sexta-feira, 21 de maio de 2010

Resgatar a Rainha do Céu e da Terra

Obrigada, Rosa Leonor por este texto sublime, que embora curto, faz uma boa síntese da situação do feminino...

A REPRESSÃO DO

F
EMININO

“Pela repressão, a alegria do feminino foi rebaixada como mera frivolidade; a sua sensualidade expressa foi diminuída como coisa de prostituta, ou então ridicularizada pelo seu sentimentalismo ou reduzida exclusivamente a instinto maternal; a vitalidade da mulher foi submetida ao peso das obrigações e da obediência. Foi essa desvalorização que gerou filhas desenraizadas e subterrâneas do patriarcado, separando a força feminina da paixão, tornando-a imagem dos seus sonhos e ideais de um céu inatingível mantidos pomposamente por um espírito que soa a falso quando comparado com os padrões instintivos simbolizados pela rainha do céu e da terra”
. (AUTOR DESCONHECIDO)

Ler mais em Mulheres & Deusas

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Ser fiel a uma grandeza



“… foi dado ao matemático russo Grigoriy Perelman o Pr
émio Milénio do Instituto de Matemática Clay, destinado aos eleitos que resolvam qua
lquer dos transcendentes problemas que estão em aberto, ditos “as sete maravilhas da Matemática”.

Foi o que o russo fez ao demonstrar a complexa Conjectura de
Poincaré, enunciada pelo matemático francês, em 1904, na área da topologia, que trata das formas tridimensionais e das propriedades estruturais dos objectos.

Perelman não aceitou a Medalha Fields, o Nobel da Matemática, que lhe foi atribuída há quatro anos, e agora recusou o Prémio Milénio e o seu milhão de dólares. Explicou que não precisa nem de dinheiro nem de fama.

Este duplo desdém por aquilo que toda a gente procura reforçou-lhe a fama de “génio doido”. Quando os jornalistas lhe telefonaram, enfureceu-se, pois estava a colher cogumelos. Perelman vive, com a mãe idosa, num apartamento de um modesto bairro de São Petersburgo. Distraído e excêntrico, faz aquilo que ninguém faz (solucionar problemas quase impossíveis) e não faz aquilo que toda a gente faz (tomar banho, pentear-se, cortar as unhas, dizer banalidades, ser convencional e conformista).

As fotografias mostram
-no barbudo, hirsuto, desgrenhado, selvagem. Parece um pope ortodoxo; ou um homeless. Mas vê-se-lhe nos olhos uma inteligência rara e bondosa. Toca violino, joga ténis, tem uma cabana na floresta, é pouco quotidiano e totalmente desinteressado dos bens materiais.

Um instinto certo desvia-o do injusto, do falso e do inútil.


Este J.D.Salinger da matemática defende a sua privacidade com unhas e dentes. Quer o tempo para aquilo de que gosta e não gosta de o perder. Distrai-se do que não lhe interessa para não se distrair do que lhe interessa.

No centro do Inverno russo, na velha casa de São Petersburgo, insensível ao frio que vem do Báltico e num silêncio atravessado pelas rezas maternas aos ícones iluminados pela lamparina vacilante, vejo Grigoriy Perelman fazendo os seus cálculos e, com uma inteligência que persegue Deus, conceber a forma do Universo.

Neste tempo pequeno, que mais avalia o que menos vale, encontro alegria em saber que ainda há gente fiel a uma grandeza, exacta como um teorema, feita de números que não servem apenas para contar dinheiro ou medir riqueza.”


José Manuel Santos, revista Actual, Expresso, 15 de Maio de 2010


Imagens: Google

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Homens no patriarcado não são para ser objecto! Já as mulheres...


"Igaci Borges Villas Boas comentou a foto (a tal "foto" não era esta...) de Rosa Leonor Pedro".

