quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A UNIVERSIDADE DOS ILETRADOS

Fantástico! É como se o próprio Gandhi tivesse reencarnado com o seu profundo humanismo, compaixão, irreverência e profunda ingenhosidade. não tenho dúvidas de que a divindade age através de seres deste calibre:









quarta-feira, 23 de novembro de 2011

CAPITALISMO SELVAGEM - A DOUTRINA DO CHOQUE - ESTÁ NAS NOSSAS MÃOS FAZÊ-LOS MUDAR!




Naomi Klein

http://vimeo.com/26773488

Naomi Klein é uma activista política e abre com este filme as entranhas do capitalismo selvagem. Vemos hoje as crises propagarem-se na Europa: Grécia, Irlanda, Portugal, Espanha. A questão fundamental mostrada por ela é a Doutrina do Choque aplicada à população em geral para adoptar sem críticas e aceitar pacificamente as medidas impostas.

Convém ressaltar que em 1951, o psiquiatra
Eduard Cameron foi o mentor dessa Doutrina do Choque com o objectivo de apagar o cérebro, transformando os pacientes em verdadeiros zumbis. Tratamentos de choque eram aplicados sem nenhum critério e eram um verdadeiro segredo de Estado. Tudo era feito secretamente.

Donald Rumsfeld e Milton Friedman utilizaram a Doutrina de Choque Económico. Criaram uma escola em Chicago que formava os chamados “chicagos boys”, alguns sul-americanos que receberam bolsas (chilenos e brasileiros).

Todos os governos: Kennedy, Lindon, Johnson, Nixon, Reagan, nos Estados Unidos e Margareth Tatcher – a Dama de Ferro – na Inglaterra, fomentam esta Doutrina do Choque.
Em 1970, Allende vencia as eleições no Chile e Nixon usou toda a sua força para que ele não assumisse o cargo, pois as multinacionais (ITT, gás) eram americanas. Era necessário destruir a economia chilena. O golpe foi dado com todo apoio e repressão do governo americano. O horror perpetrado no Chile levou 13.000 encarcerados ao célebre Estádio, câmara de terror e morte de milhares de chilenos.
O Chile viu-se diante de uma economia desastrosa com aumento dos impostos, desempregados e inflação de 375% ao ano.
A Terapia de Choque beneficiava os ricos e empobrecia ainda mais os pobres. As torturas, o desaparecimento de corpos, fortaleciam o governo Pinochet. O regime de terror instalado deixava a população à mercê dos militares. Convém ressaltar que o Brasil foi o primeiro a sofrer o golpe e a exportá-lo para outros países do Cone Sul: Argentina, Chile e Uruguai. Digamos que o Brasil foi a alavanca que proporcionou outros regimes de terror na América Latina.

A Doutrina do Choque chegou a ser aplicada na Inglaterra por Margareth Tatcher, que sufocou a greve geral dos mineiros, resultado do programa de privatizações de gás, água, electricidade e petróleo.
A Doutrina Keynesiana entrou em vigor e utilizava os mesmos métodos. Em 1991, a Rússia (URSS) dissolve-se e adopta o livre mercado. Foi um choque sem terapia. Teve como consequência milhões de russos na pobreza mais absoluta, sem salários, etc. Moscovo tornou-se um centro de milionários e mafiosos.



Tudo isto nos mostra Namoi Klein neste seu vídeo. Vale a pena vê-lo, divulgá-lo e debatê-lo.

Fonte: http://www.torturanuncamais-rj.org.br/jornal/gtnm_76/cultura.html

A Doutrina do Choque


Naomi Klein
http://vimeo.com/26773488
Naomi Klein é uma activista política e abre com este filme as entranhas do capitalismo selvagem. Vemos hoje as crises propagarem-se na Europa: Grécia, Irlanda, Portugal, Espanha. A questão fundamental mostrada por ela é a Doutrina do Choque aplicada à população em geral para adoptar sem críticas e aceitar pacificamente as medidas impostas.
Convém ressaltar que em 1951, o psiquiatra Eduard Cameron foi o mentor dessa Doutrina do Choque com o objectivo de apagar o cérebro, transformando os pacientes em verdadeiros zumbis. Tratamentos de choque eram aplicados sem nenhum critério e eram um verdadeiro segredo de Estado. Tudo era feito secretamente.

Donald Rumsfeld e Milton Friedman utilizaram a Doutrina de Choque Económico. Criaram uma escola em Chicago que formava os chamados “chicagos boys”, alguns sul-americanos que receberam bolsas (chilenos e brasileiros).

Todos os governos: Kennedy, Lindon, Johnson, Nixon, Reagan, nos Estados Unidos e Margareth Tatcher – a Dama de Ferro – na Inglaterra, fomentam esta Doutrina do Choque.
Em 1970, Allende vencia as eleições no Chile e Nixon usou toda a sua força para que ele não assumisse o cargo, pois as multinacionais (ITT, gás) eram americanas. Era necessário destruir a economia chilena. O golpe foi dado com todo apoio e repressão do governo americano. O horror perpetrado no Chile levou 13.000 encarcerados ao célebre Estádio, câmara de terror e morte de milhares de chilenos.
O Chile viu-se diante de uma economia desastrosa com aumento dos impostos, desempregados e inflação de 375% ao ano.
A Terapia de Choque beneficiava os ricos e empobrecia ainda mais os pobres. As torturas, o desaparecimento de corpos, fortaleciam o governo Pinochet. O regime de terror instalado deixava a população à mercê dos militares. Convém ressaltar que o Brasil foi o primeiro a sofrer o golpe e a exportá-lo para outros países do Cone Sul: Argentina, Chile e Uruguai. Digamos que o Brasil foi a alavanca que proporcionou outros regimes de terror na América Latina.

A Doutrina do Choque chegou a ser aplicada na Inglaterra por Margareth Tatcher, que sufocou a greve geral dos mineiros, resultado do programa de privatizações de gás, água, electricidade e petróleo.
A Doutrina Keynesiana entrou em vigor e utilizava os mesmos métodos. Em 1991, a Rússia (URSS) dissolve-se e adopta o livre mercado. Foi um choque sem terapia. Teve como consequência milhões de russos na pobreza mais absoluta, sem salários, etc. Moscovo tornou-se um centro de milionários e mafiosos.

Tudo isto nos mostra Namoi Klein neste seu vídeo. Vale a pena vê-lo, divulgá-lo e debatê-lo.

Fonte: http://www.torturanuncamais-rj.org.br/jornal/gtnm_76/cultura.html

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

HAVERÁ ALGUM PROPÓSITO OCULTO EM COMPLICAR A LINGUAGEM OFICIAL?

A portuguesa Sandra Fisher-Martins não chega a esse ponto, mas duma maneira divertida adverte-nos para a importância de exigirmos compreender o que nos dizem os colarinhos brancos que nos governam e que uma larga percentagem de nós pura e simplesmente não entende. Já lhe chamaram Administrês...

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

UMA NOVA ESPÉCIE HUMANA


"A energia biológica expressa-se por vibrações. A matéria é um ritmo. A substância (sólida líquida ou gasosa) é uma frequência e a energia vibratória é a energia da existência. A nossa energia vibratória expressa-se mediante vibrações rítmicas."

Ler aqui:

http://www.elpais.com/articulo/sociedad/gesta/advenimiento/nueva/especie/humana/elpepisoc/19820610elpepisoc_4/Tes

sábado, 24 de setembro de 2011

Em nome do amor aceitamos por vezes o inaceitável



ABENÇOADA CÓLERA

"O respeito de si mesm@ leva por vezes os indivíduos àquilo a que poderíamos chamar “abençoada cólera”, um movimento habitualmente associado ao aspecto sombra na Terra. Muit@s de vocês imaginaram que era preciso ser só amor, paz e doçura para continuar numa via espiritual. Fazendo isto, esqueceram que o vosso lado mais colérico, mais afirmativo e o mais incisivo lhes permitiria em primeiro lugar ter amor para convosco mesmos, ou seja, que vocês são o ser mais importante da vossa vida. Porque se não se respeitarem, não podem verdadeiramente respeitar @s outr@s.

Repeitar-se a si não é uma incitação para impor a sua vis às outras pessoas. É mais um convite para que várias realidades possam coabitar em paralelo, sem renunciar à sua essência e honrando igualmente a d@s outr@s. Eis um equilíbrio muito nobre aonde se chegar.

A “abençoada cólera” é um elemento autorizado na encarnação. Em nome do amor as pessoas aceitam o inaceitável. E progressivamente, as liberdades individuais foram postas de lado em detrimento do equilíbrio da vida. Pouco a pouco os Seres renunciaram ao próprio fundamento da sua vida, segundo o qual cada expressão do Todo é soberana e livre nas suas escolhas. Este conceito foi tão mal amado no Planeta que trouxe a degradação de muitas formas de vida, que perderam a sua dignidade e o seu direito de existir. As formas minerais, vegetais, animais e humanas foram todas afetadas por esta situação.

O fogo é uma energia que traz equilíbrio aos Seres, convidando-os a a respeitar a vida em todas as suas facetas, pouco importando as formas. Se há uma só ordem a honrar na terra, essa é a de respeitar a vida e a liberdade de cada forma de expressão, pouco importa qual. (…)

Por intermédio do vosso fogo interior, podem encontrar e aprender a vossa força e a do vosso poder.”
O COLECTIVO ASTHAR
(canalização no livro Transition – Redefinir a dualidade - Ariane)

PARCERIA OU DOMINAÇÃO?


“Retornamos também a um outro ponto, de igual importância: a diferença essencial entre evolução cultural e biológica. A evolução biológica acarreta o que os cientistas denominam especiação; o surgimento de uma grande variedade de formas de vida cada vez mais complexas.

Em contraste, a evolução cultural humana relaciona-se com o desenvolvimento de uma espécie bem complexa — a nossa —, a qual se apresenta de duas formas: a feminina e a masculina.


Este dimorfismo humano, ou diferença na forma, como vimos, atua como uma coerção fundamental das possibilidades de nossa organização social, a qual pode basear-se tanto na supremacia quanto na união das duas metades da humanidade. A diferença crítica que outra vez deve ser enfatizada é a de que qualquer um dos dois modelos resultantes possui um tipo característico de evolução tecnológica e social. Em consequência, a direção de nossa evolução cultural — especialmente no que se refere a saber se ela será pacífica ou belicosa — depende de qual destes possíveis modelos será o guia para a evolução.

Nossa evolução social e tecnológica pode — o que, como vimos, de fato aconteceu —
passar de níveis mais simples aos mais complexos, primeiro sob uma sociedade de parceria e depois sob uma sociedade de dominação. No entanto, nossa evolução cultural, que direciona os usos que fazemos das maiores complexidades tecnológicas e sociais, é radicalmente diferente para cada modelo. E, por sua vez, esta direção na evolução cultural afeta profundamente a direção de nossa evolução social e tecnológica.

O exemplo mais óbvio é a tecnologia. Sob a direção cultural do paradigma de parceria, enfatizam-se as tecnologias com fins pacíficos. Mas com a ascensão do paradigma dominador, houve a grande mudança para o desenvolvimento de tecnologias de destruição e dominação, que ascenderam gradativamente ao longo de séculos, até nossa época ameaçada.
Como não estamos acostumados a considerar a história em termos de um modelo de dominação ou de parceria da sociedade, que molda nosso passado, presente e futuro, é para nós difícil enxergar o profundo efeito que esses dois modelos exerceram em nossa evolução cultural.”

O CÁLICE E A ESPADA, Riane Eiseler (versão brasileira)

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O CULTO DO ESPÍRITO SANTO - UTOPIAS QUE VALE A PENA REVISITAR


"A simbologia do culto do Espírito Santo virá a ser retomada por Fernando Pessoa, Agostinho da Silva e Natália Correia, entre outros pensadores, poetas ou filósofos portugueses. Citando uma análise recente [37]: se em Fernando Pessoa a ideia quinto-imperialista era uma espécie de ecumenismo multicolor, ou melhor, de total fusão das raças, culturas, povos e religiões do mundo pela capacidade unificadora da língua e da cultura portuguesas transformando tudo num Paganismo Superior; se em Agostinho da Silva a Era do Espírito Santo era a assunção do domínio sereno da inocência infancial pela diluição das hierarquias contra a estreiteza da ordenação da racionalidade ortodoxa e pela miscigenação de todas as raças ao sabor do exemplo português; para Natália Correia o Quinto Império é a harmonização das relações humanas pela afirmação dos valores tutelares associados ao universo feminino. Na teoria joaquimita colocavam-se assim as três idades, nas palavras de Joaquim de Flora [38]: o chicote para o primeiro, a acção para o segundo, a contemplação para o terceiro; sucessivamente, o temor, a fé, a caridade; o estado de escravos, o estado de homens livres, o estado de amigos; de velhos, de adultos, de crianças.

Existem tríades onde o género feminino é dominante. Na Sé de Lisboa (igreja de Santa Maria Maior) tem-se uma imagem na capela do Espírito Santo, também designada da Trindade: a capela foi erguida no final do século XIII [39] e a imagem é designada de Nossa Senhora da Pombinha e estava referenciada por frei Agostinho de Santa Maria como a mais antiga em mãos de cristãos, titular da paróquia de Sé, antecessora da invocação de Santa Maria [40]. O culto de Nossa Senhora da Pomba é reportado aos séculos XI/XII, datando de 1136 o início da construção da abadia do seu nome, próxima do povoado de Alseno, por S. Bernardo [41]. Trata-se aqui de uma trindade com um conceito predominantemente feminino, já que a figura de Deus Pai é agora mulher, Nossa Senhora, que domina a tríade, segurando numa mão a pomba e na outra o menino - a pomba apresenta-se horizontal e o menino transporta numa mão a bola do mundo. Recorda-se uma significação mítica: no livro do Genesis refere-se que foi uma pomba largada por Noé que levava no bico um raminho de oliveira e assim anunciava o fim do Dilúvio, promessa de paz."

http://www.triplov.com/novaserie.revista/numero_07/jose_casquilho/index.html

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

DO CARBONO AO SILÍCIO - A GRANDE ASCENSÃO



Recebido por e-mail, de autor/a desconhecid@


"Que sejam de Paz os nossos pensamentos"

EXTRAORDINÁRIA NOTÍCIA:

DO CARBONO AO SILÍCIO

Agora não é um passo de um estado evolutivo para outro, mas é um salto de uma dimensão para outra, por isso se denomina salto quântico, porque nas anteriores mudanças evolutivas do Ser Humano, este sempre permaneceu com o seu ADN na base do elemento carbono e agora nesta terceira dimensão vem a alteração do ADN para o elemento silício, a base do cristal de quartzo, o ADN cristal, numa tabela periódica dos elementos químicos.

Verão que do elemento carbono ao elemento silício existem oito passos, uma oitava mais alta, quer dizer um salto quântico. Isto acontece quando o átomo sofre uma modificação, devido a forças “externas” que o “obrigam” a mudar internamente e que, por fim, o transformam estruturalmente, alterando a sua morfologia para outros elementos. As partículas de luz, denominadas fótons, serão as causadoras desta alteração no átomo da matéria.

A ASCENSÃO VIBRACIONAL

A Ascensão é a resposta exata aos acontecimentos, situações, alterações, flutuações e estados que a Terra, o Ser Humano e tudo o que a habita estão sentindo hoje em dia.

A Ascensão não é misticismo, nem esoterismo, nem xamanismo, nem bruxaria, nem algo religioso (qualquer que seja a vossa religião), nem algo complexo, nem científico, nem histórico, e muito menos, profético, tampouco é castigo divino ou não-divino, nem sequer é algo fortuito, tampouco milagroso, nem caótico, nem experimental e, por último, não é algo que se possa deter, não é algo que se deva temer e não é algo que seja obrigatório, quando se tem o Livre Arbítrio.
A Ascensão é um ciclo cósmico, que se sucede e se representa sempre, em cada região, lugar, espaço, tempo e parte determinada do Universo.
Nada escapa à Ascensão, nem seres, nem criaturas, nem objetos, nem energias diversas; é um movimento cíclico em espiral ascendente, baseado em oitavas harmônicas e em sequências luminosas de energia (Luz e Amor).
A Ascensão é um caminho de mudança ascendente, que passo a passo aproxima mais da Fonte Eterna de Amor, seja qual for o nome que lhe dêem, pois a Ascensão não distingue raças, sexos, credos ou religiões, status, nem idades.
A Ascensão não se iniciará no ano 2012, nem no Solstício de 22 de Dezembro desse ano, dado que a Ascensão está presente, aqui e agora, na Terra, pois iniciou-se há eons no tempo atrás quando se gerou a vida no Universo.

