sexta-feira, 7 de maio de 2010

Elevar a frequência


"Nã
o pense que estamos longe e nem creia que, quanto mais evoluída é a mente que lhe fala, mais distante do mundo ela se coloca. Distância só existe para o corpo físico. Quanto mais evoluído psiquicamente é o corpo interior, mais altas também vão se tornando as suas vibrações e ele é capaz de harmonizar-se com mentes cada vez mais superiores.

Quando o indivíduo se harmoniza com uma mente superior não quer dizer que esta mente tenha vindo até ele. O indivíduo apenas elevou a intensidade de suas vibrações e passou a vibrar na tónica daquela mente superior, podendo assim comunicar-se com ela.
Se agora você me perguntar onde estamos neste momento, poderemos responder que estamos com você, mas necessariamente não saímos de onde estávamos antes. Você é que elevou a frequência de suas vibrações e passamos a vibrar num acorde consoante e perfeito.


Imagine-se agora habitando o interior de um aquário de paredes negras. Pela abertura superior pode ver apenas o céu. Não sabe nem que existe um mundo fora do seu aquário.


Um dia, alguém o retira, por uma fração de segundo, de dentro do aquário, retira também o aquário e coloca você no mesmo lugar que estava antes. O que acontece? Você olha, atónito, e julga estar num mundo diferente, talvez a milhares de quilómetros distante de seu velho aquário. No entanto, você está no mesmo lugar.


Então, alguém troca o seu aquário de paredes negras por outro de paredes translúcidas e coloca você de volta nele, pois fora do aquário não existem condições físicas de sobrevivência.


Mas existe então uma diferença: você pode ver o mundo à sua volta e entende que ele está ali mesmo, ao alcance de seus olhos e de sua compreensão; pode até se comunicar com os seres que habitam o mundo fora do seu aquário. Eles estão tão perto e você jamais havia se apercebido disto.


É isso que acontece com uma pessoa que entende a lei das vibrações e das frequências. Ela percebe que pode estar muito mais perto do Sol do que está do seu vizinho de banco do autocarro; ela percebe que a distância não se mede por quilómetros, mas sim por frequências vibratórias; ela compreende que com um simples exercício de introspecção, acompanhado por movimentos respiratórios, é capaz de correr na escala vibratória e aproximar-se de Deus mais depressa do que se, andando, movesse dois passos".


Livro: "A Volta" de M. Tribuzy


http://lantonini.blogspot.com/2007_06_01_archive.html

Nenhum comentário: