terça-feira, 16 de novembro de 2010

A NOVA CONSCIÊNCIA E A ÁGUA SAGRADA



O MUNDO TEM CURA...

Palestra de Drunvalo Melchizedek

Drunvalo: Ok. Estamos prontos para começar agora. O que estou prestes a lhes contar hoje é uma das coisas mais excitantes que já vi neste mundo em muito tempo.

É novíssima, vocês nunca me ouviram falar sobre isto e está apenas começando neste momento no planeta. Na minha opinião, nunca mais seremos os mesmos depois que isto for compreendido e realmente vivido neste mundo.

Aproximadamente seis anos atrás, eu estava em meditação com um homem chamado Chiquetet Arlich Vomalites, alguns de vocês conhecem este [poeta (???)]. E, depois de um único dia, ele disse que tinha de partir, que ele e a maioria dos mestres ascensionados, nem todos, mas muitos deles, tinham de fazer uma jornada para outro universo para viver a experiência do que todos viveremos muito em breve, de forma que pudessem achar um caminho rumo a este novo mundo, esta nova maneira de ser. E, durante mais ou menos os últimos seis anos, tenho estado só com os anjos e ele não voltou.
Em Janeiro deste ano, os anjos vieram e disseram que muitos deles estão voltando agora, durante a janela egípcia, entre 10 e 19 de Janeiro. Que certo grupo deles estava voltando, trazendo consigo o conhecimento do que aprenderam nos últimos seis anos. Que, nos outros níveis dimensionais, na verdade foram centenas e centenas de milhares de anos. E que, com sua volta, novos conceitos e novas ideias que a humanidade jamais soube ou sequer concebeu, iriam agora [surgir (???)] na Terra. Ideias nas quais nunca pensamos.

Então, vou lhes passar uma destas novas ideias que...é nova, mas sempre existiu no universo. Mas jamais a vimos, nunca. E vou chamar esta palestra de Mãe Terra - A Nova Consciência e Água Sagrada.
ASSENTANDO A BASE
Vou falar sobre água. Aliás, vou beber um pouco agora mesmo (risada).

A água é mais do que sabemos. Para falar sobre o que está se passando com a água, tenho de começar expondo alguns pontos básicos para que vocês consigam entender o contexto maior do que eu realmente estou dizendo aqui.
Mais em:

Imagem: Google

O TAMISA VOLTOU A SER UM RIO VIVO

Despoluição do Tamisa levou mais de 150 anos

Eric Brücher Camara

Dos tempos do 'Grande Fedor' – como o Tamisa ficou conhecido em 1858, quando as sessões do Parlamento foram suspensas por causa do mau cheiro – até hoje, foram quase 150 anos de investimento na despoluição das águas do rio que cruza a cidade de Londres.
Biliões de libras mais tarde, remadores, velejadores e até pescadores voltaram a usar o Tamisa, que hoje regista 121 espécies de peixe nas suas águas.
Se a poluição começou ainda nos idos de 1610, quando a água do rio deixou de ser considerada potável, a despoluição só foi começar a partir de meados do século 19, na época em que o rio conquistou a infame alcunha com o seu mau cheiro.
A decisão de construir um sistema de captação de esgotos também deve muito às epidemias de cólera das décadas de 1850 e 1860.

Espinha dorsal

A infra-estrutura construída então continua até hoje como a espinha dorsal da rede atual, apesar das várias melhorias ao longo dos anos.
Na época, os engenheiros criaram um sistema que simplesmente captava os dejetos produzidos na região metropolitana de Londres e os despejava no Tamisa outra vez, quilómetros abaixo.
Na época, a solução funcionou perfeitamente, e o rio voltou a recuperar por alguns anos.
No entanto, com o crescimento da população, a mancha de esgoto foi subindo o Tamisa e, por volta de 1950, o rio estava, mais uma vez, biologicamente morto.
Foi então que as primeiras estações de tratamento de esgoto da cidade foram construídas.

Volta do salmão

Vinte anos depois, em meados da década de 1970, o primeiro salmão – um peixe reconhecidamente sensível à poluição – em décadas foi visto no Tamisa.
Hoje, encontrar salmões no rio não causa mais nenhum espanto, mas ainda assim, a Thames Water, a empresa de saneamento de Londres, continua a investir muito no sistema de esgotos.
"Desde 1989, quando a empresa foi privatizada, investimos mais de 1 bilião de libras esterlinas (cerca de R$ 5 biliões)", afirma Peter Spillett, diretor de Meio Ambiente, Qualidade e Sustentabilidade da Thames Water.
(…)

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2004/01/040121_tamisaebc.shtml
Imagem: Google

ROSE MARIE MURARO