A Ascensão é composta de infinitos movimentos em espiral ascendente e, cada movimento, culmina o seu ciclo na sua anterior espiral, que termina o seu percurso a cada 26.000 anos aproximadamente, pelo menos a Ascensão que nos corresponde, nesta pequeníssima parte da nossa Galáxia, onde o nosso sistema solar, quase termina o seu presente movimento em espiral, através das doze constelações zodiacais, e é então quando se configura uma
nova espiral evolutiva, que é a sequência da anterior, só que numa oitava superior (como as escalas musicais) de frequência vibratória mais alta, ou seja de mais Consciência desperta nos seres e criaturas que experimentam atualmente a Vida.


Não é a mesma Ascensão do que a de uma nova espiral ascendente, pois a Ascensão é a soma do total das espirais ascendentes, sendo que esta Ascensão dos quase 7.000 milhões de seres humanos que vivemos atualmente na Terra se iniciou há milhões de anos, e a cada 26.000 anos formou-se uma nova espiral ascendente.

A nova espiral ascendente, pertencente à nossa Ascensão, iniciar-se-á no ano 2012, quando todo o sistema solar no seu conjunto chegue ao fim do seu percurso anterior de 26.000 anos, e inicie um novo percurso, começando na constelação de Aquário, pois estamos saindo da constelação de Peixes (de fato, estamos viajando já entre as duas constelações), e aqui por favor, não pensemos que estamos falando de astrologia nem em nada de ciências esotéricas, nem e xotéricas, nem de misticismo ou xamanismo, estamos somente falando de ciclos cósmicos, e um ciclo é uma volta através de algo, e se lhe somarmos a palavra Ascensão, converte-se então num ciclo ascendente, que formará uma nova espiral, “para cima”, só isso, e se o seu movimento é “para cima”, então por isso adota-se uma espiral, pois é um círculo que regressa à sua origem, mas mais “acima” do que onde começou, e isso é o que se denomina Oitava Superior.

Há 200.000 anos mais ou menos, existiam aqui Neandertais, noutra espiral evolutiva, evoluíram para a raça dos Cro-Magnon, posteriormente, há poucos milhares de anos, o Homo Sapiens, e depois, muito rapidamente, evoluiremos para Homo Sapiens Cósmico.


Então, por que tanto interesse por esta nova espiral evolutiva que se aproxima? Simplesmente porque cada vez, são mais curtos os tempos em que o Ser Humano evolui de um estágio para outro, e sempre melhoram em grande escala todos os aspectos físicos, emocionais, mentais e espirituais, cada vez que este salto quântico se realiza.
As partículas de Luz, denominadas fótons, afetam o átomo da matéria de terceira Dimensão, “movendo-a” para uma Dimensão mais sutil e de frequências maiores, onde encontram a sua ressonância. Por isso, a morfologia do ser humano mutará para o elemento silício, base do cristal, que é um elemento altamente inteligente, com a certeza que estamos dando um salto quântico de elevação de frequência, numa Espiral Fibonacci, que é a base da genética do Ser Humano composta por estruturas cristalinas.

Salto, onde a mutação do ADN, passa da 3ª Dimensão senão à 4ª, mas à quinta, sendo então um salto da terceira à quinta Dimensão.

Por último, na filosofia mística, a palavra Cristo, significa um altíssimo nível espiritual, um Ser Crístico é um nível que se encontra além do nível fraternal, e chama a atenção que o ADN mutará para o silício, deixando de ser carbono, e se o silício é a base do cristal, então o nível de cada átomo que adotará o novo Ser Humano, será de cristal (não confundir com o cristal comum que conhecemos), será o início para um Ser Crístico, ou seja que alcançará o nível "Cristo" que nos espera na escadaria da Ascensão para p
erfeição.
Já ninguém duvida de que nos estamos a aproximar de um momento inexorável da nossa história como espécie. Nem @s cétic@s podem negar que algo está acontecendo a nível planetário, algo que vai além dos conflitos sociais e ecológicos, ou da transformação do paradigma científico.
Para @s que vivem esta realidade como uma experiência energética de expansão e conexão, os tempos têm-se acelerado. Crescimentos abruptos, ruptura de vínculos, desaparecimento de doenças sem existir tratamento, percepções acrescentadas, sincronicidades sem limite.
Parece que estamos vivendo num parque de diversões monumental, onde de repente se ativaram todos os efeitos especiais, enquanto nós testamos todos os jogos de uma vez.

Por vezes é divertido, às vezes é chocante, mas continuamos encontrando um propósito a cada experiência, sentindo cada momento como se fosse o último.

Alguns encontraram a sua própria bússola para se manterem no eixo. Outros, recentemente, estão se apercebendo de que necessitam de uma, antes que a realidade termine desmoronando-se sobre as suas cabeças.


Hoje, quero sugerir-lhes doze passos para o advento de 2012:

MEDITAÇÃO DIÁRIA. Ontem era recomendável, hoje é imprescindível. A meditação diária é o combustível do nosso corpo e da nossa alma para percorrer este tempo. Façam-no de maneira simples, em três fases: respiração consciente, relaxamento corporal, chegada de Luz. Quanto mais simples, mais fácil será incorporá-la como hábito.

INTENÇÃO CLARA. Não podemos continuar vivendo cada dia como quem sobe em um avião e diz ao piloto: "leva-me para onde quiseres". Necessitamos de um propósito continuado sem interrupção.

REGISTRO DE SONHOS. Os nossos sonhos estão-nos guiando na direção da nossa evolução. Sempre o fizeram, mas agora é necessário que prestemos muito mais atenção ao que significam. Pratiquem a memória do sonho, tratem de recordar ainda que não o entendam, dividam-no com outros interessados no mesmo.

DESAPEGO RADICAL. Alguns Seres passaram por experiências duras no plano sentimental, mas tudo isso foi para um propósito, para centrar e equilibrar energias e com isso discernir se a pessoa que os acompanhava tinha o mesmo propósito de evoluir. Avaliar que acontecimento do passado afetou a nossa maneira de sentir e de vibrar. Não ficar estancado nesse acontecimento, transformá-lo. O propósito é simples... Concluir para fechar todas as pontas soltas dessa situação, portanto, tirar disso todas as experiências que tiveram para nos separarmos e terminar de uma vez por todas com o que nos impede o nosso crescimento, avaliar o que realmente nos enche completamente. Despeçam-se verdadeiramente do que não é útil. Descubram que recebem em troca uma energia extraordinária, mantenham-se unidos com os seres que vibram na mesma frequência para expandir essa Luz de cura da mente de todos os outros seres. Não importa a experiência que se teve, o importante é o reconhecimento no Agora do que é realmente valioso para o nosso crescimento interior e tomar a decisão se o nosso parceiro(a) é um obstáculo a isso, se é de simplesmente deixar ir "Terá a sua própria experiência”, se pelo contrário é um Ser que deseja mudar/continuar crescendo, será uma grande ajuda para a evolução como um casal.

REDES SOCIAIS. Reúnam-se, somente, com aquelas e aqueles que dividem esta filosofia de vida. A mudança vos encontrará reunid@s. Participem em práticas de ativação da consciência, mantenham-se bem informad@s através de sites na internet ou de pessoas que vibrem na mesma ressonância e que tenham os mesmos objetivos.

Não percam tempo com ilusões inúteis e fúteis. Dispensem a vaidade. Despertem a consciência o quanto antes. Assistam a seminários e conferências e troquem informações. Façam a gestão das vossas próprias redes de grupos reais ou virtuais.

COMUNHÃO COM A TERRA. A Mãe Terra está evoluindo juntamente conosco. De fato, ela é a iniciadora deste movimento e a razão principal de estarmos girando para um destino superior. É a nave que nos leva através do cosmos. Reverenciamo-na de maneira mais simples e universal: dando Amor a ela e às suas criaturas.

TEMPO NA NATUREZA. Apanhem sol, ainda que seja na varanda uns minutos durante a manhã, tomem contato com a energia natural em todas as oportunidades que tenham. Caminhem, observem os sinais do vento, as nuvens. Carreguem-se de vitalidade e pureza.

ARTE. Expressem-se criativamente, mesmo quando sintam que não têm capacidade artística. A arte é uma qualidade inerente à espécie, só que nos condicionaram a aceitarmos somente certas formas criativas. Permitam que a alma fale no seu próprio código, que é o da arte.

SEGUREM-SE AOS SEUS SONHOS. Cada alma tem um sonho, é esse o seu Norte. Encontrem o que vos torna felizes e sigam o seu rastro. Abandonem definitivamente todos aqueles preconceitos e crenças limitantes que vos dizem o que “é possível” e o que não é. Quando chegarmos ao momento que nos espera como espécie, não nos servirá de nada ter feito as coisas segundo o que “se esperava de nós”. Encontrem o vosso propósito existencial.

LIMPEZA CÁRMICA. Os nossos campos de energia estão cheios de resíduos que já não são funcionais para o nosso crescimento. Noutras épocas, talvez nos tivesse levado anos a compreender e a transmutar esses restos de experiências kármicas. Hoje, a aceleração e as alterações no nosso ADN fazem arrebentar as cristalizações antigas. Limpem o que fica delas com o trabalho dos chakras, cura com sons, desintoxicação do organismo com jejum ou dieta sã, trabalho com a energia.

DESCANSO. Toda esta evolução produz em nós um inusitado cansaço. A matéria está mais lenta na hora de ajustar a sua dinâmica à da consciência. Protejam-se descansando o suficiente, e mais. Se puderem, façam uma sesta, ou sempre que possam, não importa o momento do dia. Se não podem, substituam qualquer “compromisso” por tempo para vós, relaxamento e silêncio reparador. CUIDAR DO CÉREBRO.

PEDIR ASSISTÊNCIA SUPERIOR. Estamos a ser acompanhad@s por entidades espirituais de diferentes cores e frequências, mas com o mesmo grande projeto: ser testemunhas do maravilhoso momento em que uma espécie transita de uma Dimensão para outra. Até certo ponto, podem ajudar-nos com conexões amorosas, estímulo e inspiração.”



terça-feira, 9 de agosto de 2011

GLASTONBURY GODDESS CONFERENCE 2011




SOB O TEMA DAS ÁGUAS

Esta 16.ª Goddess Conference (Conferência da Deusa), em Glastonbury, teve a ÁGUA como tema e por isso a gama de azuis e de verdes que vemos nas imagens. Isso significou igualmente que para além da água em concreto se falou e se viveu emoções, sentimo-nos embalad@s na doçura das águas, tudo foi suave e fluiu docemente. Banhámo-nos em águas de cura, no White Well (poço de águas transparentes, por oposição ao Red Well, o das águas férreas), experienciámos cura emocional, fomos longe nas nossas emoções, sobretudo com o trabalho de Kathy Jones , RE-MEMBERING OUR ANCIENT PRIESTESS/PRIEST SELVES, a que se seguiu ENTERING HER TEMPLE OF ANCIENT MEMORY. Poderoso, mas do reino dos Mistérios - para saber tenho de lá ir… como acontecia em Elêusis, lembram-se?


Nas conferências da Deusa existem essencialmente 3 tipos de actividades: comunicações feitas por aquelas mulheres (eventualmente também homens) inspiradoras que normalmente conhecemos dos livros ou da Net, mas que damos tudo para ver e ouvir ao vivo, como Zsuzsanna Budapest, Kathy Jones, Lydia Ruyle, Vicky Noble, Lauren Raine, Katinka Soetens, Anique Radiant Heart, Julie Felix, Lady Olivia e tantas outras; depois há os workshops, que são fabulosos, claro, embora tenham o senão de coincidirem uns com os outros e de só podermos escolher um em cada uma das tardes de workshops, o que perfaz dois… e sabe a pouco. Finalmente existem as cerimónias, que acabam por ser ainda os momentos mais arrebatadores, por todas as razões, que vão desde a beleza visual, à profundidade do que é trabalhado, ao reavivar das nossas memórias ancestrais de quando a terra e toda a vida eram sagradas.
Uma das comunicadoras mais esperada (pelo menos por mim) era a mítica Zsuzsanna Budapest, que nos contou a sua história de alguém que conheceu em criança os horrores da guerra e que decidiu colocar a sua vida ao serviço da paz, o que para ela só era possível num mundo governado por princípios femininos. Foi assim que acabou por fundar, juntamente com outras mulheres, o chamado ramo Diânico da Wicca, dirigido exclusivamente a mulheres.

AS SOCIEDADES MATRIARCAIS SÃO SOCIEDADES SUSTENTÁVEIS. EM CASO DE NECESSIDADE, AS MULHERES REÚNEM AS CRIANÇAS E COLABORAM

Outra comunicação muito interessante foi feita por Vicky Noble, conhecida autora e ativista que é atualmente docente no Instituto de Psicologia Transpessoal de S. Francisco, USA, do WOMEN’S SPIRITUALITY MASTER’S PROGRAM – um curso de 3 anos vocacionado para a transformação pessoal e para o ativismo social, baseado nos valores do Sagrado Feminino. Vicky Noble falou-nos dos matriarcados ainda existentes no mundo e daquilo em que eles marcam a diferença: pacifismo, igualdade social e sustentabilidade, e deu como referência importante a obra de Shelley Taylor THE TENDING INSTINCT, que se pode adquirir na Amazon.
Seria exaustivo falar de tudo, até porque tudo foi de incrível qualidade.

UMA RELIGIÃO PARA NÓS, MULHERES

Certo dia alguém terá perguntado a Kathy Jones, a criadora da Goddess Conference de Glastonbury e responsável pelo treino das sacerdotisas na actualidade, por que razão nunca falava de deus, ao que ela terá respondido que enquanto houvesse no mundo um tal desequilíbrio entre a importância de Deus e a da Deusa, nunca ela pronunciaria a palavra “deus”. E Zsuzsanna Budapest resumiu de forma muito clara a ideia de que as mulheres precisam duma religião da Mãe num mundo dominado por 4 ou 5 grandes religiões patriarcais: “Religion is the higest politics” (a religião é o grau mais elevado da política). Para além de não estarem a inventar nada, mas de tão-somente estarmos a recuperar aquilo que havia antes da chegada dessas religiões patriarcais, nomeadamente na Europa.
Diz a lenda que Jesus Cristo terá dito a D. Afonso Henriques, quando supostamente lhe apareceu na batalha de Ourique: “Eu quero um país para mim”. Pois nós queremos uma religião para nós, onde o ser supremo seja à nossa imagem e semelhança. Como carecemos dessa identificação toda a vida, como não cabemos inteiras na religião oficial que continua a olhar-nos com desconfiança e a proibir-nos o acesso à sua hierarquia, para além de nunca ter perdido perdão às nossas ancestrais mortas aos milhares nas fogueiras da Inquisição, a sensação que temos ao chegar a um templo vivo da Deusa, como o de Glastonbury, é a de REGRESSO A CASA.

E ENTRE NÓS?

Saímos de lá com a alma lavada, mas também com o peso da responsabilidade de ressuscitarmos na nossa própria cultura os vestígios do culto do Feminino e, garanto-vos que estamos numa terra riquíssima nesse aspeto, onde infelizmente as notícias nos chegam quase exclusivamente pela mão de homens como José Leite de Vasconcelos, Moisés Espírito Santo, Manuel Gandra, Gilberto de Lascariz, Victor Adrião e outros. Notícias que por vezes são contraditórias. Estou curiosa e já encomendei o livro de Gabriela Morais, a Senhora de Ofiusa, mas também sei que Dalila Pereira tem investigação nesta área. Sabemos que Ísis foi uma deusa muito cultuada por aqui, que as várias Nossas Senhoras conservam nas suas várias designações os Seus atributos (e isto é revelador da importância do culto da Deusa). Falta-nos compor a nossa roda do ano, algo que já foi feito em Espanha pelas sacerdotisas da Ibéria. Sabemos de Atécina, Nabia,Trebaruna e pouco mais. Sabemos que muitas deusas foram despromovidas a santas, mas quais, mas onde?

Imagem: Kathy Jones na abertura oficial da Conferência; eu com Lydia Ruyle, autora dos fantásticos estandartes presentes em todas as Conferências do Deusa que se realizam pelo mundo. Falta lá uma deusa de Portugal!


sexta-feira, 15 de julho de 2011

SABE BEM RECEBER PRÉMIOS!


Receber este mimo é uma imensa satisfação, já há muito tempo que não era brindada com nenhum e confesso que nunca tratei muito bem aqueles que recebi… Mas agora soube-me muito bem, Adélia!
Recebi daqui: http://wisheslife.blogspot.com/ (blogue Anseios da Vida)

Devo:
1 - Exibir a imagem do prémio;
2 - Postar o link do blog que premiou (já está lá em cima);
3 - Publicar as regras;
4 – Indicar blogs para receberem. Deviam ser 10, mas não dá pra tanto. Selecionei dois que descobri recentemente e de que gosto. Há outros, mas já os premiei algumas vezes, portanto, por agora são estes dois…
5 - Avisar os indicados.

São estes os blogs que selecionei pela sua qualidade:


- Transformismos
http://saiadebalao.wordpress.com/
- La Isla de Penélope
http://laisladepenelope.blogspot.com/

domingo, 3 de julho de 2011

OS NOSSOS ANTEPASSADOS FORAM OS FENÍCIOS, SEGUNDO MOISÉS ESPÍRITO SANTO


Mulher da região de Belém, Palestina, com um traje semelhante aos trajes tradicionais das mulheres portuguesas da região de Entre-Douro-e-Minho: a cultura portuguesa tem origem, em termos estruturais, púnica (fenícia), com maior incidência na região dos castros, das citânias e das cividades: cultura castreja, no noroeste peninsular, onde, ainda hoje, a zona de implantação desta cultura púnica corresponde às zonas de maior densidade populacional da Península Ibérica.

Moisés Espírito Santo

“Foi o primeiro etnólogo a demonstrar, de modo sistemático, com conceitos científicos, racionais e explicativos, na descrição etnológica da realidade social do território português, a origem Fenícia/Púnica/Cananeia, das suas populações: populações matriarcais, matrifocais, matricêntricas e matrilineares, através dos estudos de toponímia, da origem da língua e da análise dos cultos religiosos, num ambiente académico ainda moldado, nos anos 80 e 90 do século XX, pela imposição escolástica e caciquista de erudição greco-latina e católico-romana (cosmovisão católico-romana), próprias da Europa medieval e da Contra-Reforma, dos países do sul da Europa: Portugal, Espanha e Itália.”

(…)

Segundo ele:

“As Culturas que deram origem aos portugueses são, portanto, a Púnica/Fenícia/Cananeia, comum a todo o território, a Hebraica/Judaica, sobretudo no Noroeste Peninsular, que são culturas indígenas, sendo a Romana e, posteriormente, a Berbere, culturas invasoras do território a partir do Sul: todos os outros povos derivam da mitologia dos historiadores e arqueólogos tradicionais, que utilizavam métodos rudimentares e pré-modernos na análise da realidade social. Assim, quase a totalidade dos povos pré-romanos são povos míticos, inventados pelos historiadores e arqueólogos tradicionais, como os Cónios, Brácaros, Célticos, Coelernos, Equesos, Gróvios, Interamicos, Leunos, Luancos, Límicos, Narbasos, Nemetatos, Gigurri, Pésures, Quaquernos, Seurbos, Tamagani, Taporos, Zoelas ou os Turodos, derivados de uma abordagem mítica, não racional, pré-científica, sem conceitos racionais, sem métodos racionais e sem uma explicação racional, na análise das populações do território português, baseada, sobretudo, em documentos escritos latinistas católico-romanos ou de um crioulo latinista. A influência celta, goda, sueva, visigoda ou moçárabe é inexistente em Portugal e na Galiza: aquilo que os historiadores tradicionais de Portugal e Espanha chamaram celtas são, na realidade, os púnicos ou fenícios: uma cultura autóctone. Constata-se, portanto, que os púnicos/fenícios são os portugueses antigos, os lusitanos, a cultura estrutural mais antiga, comum a todo o território português desde o Minho ao Algarve, de onde derivam as várias gerações de portugueses e os portugueses actuais, mas melhor estruturada na civilização das citânias, castros e cividades, no Noroeste Peninsular, cuja organização social se baseava em torno do conceito jurídico e social de 'Berit' ou de 'Kan Berit': pacto, aliança, onde, de modo concomitante, a Cultura Judaica (que é uma cultura indígena, autóctone, similar à Púnica/Fenícia, mas com carácter patriarcal, patrilinear e patrifocal) se sedimentou e que está na origem da nobreza portuguesa, famílias senhoriais, os morgadios, as famílias troncais, do Noroeste Peninsular: Galiza, Astúrias e Entre-Douro-e-Minho, sendo as antigas sinagogas sefarditas uma parte considerável das Misericórdias do Noroeste Peninsular, de onde se expandiu a Cultura Portuguesa para os vários continentes do Mundo. Exemplo claro deste facto é a Igreja da Misericórdia de Vila Real, em Trás-os-Montes, fundada em 1532 por D. Pedro de Castro, centro de fé aristocrático : uma antiga sinagoga judaica . O Judaísmo antigo, sefardita, da Tribo Judá, clãs familiares patriarcais, está no fundamento da nobreza do Noroeste Peninsular (à semelhança do que acontece com a maioria das velhas monarquias europeias e que é anterior à nacionalidade portuguesa, como se pode deduzir a partir da análise preliminar do Brasonário Português e dos nomes familiares, típicos da região de Entre-Douro-e-Minho…”

http://pt.wikipedia.org/wiki/Moisés_Espírito_Santo


quinta-feira, 30 de junho de 2011

O MISTÉRIO DE ATAECINA



Os deuses de outrora criaram para si um abrigo na memória das mulheres
Gauguin, Noa Noa


Se existe uma divindade da Lusitânia que, sendo quase estrangeira ao território português, pela sua parca presença de vestígios arqueológicos e, simultaneamente, tenha provocado uma grande afeição entre os que, de entre nós, procuram pelo caminho do reconstrucionismo étnico ressuscitar o seu antigo gentilismo, será sem dúvida Ataecina. Apenas foi encontrada uma ara fiável dedicada a Ataecina no espaço territorial português (ref: CIL II 71; IRCP 287), precisamente em Quintos, Beja, quase na fronteira com Espanha, sendo muito pouco para tão grande barulhenta devoção e veneração. Contudo, existem muitos autores, talvez mais inspirados pelo patriotismo do que pela objectividade científica, que têm atribuído a várias aras encontradas em Portugal onde existe o seu epíteto Dea Sancta, também propriedade de outras divindades da Península, uma ligação directa ao culto a Ataecina! Esta adesão sentimental a Ataecina só é explicável porque ela tem um Mistério à sua volta que não deixa de ter relação com aquilo que se sabe ser o traço de carácter da alma portuguesa gentílica: ser, segundo Leite de Vasconcelos, uma Deusa simultaneamente Agrária e Infernal. Assimilada algumas vezes a Proserpina pela epigrafia e interpretação extensiva das aras espanholas, ela adequa-se bem à ideia de que os povos portugueses teriam melhor vizinhança com os Mortos e seus Deuses do que com os Deuses diurnos e celestes, dispensadores da luz. Parece que para o português a Luz, tal como no rio Lucefecit, vem das profundezas do Submundo. Por isso, mesmo em pleno Verão, as suas romarias são mais sumptuosas pelas noites iluminadas de lantejoulas, candeias, balões e arcos festivos, do que pela luminosidade solar, directa e concreta. A noite é propícia ao lúdico, festivo e sagrado, tudo isso indissociável do verdadeiro sentir religioso no antigo português, enquanto o dia lembra o martírio do trabalho sol a sol.