Esta discussão, cujo tema é nudez feminina/nudez masculina, decorre neste momento no Facebook
:

"Homens no patriarcado não são para ser objeto, a não ser quando para consumo de outros homens. A mulher sim. E caminhando rente com a objetificação da mulher, a moral que julga a todas como prostitutas. Inscrito nos nossos corpos todas as culpas, todos os perigos e malefícios... Me lembrei daqueles países que cobrem totalmente as mulheres para que protejam os homens da sedução feminina, quando na verdade, é o olhar do homem que estigmatiza os nossos corpos. Aqui, fazem o contrario, expõe o corpo feminino da maneira mais torpe e depois tambem julgam as mulheres como a causa da imoralidade e do pecado. Dois extremos que personificam a manipulação de que as mulheres são alvo, para que acreditem que o erro são elas, o mal está nelas, a inferioridade __ moral inclusive __ é parte inerente delas."

Se o Papa Fosse uma Mulher...

...congemina Roberto Quintas, autor do blogue "Rascunhos de um Pagão"...

"(...)A Igreja poderi
a até mesmo decidir que o Espírito Santo é Shekinah, a tão omitida e oculta Deusa consorte de Deus, incentivando e construindo o espaço para o sagrado feminino, pondo fim a séculos de repressão sexual, misoginia, frustração e violência sexual. Com isso, seriam repensados os tabus do matrimônio, da fidelidade, da monogamia, do adultério, de concepções preconcebidas e preconceituosas sobre gênero, sexualidade, família e relacionamentos.
Quando e se isso acontecer, até eu teria vontade de voltar a ser Cristão."

Esta é conclusão do artigo que vale a pena ler na íntegra.

Ler mais em:

http://betoquintas.blogspot.com/2009/05/se-o-papa-fosse-
mulher.html?zx=8e36837807bdde62

quinta-feira, 13 de maio de 2010

13 de maio - Dia da Espiga



O Dia da espiga ou Quinta-f
eira da espiga é celebrado no dia da Quinta-feira da Ascensão com um passeio matinal, em que se colhe espigas de vários cereais, flores campestres e raminhos de oliveira

para formar um ramo, a que se chama de espiga. Segundo a tradição o ramo deve ser colocado por detrás da porta de entrada, e só deve ser substituído por um novo no dia da espiga do ano seguinte.

As várias plantas que compõem a espiga têm um valor simbólico profano e um valor religioso. Crê-se que esta celebração tenha origem nas antigas tradições pagãs e esteja ligada à tradição dos Maios e das Maias.

O dia da espiga era também o "dia da hora" e considerado "o dia mais santo do ano", um dia em que não se devia trabalhar. Era chamado o dia da hora porque havia uma hora, o meio-dia, em que em que tudo parava, "as águas dos ribeiros não correm, o leite não coalha, o pão não leveda e as folhas se cruzam". Era nessa hora que se colhiam as plantas para fazer o ramo da espiga e também se colhiam as ervas medicinais. Em dias de trovoadas queimava-se um pouco da espiga no fogo da lareira para afastar os raios.

A simbologia por detrás das plantas que formam o ramo de espiga:

  • Espiga – pão;
  • Malmequer – ouro e prata;
  • Papoila – amor e vida;
  • Oliveira – azeite e paz;
  • Videira – vinho e alegria e
  • Alecrim – saúde e força.
Wikipedia (retirado do blogue Mulheres & Deusas)

"Os animais e as plantas mostrar-vos-ão o caminho para os reinos dos elementais e dos devas, os reinos naturais que são governados por forças cuja realidade não é reconhecida por vós. procurem inteligência nos crisântemos, nos grilos, nas formigas - em todas as coisas. A experiência implodirá tudo para aqueles que desejam ligar-se à Terra. A cura do planeta ocorrerá por causa da conversa e da troca entre todos os seus ocupantes."

TERRA-Chaves Pleiadianas para a Biblioteca Viva, Barbara Marciniak


O Reino de Lis-Fátima

(...)

"Uma mutação extraordinária está sucedendo na espécie humana e, paralelamente, no reino animal. Na consciência do homem está sendo implantado, em nível suprafísico, um novo código genético, proveniente de mundos incorpóreos. Esse novo código o capacitará a mover-se em consonância com o propósito evolutivo do planeta e a transcender a lei do carma material. Representa um grande passo, que encontra seu correspondente no reino animal.

