domingo, 3 de julho de 2011

OS NOSSOS ANTEPASSADOS FORAM OS FENÍCIOS, SEGUNDO MOISÉS ESPÍRITO SANTO


Mulher da região de Belém, Palestina, com um traje semelhante aos trajes tradicionais das mulheres portuguesas da região de Entre-Douro-e-Minho: a cultura portuguesa tem origem, em termos estruturais, púnica (fenícia), com maior incidência na região dos castros, das citânias e das cividades: cultura castreja, no noroeste peninsular, onde, ainda hoje, a zona de implantação desta cultura púnica corresponde às zonas de maior densidade populacional da Península Ibérica.

Moisés Espírito Santo

“Foi o primeiro etnólogo a demonstrar, de modo sistemático, com conceitos científicos, racionais e explicativos, na descrição etnológica da realidade social do território português, a origem Fenícia/Púnica/Cananeia, das suas populações: populações matriarcais, matrifocais, matricêntricas e matrilineares, através dos estudos de toponímia, da origem da língua e da análise dos cultos religiosos, num ambiente académico ainda moldado, nos anos 80 e 90 do século XX, pela imposição escolástica e caciquista de erudição greco-latina e católico-romana (cosmovisão católico-romana), próprias da Europa medieval e da Contra-Reforma, dos países do sul da Europa: Portugal, Espanha e Itália.”

(…)

Segundo ele:

“As Culturas que deram origem aos portugueses são, portanto, a Púnica/Fenícia/Cananeia, comum a todo o território, a Hebraica/Judaica, sobretudo no Noroeste Peninsular, que são culturas indígenas, sendo a Romana e, posteriormente, a Berbere, culturas invasoras do território a partir do Sul: todos os outros povos derivam da mitologia dos historiadores e arqueólogos tradicionais, que utilizavam métodos rudimentares e pré-modernos na análise da realidade social. Assim, quase a totalidade dos povos pré-romanos são povos míticos, inventados pelos historiadores e arqueólogos tradicionais, como os Cónios, Brácaros, Célticos, Coelernos, Equesos, Gróvios, Interamicos, Leunos, Luancos, Límicos, Narbasos, Nemetatos, Gigurri, Pésures, Quaquernos, Seurbos, Tamagani, Taporos, Zoelas ou os Turodos, derivados de uma abordagem mítica, não racional, pré-científica, sem conceitos racionais, sem métodos racionais e sem uma explicação racional, na análise das populações do território português, baseada, sobretudo, em documentos escritos latinistas católico-romanos ou de um crioulo latinista. A influência celta, goda, sueva, visigoda ou moçárabe é inexistente em Portugal e na Galiza: aquilo que os historiadores tradicionais de Portugal e Espanha chamaram celtas são, na realidade, os púnicos ou fenícios: uma cultura autóctone. Constata-se, portanto, que os púnicos/fenícios são os portugueses antigos, os lusitanos, a cultura estrutural mais antiga, comum a todo o território português desde o Minho ao Algarve, de onde derivam as várias gerações de portugueses e os portugueses actuais, mas melhor estruturada na civilização das citânias, castros e cividades, no Noroeste Peninsular, cuja organização social se baseava em torno do conceito jurídico e social de 'Berit' ou de 'Kan Berit': pacto, aliança, onde, de modo concomitante, a Cultura Judaica (que é uma cultura indígena, autóctone, similar à Púnica/Fenícia, mas com carácter patriarcal, patrilinear e patrifocal) se sedimentou e que está na origem da nobreza portuguesa, famílias senhoriais, os morgadios, as famílias troncais, do Noroeste Peninsular: Galiza, Astúrias e Entre-Douro-e-Minho, sendo as antigas sinagogas sefarditas uma parte considerável das Misericórdias do Noroeste Peninsular, de onde se expandiu a Cultura Portuguesa para os vários continentes do Mundo. Exemplo claro deste facto é a Igreja da Misericórdia de Vila Real, em Trás-os-Montes, fundada em 1532 por D. Pedro de Castro, centro de fé aristocrático : uma antiga sinagoga judaica . O Judaísmo antigo, sefardita, da Tribo Judá, clãs familiares patriarcais, está no fundamento da nobreza do Noroeste Peninsular (à semelhança do que acontece com a maioria das velhas monarquias europeias e que é anterior à nacionalidade portuguesa, como se pode deduzir a partir da análise preliminar do Brasonário Português e dos nomes familiares, típicos da região de Entre-Douro-e-Minho…”

http://pt.wikipedia.org/wiki/Moisés_Espírito_Santo


Um comentário:

Teena in Toronto disse...

Happy blogoversary :)