Gilberto de Lascariz, in Deuses e Rituais Iniciáticos da Antiga Lusitânia

segunda-feira, 13 de junho de 2011

A RELIGIOSIDADE PAGÃ PERTENCE AO DOMÍNIO DO CORPO E DA POESIA


“A religiosidade pagã pertence ao domínio do corpo e da poesia, do movimento sagrado e da clarividência visionária. Só essa nos interessa como caminho mágico. É ela que nos dá acesso directo ao memorial adormecido nas suas pedras, na poeira dos seus caminhos, nos seixos que repousam enigmaticamente no chão palmilhados de hieróglifos, e pelo sussurro do vento e do rumorejar do seu ribeiro.”

“Ao contrário dos gauleses, os grandes santuários dos povos lusitanos parecem não ter sido florestas mas fragas rochosas e grandiosas. O poeta romano Lucano (39-65 EC) dizia que os templos celtas eram húmidos e sombrios. Talvez porque era crença entre os Celtas que os seus deuses e o seu povo eram filhos de Dis Pater, o Grande Deus do Submundo. Embora os templos lusitanos não sejam clareiras nas florestas, encontram-se enquadrados por essas qualidades de reduto amniótico, humidade, ambiente brumoso e sombrio. Eles têm como foco de poder, não uma clareira, mas as fragas.”

“(…) cabeços e fragas, morros, colinas, montanhas e outeiros, sempre entre rochedos sinistros e belos. Por isso S. Martinho de Dume há-de atarefar-se a ameaçar com o diabo e o inferno o povo da Galiza pelo seu culto das pedras. Os rios e ribeiros, fontes e regatos, parecem ter sido o seu outro denominador cultural.”

Gilberto de Lascariz, Deuses e Rituais Iniciáticos da Antiga Lusitânia, Zéfiro
Imagem: Rocha da Mina, Alandroal

terça-feira, 31 de maio de 2011

CERIMÓNIAS MATRIARCAIS


“…Só do homem moderno depende (…) «despertar», esse inestimável tesouro de imagens que ele traz consigo; despertar as imagens, para contemplá-las na sua virgindade e assimilar a sua mensagem. (…) Certas línguas modernas continuam a lamentar o que «carece de imaginação» como um ser limitado, medíocre, triste, infeliz. Os psicólogos, na primeira linha dos quais se encontram Carl Gustav Jung, mostraram até que ponto os dramas do mundo moderno derivam de um desequilíbrio profundo da psique, tanto individual como colectiva, provocado em grande parte por uma esterilização crescente da imaginação. «Ter imaginação» é gozar de uma riqueza interior, de um fluxo ininterrupto e espontâneo de imagens.”

Mircea Eliade “Perenidade das Imagens” em Imagens e Símbolos

http://dieelektrischenvorspiele.wordpress.com/2011/05/27/cerimonias-matriarcais-em-nome-de-trebopala-laebo-e-trebaruna/

sexta-feira, 13 de maio de 2011

CONFIAR NA SABEDORIA DAS MULHERES


"Os valores da feminilidade

Os deuses que adorei exigiam a Dança da Morte… Talvez às mulheres se devesse confiar a responsabilidade pelo mundo, porque elas são guiadas pela emoção e não pelo intelecto.

De quem são estas palavras? De algum tântrico, com nostalgia da sociedade matriarcal da civilização do Indo antes que os arianos bárbaros e incultos caíssem sobre o seu território, submetendo a terra a fogo e sangue e reduzindo os sobreviventes à escravidão? Não. Elas vêm de um “ariano”, representante dum regime patriarcal e totalitário, dedicado ao culto dos deuses da guerra que pedem a Dança da Morte. E que ainda estão bem vivos: estão presentes nos silos dos foguetes, prontos para entregar os seus mísseis ao domicílio em qualquer lugar do mundo, e nas hordas de blindados prontos para provocar uma nova Dança da Morte. Então, como evitar a falência total e a autodestruição, tanto da civilização quanto da humanidade? O autor indica: confiar às mulheres a responsabilidade pelo mundo! Utópico? Talvez?

Vamos aos factos: de quem são estas palavras? Segurem-se: de Adolf Eichmann, pessoalmente, em confissão escrita na prisão de Israel, enquanto esperava pelo enforcamento."

In Tantra, o Culto da Feminilidade, André Van Lysebeth

Imagem: Herman Smorenburg (The Shaman)

POR UM MODELO CHAMADO PORTUGAL


Há mais de 30 anos uma equipa de pioneiros em torno do psicanalista Doutor Dieter Duhm, da teóloga Sabine Lichtenfels e do engenheiro e físico Charly Rainer Ehrenpreis tiveram a ideia de criar um modelo demonstrativo para o futuro, tão flexível, concreto e convincente quanto possível.

A partir dessa ideia e, em conjunto com a sua rede internacional, foi desenvolvido em Portugal e no Alentejo, o projecto Tamera de pesquisa para a paz.

Saudações a uma geração em movimento: por um modelo chamado Portugal
Saudamos Portugal e a sua jovem geração em movimento. O 25 de Abril lembra a força revolucionária de Portugal: há 37 anos, o país libertou-se em poucos dias de uma ditadura que durou décadas e pôs fim a um domínio colonial centenário. Agora, esse mesmo Portugal irá tornar-se uma colónia, uma colónia da UE? Isso não corresponde ao poder do país.
Lembrem-se: em tempos, os vossos antepassados percorreram este país. Viviam uma cultura de paz, do conhecimento e da cooperação com todos os seres vivos. Continuamos a encontrar os seus símbolos e os seus monumentos de pedra. A sua força e o seu amor continuam vivos até hoje, mas estão adormecidos. Lembrando-nos deles conseguiremos despertá-los.

Portugal não precisa de um escudo protector europeu. Portugal não só é capaz de se salvar economicamente como, neste momento, de crise até é capaz de ser um exemplo de modelo: um modelo de autonomia descentralizada, de riqueza e de autodeterminação. Um modelo com o qual países em situação semelhante poderão aprender novamente a tomar as rédeas do seu destino nas suas mãos.

Uma das palavras-chave é a auto-suficiência: a auto-suficiência é o poder dos sistemas descentralizados de rejeitar uma pretensão de poder vinda do exterior. Energia, água e alimentação estão livremente à disposição de toda a humanidade em abundância, se gerimos de um modo sensato os recursos naturais da nossa Terra. Uma vez recuperado o nosso conhecimento, ninguém na Terra tem de sofrer carências, fome ou frio. Os quatro fundamentos da vida têm de ser curados: a energia, a água, a alimentação e o amor. Estas

quatro fontes de vida têm de ser libertadas das potências obscuras que as destruíram (multinacionais, ditaduras, igrejas, etc.). Esta luta não é privada nem local, mas sim uma luta global. É uma luta entre as forças globais da vida e as forças globais da destruição. Quando a vida vence, não há vencidos.
A crise é uma oportunidade. Aqueles que hoje se erguem contra o despotismo em Portugal, Inglaterra, no Tripoli, no Cairo, na América Latina e no Tibete poderiam amanhã ser testemunhas de um mundo completamente diferente. Vemos uma nova geração de peregrinos de todos os países a percorrer o mundo. Já não estão nem ligados a nações, idioma, raça, cultura e religião, nem também à riqueza e posse. Ajudam em zonas de crise, visitam espaços sagrados, encontram-se junto a fogueiras e pousadas, dividem o seu pão e desenvolvem uma nova qualidade de comunidade. Assim, fora de todas as instituições, surge uma geração jovem de novos cidadãos do mundo, uma nova forma da “globalização” positiva. Este processo é apoiado através da criação de centros de uma nova espécie que aos poucos se espalham sobre a Terra. Chamamos-lhe “Biótopos de Cura” ou “Aldeias de Paz”. Prestam serviço aos peregrinos através de pousadas, aldeias de estudo e cidades de trabalho. Aqui é feito um trabalho prático de investigação para os fundamentos tecnológicos, ecológicos, sociais e espirituais de uma sociedade mundial sem violência.

Vamos trabalhar juntos no modelo Portugal.

O Campus Global em Tamera/Portugal

http://www.tamera.org/index.php?id=796&L=2

P.S. As ideias deste texto estão descritas em “O MANIFESTO DE TAMERA POR UMA NOVA GERAÇÃO NO PLANETA TERRA”.