O reino animal que hoje habita a Terra trouxe de suas experiências em outro ponto do cosmos uma marca profunda de desvio da Lei. Algo semelhante se deu com o reino humano, e também por isso essas vidas foram atraídas, juntas, para este planeta.

Tudo que o reino humano viveu está registrado em seu actual código genético, que necessita ser removido para que sua consciência interior se liberte. O mesmo se aplica ao reino animal. Se este não passar por profunda mutação, que lave e equilibre seu passado, não lhe será possível prosseguir na Terra sob a vibração e sob as leis que devem aqui se instaurar.

As espécies animais que não puderem dar esse salto evolutivo serão conduzidas a planetas mais primitivos. As que surgiram da interferência do homem deixarão de existir como tais, pois representam uma via em saída. Na parcela resgatável do reino animal será implantado um novo código, proveniente de mundos onde não existem competição nem agressividade, e em que a substância mental é mais moldável que a actual.

Essa operação, profundamente transformadora, tem sua base em um importante centro planetário suprafísico, Lis-Fátima. É ali que o potencial dessa mutação se dinamiza e irradia, na medida adequada, aos representantes do reino animal. E é ali que estão guardadas algumas das chaves para o aprimoramento da espécie humana." (...)

http://www.ventosdelys.com/pt/artigos/26/homens-e-animais-em-busca-da-sublime-harmonia/


Imagem: Ellen Lorien Moss, Elf


quarta-feira, 12 de maio de 2010

Abusadores internos, abusadores externos


Texto recebido do astrólogo Nuno Michaels:

"Já não é uma questão política, nem religiosa, é simplesmente um atentado...
... ao mais simples e elementar Respeito por essa coisa a que se chama "Cidadão-Contribuinte"

ora vejam o que
diz a 1ª Página de um semanário saído hoje:

"No auge da crise, cada contribuinte é obrigado a pagar 579 euros por ano para manter

as regalias dos detentores de cargos políticos"


"Os orgãos de soberania e as despesas com as autonomias custam a Portugal 3.450 milhões anuais" "Só o Parlamento fica com 191 milhões: cada deputado "come" 434 mil euros/ano" "Manter Sócrates custa 7 vezes mais que os espanhóis gastam com Zapatero" "Os partidos sacam 78 mil euros/ano por cada deputado que sentam em S.Bento" "Até a propaganda dos partidos é paga pelos contribuintes: 73 milhões por legislatura" "Condecorações e honrarias parlamentares vão custar-nos mais de meio milhão até Dezembro" ... e na primeira página de um diário, também fresquinho, edição de hoje, lê-se isto (a citação é de memória mas os factos estão correctos): "Estado estuda aumento do IVA e cortes no 13º mês para poupar 3000 milhões" ... e citem-se os números apontados pelo Presidente da CIP (Confederação dos Industriais Portugueses)

"As perdas por dia de paragem em Portugal estão quantificadas, segundo os últimos estudos, nos 37 milhões de euros. E verifica-se que Portugal tem excesso de tempos mortos com feriados históricos, religiosos, pontes, etc. Por isso, acho excessivo termos tais custos (referindo-se à visita do Papa) neste momento de crise, em que precisamos de aumentar a competitividade e em que o país não se compadece com quaisquer perdas"

... perguntemo-nos então... já que somos nós que pagamos, e vamos pagar - cada vez mais, escrevam isto - a "crise" (isto é, o desperdício irracional e inadmissível de recursos, a sua má alocação e os custos das prioridades erradas), e já que elegemos os nossos "representantes" (lol alguém se sente realmente "representado"?), parece-me justo que, das duas uma: ou os nossos interesses de Cidadãos-Contribuintes começam a ser levados (também) em consideração nas decisões que implicam despesas, ou responsabilizem-se os que tomam as decisões, de modo a que paguem também eles parte dos custos das suas decisões. Isto de andar a brincar com os recursos dos outros já sabemos que é mau karma... dinâmicas de Plutão, Escorpião e Casas 8 desatinadas...


Mas enquanto a retribuição não chega, quem se lixa é o mexilhão... e não estou a ver as pessoas aguentarem muito mais tempo este estado de coisas... O Plutão em Capricórnio aperta, aperta, aperta... de acordo. Mas Urano vai entrar em Carneiro... e a elasticidade, a imaginação, o improviso, a capacidade de sacrifício e a disponibilidade para o endividamento não duram para sempre (nem num país de Peixes)... e a paciência tem limites!


