundo”, conferido pelas Nações Unidas.

“Eu não me sinto apenas americana, mas também cidadã do mundo.”

Angelina Jolie foi escolhida pela revista Time como a segunda mulher mais influente do globo.

Além de emprestar a sua imagem, e de doar o seu tempo e dinheiro a refugiados e órfãos, ela procura levar a realidade que vivencia nas suas viagens até aos líderes mundiais e governantes dos países ricos, propondo soluções e desencadeando acções.

Segundo a reportagem da revista Time, doa um terço de seus rendimentos em prol das causas humanitárias.

Chamar a atenção do mundo para as causas humanitárias, envolvendo-se intensamente em cada projecto, também tem os seus riscos.

Enquanto visitava Angola juntamente com a Unicef, após a guerra em 2002, foi contaminada gravemente pela malária, chegando a quase perder a audição.

Na época, ao comentar o episódio numa entrevista, afirmou:

“Existem alguns riscos que são dignos de se correr, porém o medo de riscos é indesculpável. Temos que defender aquilo em que acreditamos.”

Numa outra entrevista, ela afirma que durante a adolescência era um tanto rebelde, e que não conseguia imaginar-se constituindo família algum dia. Acrescenta que a oportunidade de colaborar para uma causa mais nobre mudou toda a sua maneira de ver a vida.

“O que eu tenho feito tem-me dado uma nova perspectiva e levado a descobrir um outro mundo, de dor e medo. Tentar chegar ao próximo conduziu-me a uma vida de significado”.

Certa vez, interrogada por um jornalista sobre as suas motivações humanitárias, respondeu (sobre Maddox, um de seus três filhos adoptivos):

"Gostaria que Maddox se recordasse de mim não apenas como uma actriz que representou bem e que por isso ganhou prémios, mas também como alguém que se preocupou com os outros e que fez, ou que pelo menos tentou, com que o mundo fosse melhor para os outros".

“Angelina representa este momento de ressaca e digestão dos tempos de excesso, em que questões antes tidas como públicas se tornam responsabilidade pessoal.”

Camila Piza, psicóloga

“Sexy, sem ser vulgar, Angelina concentra a versatilidade do papel feminino contemporâneo. As suas mil faces não deixam espaço para a imagem certinha. É o novo tipo de celebridade. Enfim, uma heroína de carne e osso. “

Dario Caldas, sociólogo

“Guerreira e frágil, a diva ambígua constrói, com um velho coração maternal, uma nova família multiracial.”

Revista Veja

Uma heroína com os olhos voltados para o mundo real, que ela tenta melhorar com compaixão e bravura.

Os prémios, o Oscar e o Globo de Ouro que ela acumula, os filmes e os festivais... tudo isso passará... Porém, o amor, a solidariedade, a generosidade e a compaixão... são estes os bens eternos, que para sempre acompanharão aqueles que os manifestam..."

“Felicidade é a certeza de que a nossa vida não está se passando inutilmente.”

Érico Veríssimo

Formatação do power point: um_peregrino@hotmail.com (adaptado)

Imagem: Google