O texto completo pode ser lido em:

http://tamera.org/manifesto/index_pt.html

Imagem Google (Tamera, com orbs...)

domingo, 27 de março de 2011

IMORTALIDADE


A VIDA NON STOP


Fui anteontem ao cinema ver Hereafter, do Clint Eastwood, com o Matt Damon a fazer de vidente farto de exercer a sua arte de lidar com mortos. A história passa-se em três países diferentes, com três protagonistas que no final se encontram todos em Londres. Achei esta convergência um tanto forçada, já vi o Clint Eastwood fazer melhor…

O tema é a morte, ou a vida depois da morte.

A nossa cultura está cheia de incongruências a este respeito: por um lado recusamos a morte, escondemo-la, evitamos falar dela, encará-la de frente; por outro lado vivemos numa cultura da morte, toda imbuída dessa ideia. Segundo a autora americana Sondra Ray, tod@s temos um “sentimento de urgência de morte”, ou seja, cada um e cada uma de nós já determinou em algum momento da sua vida, de forma inconsciente, quando e em que circunstâncias vai morrer. Esta programação, entretanto, segundo ela diz, pode ser removida, graças à técnica do Rebirthing.

Embora bastante em contra-corrente, como é evidente no filme, um novo fascínio pela morte tem vindo a crescer nos últimos anos, muito por causa da investigação do Dr. Raymond Moody, que escreveu o conhecido livro “A Vida depois da Vida”, por se ter confrontado com tantos relatos de pacientes em meio hospitalar que passaram por experiências de quase-morte.

Pessoalmente, o tema da vida depois da morte já não me interessa assim tanto; acho muito mais interessante o da vida sem morte física. Parece-me até que o mundo do “além” é apresentado de forma tão cor-de-rosa que existe o perigo de desinvestirmos completamente nesta vida e nesta dimensão.

O bom destas histórias é que nos ajudam a compreender que somos seres infinitos, que não acabamos assim só porque o nosso coração deixou de bater. O mal, entretanto, é continuarem a reforçar a nossa crença no envelhecimento e na morte física.

Ora, sabendo nós que somos pura energia, que coordenamos de acordo com as nossas crenças, convicções, expectativas, já está na hora de olharmos para a morte doutra maneira, deixando de a considerar tão absolutamente inevitável, sabendo nós que as células se regeneram. Agora já estamos no ponto de perceber que as coisas podem ser diferentes, se assim o decidirmos coletivamente.

Viajar entre dimensões, por exemplo, é uma alternativa muito mais apaixonante do que pararmos tudo e, reencarnando, recomeçarmos a partir do zero.

Agrada-lhe a ideia de voltar a ter um primeiro dia de aulas?!


Para saber o que Sondra Ray pensa da morte clique aqui.


Imagem: Google

sexta-feira, 25 de março de 2011

Alguém já viu disto no céu?


O que são Chemtrails?

A palavra Chemtrails significa rastros químicos ou substâncias tóxicas pulverizadas no céu por aviões, que contaminam o solo dizimando os ecossistemas ao redor do planeta. São constituidos por produtos perigosos e danosos para a saúde, entre outros produtos o bário, fibras de vidro revestido de nano-alumínio (conhecidas como CHAFF), tório radioativo, cádmio, cromo, níquel, sangue desidratado, esporos de mofo, micotoxinas de fungos amarelos, fibras de polímero (filamentos de silício), EDB (dibromoetano, pesticida químico já proibido) e uma vasta lista de sustâncias não identificadas. O bário pode ser comparada à toxicidade de arsénio e é conhecido por afectar o coração. O alumínio tem um longo historial conhecido por prejudicar a função cerebral. Alguns funcionários "anónimos" do governo dos EUA reconheceram estar em curso a pulverização por aerossol destas toxinas através deste projecto, além de terem sido detectados resultados em testes feitos em diferentes locais, neste mesmo país. O projecto de geo-engenharia climática actualmente a desenvolver pelos EUA inclui pulverizar entre 100 e 200 mil milhões de toneladas de alumínio em todo o globo anualmente, para "salvar" o planeta duma catástrofe devido ao aumento da temperatura da Terra - ocasionada pelo Sol (...)

quinta-feira, 24 de março de 2011

LEMBRAM-SE DA ISLÂNDIA?


Recebido por e-mail a 24/03/2011)
“No Google, a última notícia sobre a Islândia data de Abril de 2010. (carece de confirmação) Sabes porquê?

Por incrível que possa parecer, uma verdadeira revolução democrática e anticapitalista ocorre na Islândia neste preciso momento e ninguém fala dela, nenhum meio de comunicação dá a informação, quase não se vislumbrará um vestígio no Google: numa palavra, completo escamoteamento. Contudo, a natureza dos acontecimentos em curso na Islândia é espantosa: um povo que corre com a direita do poder, sitiando pacificamente o palácio presidencial, uma "esquerda" liberal de substituição igualmente dispensada de "responsabilidades" porque se propunha pôr em prática a mesma política que a direita, um referendo imposto pelo Povo para determinar se se devia reembolsar ou não os bancos capitalistas que, pela sua irresponsabilidade, mergulharam o país na crise, uma vitória de 93% que impôs o não reembolso dos bancos, uma nacionalização dos bancos e, cereja em cima do bolo deste processo a vários títulos "revolucionário": a eleição de uma assembleia constituinte a 27 de Novembro de 2010, incumbida de redigir as novas leis fundamentais que traduzirão doravante a cólera popular contra o capitalismo e as aspirações do povo por outra sociedade.
Quando retumba na Europa inteira a cólera dos povos sufocados pelo garrote capitalista, a actualidade desvenda-nos outro possível caminho, uma história em andamento susceptível de quebrar muitas certezas e sobretudo de dar às lutas que inflamam a Europa uma perspectiva: a reconquista democrática e popular do poder, ao serviço da população.

In http://www.cadtm.org/Quand-l-Islande-reinvente-la

Desde Sábado, 27 de Novembro (2011), a Islândia dispõe duma Assembleia constituinte composta por 25 simples cidadãos eleitos pelos seus pares. É seu objectivo reescrever inteiramente a constituição de 1944, tirando nomeadamente as lições da crise financeira que, em 2008, atingiu em cheio o país. Desde esta crise, de que está longe de se recompor, a Islândia conheceu um certo número de mudanças espectaculares, a começar pela nacionalização dos três principais bancos, seguida pela demissão do governo de direita sob a pressão popular.
As eleições legislativas de 2009 levaram ao poder uma coligação de esquerda formada pela Aliança (agrupamento de partidos constituído por social-democratas, feministas e ex-comunistas) e pelo Movimento dos Verdes de esquerda. Foi uma estreia para a Islândia, bem como a nomeação duma mulher, Johanna Sigurdardottir, para o lugar de Primeiro-Ministro.”

In http://www.parisseveille.info/quand-l-islande-reinvente-la,2643.html
Quand l’Islande réinvente la démocratie
La révolution en Islande
Imagem: Google

segunda-feira, 21 de março de 2011

A Escravidão do Materialismo


"Escrava do materialismo, a ciência tradicional presume que tudo o que não pode ser medido, testado em laboratório, ou comprovado pelos cinco sentidos ou as suas extensões tecnológicas, simplesmente não existe. Não é "real". A sua consequência: toda a realidade foi esvaziada de sentido e transformada em realidade física. As dimensões espirituais, ou aquilo que eu chamaria de não-físicas da realidade, foram corridas para fora da cidade.
Isso colide com a "filosofia perene", consenso filosófico que atravessa eras, tradições e culturas, e que descreve dimensões diferentes mas contínuas da realidade. Estas vão das mais densas e menos conscientes - aquilo a que chamaríamos de "matéria" - às menos densas e mais conscientes - a que chamaríamos de espirituais."

in "O PODER DO AGORA" de ECKHART TOLLE

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

ALTA FREQUÊNCIA


"Nós somos fundamentalmente seres de energia vivendo num oceano de energia – o campo unificado. Este campo está a ser acelerado em termos de frequência e nós estamos a sentir os efeitos por um acrescento da nossa vibração pessoal. Alguns de nós damos resposta através de um sentimento de irritação e pânico enquanto outros se elevam a níveis mais altos de consciência. O tempo parece estar a acelerar enquanto a ciência nos diz que a ressonância básica do planeta está a aumentar. Tudo isto faz parte de um processo de evolução em larga escala, e para os seres humanos, é um tempo de grande transformação pessoal. Período de grande entusiasmo, sim, mas ao mesmo tempo pode ser extremamente confuso e assustador.
Para nos sincronizarmos com a terra, o campo unificado, e este processo de transformação, devemos aprender a usar a nossa mais alta sensibilidade assim como o nosso modo mais recente e original de percepção. Devemos aprender a deixar-nos cair dentro dos nossos próprios corpos e sentir a vida, passar a ser Uno com a energia que está presente em cada momento." (Penney Peirce)

Na entrevista que se segue, em vídeo, dividida em 4 partes, Penney Pierce fala do seu livro (já traduzido em português e editado pela “Sinais de Fogo”) “FREQUÊNCIA – O Poder da Vibração Pessoal”.