Ou entramos todos em estado Zen e meditamos OM OM HARE KRISHNA até à medula e até desencarnar de fome e frio enquanto a vida se vai tornando cada vez mais parecida com a de uma rosa num deserto e vamos ficando sem livros, sem casa, sem pão e sem educação (para não dizer gasolina, lazer, fraldas, infantários, medicamentos, internet, meios de comunicação e transporte, electricidade ou segurança social), ou - por enquanto - ainda temos a escolha de começar a ter uma atitude construtiva, de participação e responsabilidade social maior, reclamando os nossos direitos e exigindo responsabilidades aos outros, a quem usa - por direito ou abuso - dos nossos recursos, aqueles que são gerados com o nosso sangue, suor, cérebros, músculos, talentos e capacidades, tempo e escolhas.

Sabemos que o que passa "lá fora" é reflexo do que passa "cá dentro". Não proponho
uma revolução "contra" o exterior. Proponho que olhemos para dentro de nós mesmos e nos perguntemos de que partes de nós são estes "abusadores" exteriores expressão, de que partes de nós são estes "entaladinhos contribuintes" expressão, o que é que nos impede de confrontar quem nos abusa, o que é que nos leva a ter medo de reagir a quem nos oprime ou trata mal, o que é que nos leva a viver no medo? No medo da vida? No medo de desagradar? De ser excluído ou abandonado?


O que é que nos leva a permanecermos simples revolucionários de café, cheios de ideias e ideais de justiça e fraternidade que nunca chegamos realmente a concretizar, desde que tenhamos dinheiro para a bica e audiência que nos oiça a papaguear opiniões importadas de fora, e geralmente distorcidas, mal compreendidas, ou convenientemente recombinadas e descontextualizadas para suportar a pequenez do nosso espírito;

ou a tornarmo-nos vítimas que se refugiam no lamento de que alguém deveria tomar conta de nós e assim a demitirem-se de exercer o seu próprio poder de lidar com as situações e a realidade concreta, exterior; ou a tornarmo-nos "culpadores" que acusam o exterior da sua própria miséria sem assumir a sua quota parte de responsabilidade no processo, e assim a sua maturidade; ou a tornarmo-nos simples alienados que vão procurando escapar por onde podem, refugiando-se nos pobres prazeres sucedâneos e substitutos possíveis, encontrando consolo na novela da noite, nas revistas que cuscam os dramas - e se alimentam do glamour - nas vidas dos "famosos", na celebração bovina da vitória de um clube de futebol - como se de algum tipo de vitória pessoal se tratasse ou acrescentasse realmente alguma coisa às suas vidas pobres sem alma, sem cultura, sem ambição, sem imaginação, sem pensamentos elevados ou profundos, sem horizontes?

Mas proponho que comecemos a olhar para dentro e a identificar toda esta malta, todas estas adaptações, toda esta cobardia, toda esta violência, todo este abuso e prepotência, toda esta facilidade em projectar para o exterior aquilo que passa dentro de nós próprios; se queremos mudar o Mundo, comecemos por nós próprios. Como dizia Gandhi, "sê a mudança que queres ver no Mundo".

E cantavam os Da Weasel (http://www.youtube.com/watch?v=UazBWiahnrc [http://r20.rs6.net/tn.jsp?et=1103385939575&s=3475&e=001C4wuejWWl8yp9Am7jJ8_tbfusiXEvuqOT1YuCiicou6ySRSWQjQxxFzZvchgCpfWHZ7t9myljsLh6pOkR1fBOqh3MDKXbJb84jvfiWnC1b7Syj9Rw7o0VzhZuC1KmoLL6Z7aIi6YIp8QBRbZEwFvqw==]):


