domingo, 10 de outubro de 2010

O CAMPO DE TODAS AS POSSIBILIDADES


CAMPO QUÂNTICO


"(...) eu gostaria de explicar com mais detalhes o que é o campo quântico.
Os físicos dizem que quando nos aprofundamos no estudo dos átomos, indo além das partículas atómicas que os constituem e entrando na nuvem de partículas subatômicas que, por sua vez, constituem essas partículas atómicas, descobrimos que elas são tão pequenas que não podem ser vistas nem medidas. Não existem e nunca existirão instrumentos capazes de medir essas partículas subatómicas, que recebem nomes engraçados, como quarks, bosons, leptons e outros. De fato, elas são tão incrivelmente minúsculas que só podemos pensar nelas.

Mas, você pode perguntar, se não conseguimos vê-las nem medí-las, como sabemos que existem? A resposta é: sabemos que elas existem pelos rastos luminosos resultantes da sua passagem, que podem ser vistos e até fotografados com instrumentos sofisticados, os aceleradores de partículas. E, é claro, se alguma coisa deixa rasto, essa coisa existe. Mas há algo interessantes ainda sobre essas partículas: elas só passam a existir quando queremos observá-las.

Dessa forma, se estivermos diante dum campo quântico, cada vez que olhamos para ele, essas partículas lampejam para a existência. Cada vez que desviamos a atenção delas elas desaparecem no vazio. São como pequeninas luzes que acendem e apagam num quarto às escuras.
Na escuridão do espaço infinito e ilimitado, as partículas passam a existir em consequência do simples ato de se prestar atenção ao campo. Enquanto não lhe damos atenção, elas são apenas uma probabilidade no campo de todas as possibilidades.

Cada partícula subatómica é ao mesmo tempo uma onda, e é como onda que ela fica no campo até ao momento da observação. O tamanho de uma onda é medido pela sua amplitude, que é metade do intervalo completo de qualquer vibração. Uma onda é difusa, não se restringe a uma determinada localização no espaço e no tempo. Por isso, a onda, que é a partícula subatómica, é chamada de “uma amplitude de probabilidade” e define a probabilidade estatística de se encontrar uma partícula em determinado local na hora da observação, ou seja, no momento de atenção.

É a atenção que “capta” essa onda, essa amplitude de probabilidade, e a traz para a existência material. Dessa forma, uma partícula subatómica é literalmente criada por si ou por mim através do ato da observação.
Antes de a partícula ser observada, ela era apenas uma possibilidade matemática,
uma probabilidade estatística.


Magia da Atenção
Antes da Observação:
Onda
Espalha-se por todo o espaço-tempo
(amplitude de probabilidade)
Imaterial,
Não localizado,
No reino da mente.

No momento da observação:
Partícula -evento no espaço-tempo
Localizado
No reino da matéria

Note a magia que há nisso! É a qualidade da nossa atenção que traz para a existência matéria! Uma certa amplitude de probabilidade que fazia parte do campo infinito. Na verdade, toda a criação material nada é além do eu interior sendo vivenciado por meio das diferentes qualidades de atenção que ele dá a si próprio. Se a nossa atenção é dividida, estamos divididos. Se a nossa atenção é plena, estamos plenos.


Os sábios védicos ensinam: ”Mantenha a sua atenção no que existe e veja a sua plenitude em casa momento. A presença de Deus está em todos os lugares. Você tem apenas de abraçá-la conscientemente com a sua atenção”.


http://www.scribd.com/doc/11317628/Criando-Prosperidade-Deepak-Chopra

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