"Em "Frequência", Penney Peirce revela-nos como é possível sentir a vibração pessoal, operando intencionalmente com a energia de modo a transformar a nossa vida. Ao aprendermos a encontrar a "frequência pessoal" - a vibração superior, a vibração mais natural que podemos encontrar - maximizamos a clareza, minimizamos o esforço e descobrimos novos talentos e aptidões. Acordar para a nova realidade que a frequência superior revela permitir-nos-á melhorar profundamente as relações, encontrar soluções eficazes para os problemas e materializar uma vida que contém tudo aquilo de que necessitamos. “Frequência” mostra-nos como é possível lidar com o "estado" de energia, de forma a respeitarmos o destino e colhermos os frutos da vida para a qual fomos verdadeiramente talhados. Penney Peirce apresenta-nos aqui um novo território, explorando a dinâmica da energia, a ressonância pessoal e a nossa ultra-sensibilidade cada vez mais acelerada. Uma pequena mudança de frequência, é muitas vezes, o único requisito para que a depressão dê lugar à paz, o medo ao entusiasmo e as situações complexas aos resultados mágicos."
Nota: A entrevista não está traduzida para português

Frequency: the Power of Personal Vibration (Part 1)
http://www.youtube.com/watch?v=ILYMesSb-x0

The Connection between the Heart and your Frequency (Part 2)
http://www.youtube.com/watch?v=f7GW2xPxihQ&NR=1

The consequences of living in the Home Frequency (part 3)
http://www.youtube.com/watch?v=siMZCScLrDs&feature=related

Enlightenment, the Female Way! (part 4)
http://www.youtube.com/watch?v=cdyXem9e1OY&NR=1

sábado, 1 de janeiro de 2011

Opre Roma: Gypsies in Canada

Um belíssimo filme sobre os ciganos no Canadá. Infelizmente sem legendas em português.

PROIBIDO



“O que desejam os “grupos” Bilderberg?

Desejam a uniformização através da predação para extinção da diferença!
Desejam a standardização, a formatação aos seus padrões!
Para isso reprimem violentamente, perseguindo com a paranóia do “terrorismo” o que se deseja ficar à parte, ser e fazer diferente!

Ao contrário do que afirmam as “pseudo” leis económicas, sobre as quais se deve desconfiar e, nunca aceitar como verdadeiro o que as escolas “dominantes e subservientes ao “poder” afirmam como sendo verdade (em qualquer campo do saber – excepto na matemática por esta não poder ser falsificada, por ser evidente), a evolução não resulta da COMPETIÇÃO mas sim da COOPERAÇÃO!!

Para explicar melhor este ponto de vista, que é a verdade Natural, retrato a cronologia da evolução:
A vida surgiu há cerca de 4-3,5 biliões de anos e durante 2-1,5 biliões de anos só existia na água, sob a forma de seres unicelulares. Imaginem os oceanos, mares e rios cheios de vida unicelular bastante diversa em acesa competição para ver quem comia quem e para isso revestiam-se de paredes ou couraças para estarem melhor protegidos (a parede celular das bactérias). Mas durante todo esse tempo, e foi mesmo muito tempo, a evolução pouco avançou, até que, há cerca de 2 biliões de anos, um tipo de bactérias “achou” que talvez fosse mais proveitoso, apesar da vulnerabilidade, “largar” a parede, a couraça para se poder associar com outras que fizessem o mesmo, e assim partilhar e crescer! (Com a COMPETIÇÃO (Survival of the fitest) nunca poderia ter acontecido porque obviamente seriam devoradas).


Nesse momento nasceu a vida pluricelular e a evolução deu um salto gigantesco conduzindo às formas de vida multicelular, surgindo as plantas e os animais até chegarmos ao Homem, que não é o fim da evolução!
A evolução resulta da diversidade e selecção, e não é finalista! Está sempre a acontecer!

Logo o caminho a seguir para a evolução é a cooperação, que resulta da DIVERSIDADE e AUTONOMIA, quer para os organismos quer para os povos! E não a UNIFORMIDADE e HIERARQUIA, que conduzem à competição; à estagnação!!!

Na História do Homem, surgiu uma época, a Idade Média, onde a igreja impôs a sua vontade durante cerca de 1000 anos, onde para seu beneficio e manutenção do poder, perseguiu e destruiu tudo o que era diferente, tudo o que era autónomo! Impediu qualquer tipo de associação ou cooperação e a evolução do Homem estagnou e pouco evoluiu em mais de 1000 anos e não fossem os portugueses a aventurarem-se nos mares é possível que tivesse durado mais tempo.
Em Portugal sofremos algo parecido durante o Estado Novo, no qual toda a diferença foi violentamente reprimida, resultando num atraso que ainda hoje nos afecta.
Relativamente aos grupos poderosos (Bilderberg ou outros semelhantes), que desejam a globalização, a uniformização a hierarquização, numa Europa única, numa América única sobre os outros países da América latina (algo que vem sendo realizado desde o sec XX), devemos estar atentos e apoiar os que lutam contra isso. O wikileaks é a face mais actual e o ponto de viragem em que o poder pode estar a passar para a mão do povo. Espero que surjam agora muitos outros e que a sua diversidade gere cooperação e associação de diferentes culturas e que esse movimento ultrapasse em poder, o poder instituído, que deseja a estagnação, a não evolução, para a perpetuação do seu poder.

Por fim recomendo que explorem a informação sobre alimentação e saúde natural porque uma forma de domínio desses grupos passa por nos enfraquecer com drogas e medicinas químicas impostas por um sistema de saúde falso e envenenador. Só estando saudáveis é que teremos força para impedir que nos dominem, sobre todos os aspectos.


Saúde; Informação; Cooperação
Para que a década de 90 (a mais próspera da história da humanidade) regresse com todo o avanço científico, toda a liberdade, toda a diversidade (o maior avanço de sempre) e que terminou com o 11 de Setembro de 2001.

Pedro Prata Santos

Grupo “Queremos o livro "Os senhores do Mundo - Club Bilderberg" de volta” http://www.facebook.com/home.php?sk=group_131477556908606&id=141015969288098&bcode=9uHvw
Imagem: o livro proibido em Portugal

MAMMA MIA


O FILME DESTE NATAL
Apesar de nunca ver televisão e de raramente ver filmes, o Natal tem representado normalmente uma exceção. E este ano foi Mamma Mia, que não me tinha inspirado o suficiente para o ir ver ao cinema.
Engano!... é um filme e peras. Subversivo até…
Adorei todos os momentos, mas em especial aqui vai a lista:

- ver cotas, crones, se preferirem, em papéis principais

- ver celebrada a amizade entre mulheres


- ver celebrada a irreverência de três magníficas crones

- ver a respeitável Meryl Streep interpretar o papel duma respeitável heroína, uma superMamma, que não sabe quem é o pai da sua filha - horror dos horrores num sistema patriarcal baseado na propriedade privada e nos direitos do sangue…

- ver 3 homens dispostos a partilhar a paternidade duma rapariga bem encaixada no sistema, apesar de (ou talvez por isso mesmo) não haver um pai em casa

- ver o supremo momento em que, frustrada a sua tentativa de acesso à norma do pai que conduz a filha ao altar no dia do casamento, a rapariga aceita que seja a mãe a levá-la, uma mãe que reivindica ali mesmo perante o patriarca-mor, o padre, esse direito

- ouvir a música dos ABBA que nos seus tempos áureos achava tão pimba…
Não, isto dava era pano para mangas...