"Toda a gente critica o telemóvel do vizinho
Mas no fundo toda a gente quer ter um igualzinho
Toda a gente grita 'todos diferentes, todos iguais'
Mas se calhar há uns quantos bacanos a mais.
Toda a gente quer ser solidária
Mas na hora da verdade toda a gente desaparece da área.
Toda a gente quer ser muito moderna
Mas a tacanhez, essa há-de ser eterna (...)
Há até quem costume falar em revolução
Mas a revolução não vai ser transmitida na televisão
Ela tem de acontecer dentro de cada um
Caso contrário nunca chegaremos a lugar algum.
Há quem queira resolver os problemas do mundo
De uma só vez , confiante, tal e qual um bom escuteiro
Mas enquanto se perseguem tão nobres ideais
Esquecemo-nos de limpar os nossos quintais
Tentamos combater todos os males da terra
Quando afinal
É na nossa casa que começa a guerra
Toda a gente devia parar de falar
Olhar para dentro e agir"

Fica um convite à acção, dentro dos limites do que controlamos - e o que controlamos

termina na epiderme.

AUTO-CONHECIMENTO!, gente!


(... e ainda a propósito do confronto com os "abusadores internos" de que os "abusadores
externos" são a expressão perfeita, recordo as palavras, quase sempre sábias e sempre
inspiradoras, dos Dealema no tema "Tudo o que Tenho em Mim" (para ouvir vá a http://www.youtube.com/watch?v=iAycm7ff6Jw [http://r20.rs6.net/tn.jsp?et=1103385939575&s=3475&e=001C4wuejWWl8yZmYqt13Ehz_DiLUVRV54QkOcyBzujJEHMDdOFELahOlCrk-kR9R-wCtP-bBM4AngRMTdybybAz_fzQFf5WRXcqGaGKGGvL5TGujQ9-FgaD8ToZUfOGoFLswDXc8JnzQm4sNk5lJfumA==]):

"Nunca deixes que a tua identidade seja deturpada, nunca lambas a piça a quem te
mija na cara").

Mal e porcamente, e de uma forma politicamente incorrecta, é a expressão mais simples e perfeita daquilo de que todos precisamos, cada vez mais, na relação connosco próprios e, por extensão, com os outros, e, por consequência, no que podemos (e queremos) criar no Mundo à nossa volta. E tudo isso se esgota, e comprime, numa única palavra: Dignidade. E o maravilhoso é que não se consegue por fora. Consegue-se por dentro."

© Nuno Michaels, aos 11 de Maio de 2010
Todos os direitos reservados. Divulgação permitida e encorajada sem permissão do
autor, desde que não se façam passar por ele.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Ouvi dizer que um papa...


...tinha chegado a território nacional



daqui não se ouve nada...
estou no meu escritório-quintal

sem comando
sem canais
sem mind control

silêncio sobre os sapatos Prada
(excepção para os comentários da Rosa Leonor...)
ou os paramentos
ou a doutrina da santa sé
(ou é da fé?)

Um papa, mulher,
é o que há de mais letal
não se engane com seu ar de futuro santinho de altar

todos os dias e a todas as horas
ele afirma e confirma
que há algo de errado contigo

mulher só serve mesmo para
lavar as igrejas
enfeitar os altares
cozinhar as hóstias
coser as batinas
acreditar no padre
dar ámenes ao padre
temer o inferno
e...
... encher as igrejas!!!

E ainda não percebeste o tamanho do poder que te negam?

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Elevar a frequência


"Nã
o pense que estamos longe e nem creia que, quanto mais evoluída é a mente que lhe fala, mais distante do mundo ela se coloca. Distância só existe para o corpo físico. Quanto mais evoluído psiquicamente é o corpo interior, mais altas também vão se tornando as suas vibrações e ele é capaz de harmonizar-se com mentes cada vez mais superiores.

Quando o indivíduo se harmoniza com uma mente superior não quer dizer que esta mente tenha vindo até ele. O indivíduo apenas elevou a intensidade de suas vibrações e passou a vibrar na tónica daquela mente superior, podendo assim comunicar-se com ela.
Se agora você me perguntar onde estamos neste momento, poderemos responder que estamos com você, mas necessariamente não saímos de onde estávamos antes. Você é que elevou a frequência de suas vibrações e passamos a vibrar num acorde consoante e perfeito.


Imagine-se agora habitando o interior de um aquário de paredes negras. Pela abertura superior pode ver apenas o céu. Não sabe nem que existe um mundo fora do seu aquário.


Um dia, alguém o retira, por uma fração de segundo, de dentro do aquário, retira também o aquário e coloca você no mesmo lugar que estava antes. O que acontece? Você olha, atónito, e julga estar num mundo diferente, talvez a milhares de quilómetros distante de seu velho aquário. No entanto, você está no mesmo lugar.


Então, alguém troca o seu aquário de paredes negras por outro de paredes translúcidas e coloca você de volta nele, pois fora do aquário não existem condições físicas de sobrevivência.


Mas existe então uma diferença: você pode ver o mundo à sua volta e entende que ele está ali mesmo, ao alcance de seus olhos e de sua compreensão; pode até se comunicar com os seres que habitam o mundo fora do seu aquário. Eles estão tão perto e você jamais havia se apercebido disto.


É isso que acontece com uma pessoa que entende a lei das vibrações e das frequências. Ela percebe que pode estar muito mais perto do Sol do que está do seu vizinho de banco do autocarro; ela percebe que a distância não se mede por quilómetros, mas sim por frequências vibratórias; ela compreende que com um simples exercício de introspecção, acompanhado por movimentos respiratórios, é capaz de correr na escala vibratória e aproximar-se de Deus mais depressa do que se, andando, movesse dois passos".


Livro: "A Volta" de M. Tribuzy


http://lantonini.blogspot.com/2007_06_01_archive.html

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Televisão: a experiência do medo

"Nesta era de informação, vocês são afastados das fontes naturais onde poderiam colectar
conhecim
entos por vós próprios. Foi-vos vendida a ideia de que a televisão é a grande fonte de informação. Este instrumento vem sendo apontado como uma das grandes invenções deste século. Porém, os media são possuídos e controlados por aqueles que desejam manter-vos entretidos e inconscientes.

Eles vendem versões escolhidas da realidade e ignoram completamente as outras.

A televisão torna lento o processo evolutivo dos humanos e limita-os, especialmente às crianças. Quando vocês são crianças, as primeiras impressões e a imaginação desempenham um papel-chave no modo como a vossa vida se vai desenrolar. A televisão mantém-vos numa faixa muito estreita de expressão emocional – basicamente caos e medo.

Hoje, mais do que nunca, existe uma grande campanha para vender televisores, para se ter televisão por cabo e para se manter as pessoas ligadas à última versão de escândalo e violência, como se aquilo que é transmitido fosse a questão mais importante. Aprenda a observar como se sente enquanto vê televisão. Ela é uma forma de controlo de frequência. Esse controlo está a ser tremendamente acelerado, enquanto o medo rapidamente se espalha por todo o planeta através da televisão.

A grande maioria das pessoas na Terra está a ser hipnotizada pela televisão exactamente neste momento.

A nossa campanha encoraja-vos a experimentarem a vida em primeira mão – não apenas através da produção de imagens e das ideias de outros. Vocês prejudicam a vossa própria consciência, e o potencial que ela possui, quando gastam tempo a ver televisão.
Suprimem a imaginação, acabando assim por não utilizar um dos maiores dons que possuem. Daqui a muitos séculos, compreender-se-á como, na última metade do século XX, as pessoas foram induzidas a estados de entorpecimento, a certos comportamentos e a tornarem-se apáticas e doentes através da televisão.

Vocês estão a desperdiçar o vosso tempo vendo seja que programa for na televisão. Ela mantém-vos longe da vida e age como um substituto da experiência, que, caros amigos, é o caminho básico da aprendizagem. Alguns de vocês podem dizer: “Bem, há alguns programas bons e eu só vejo programas educativos”. E nós perguntamos: “O que estará a ser irradiado subliminarmente nos “bons programas”, que vocês, conscientemente, não vêem? Se insistem em ter aparelhos de televisão em casa, mantenham-nos desligados da tomada. Frequências de onda são transmitidas através de aparelhos de televisão, mesmo quando desligados."

TERRA, Chaves Pleiadianas para a Biblioteca Viva, Barbara Marciniak, editora Ground, Brasil

Imagem: Google