quarta-feira, 28 de abril de 2010

Escravatura "ética"...

Strawberry fields forever



O homens europeus descem sobre Marrocos com a missão de recrutar mulheres.

Nas cidades, vilas e aldeias é afixado o convite e as mulheres apresentam-se no local da selecção.

Inscrevem-se, são chamadas e inspeccionadas como cavalos ou gado nas feiras. Peso, altura, medidas, dentes e cabelo, e qualidades genéricas como força, balanço, resistência. São escolhidas a dedo, porque são muitas concorrentes para poucas vagas. Mais ou menos cinco mil são apuradas em vinte e cinco mil.


A selecção é impiedosa e enquanto as escolhidas respiram de alívio, as recusadas choram e arrepelam-se e queixam-se da vida. Uma foi recusada porque era muito alta e muito larga.


São todas jovens, com menos de 40 anos e com filhos pequenos. Se tiverem mais de 50 anos são demasiado velhas e se não tiverem filhos são demasiado perigosas. As mulheres escolhidas são

embarcadas e descem por sua vez sobre o Sul de Espanha, para a apanha de morangos. É uma actividade pesada, muitas horas de labuta para um salário diário de 35 euros. As mulheres têm casa e comida, e trabalham de sol a sol.


É assim durante meses, seis meses máximo, ao abrigo do que a Europa farta e saciada que vimos reunida em Lisboa chama Programa de Trabalhadores Convidados.


São convidadas apenas as mulheres novas com filhos pequenos, porque essas, por causa dos filhos, não fugirão nem tentarão ficar na Europa. As estufas de morangos de Huelva e Almería, em Espanha, escolheram-nas porque elas são prisioneiras e reféns da família que deixaram para trás.


Na Espanha socialista, este programa de recrutamento tão imaginativo, que faz lembrar as pesagens e apreciações a olho dos atributos físicos dos escravos africanos no tempo da escravatura, olhos, cabelos, dentes, unhas, toca a trabalhar, quem dá mais, é considerado pioneiro e chamam-lhe programa de "emigração ética".


Os nomes que os europeus arranjam para as suas patifarias e para sossegar as consciências são um modelo. Emigração ética, dizem eles.

Os homens são os empregadores.


Dantes, os homens eram contratados para este trabalho. Eram tão poucos os que regressavam a África e tantos os que ficavam sem papéis na Europa que alguém se

lembrou deste truque de recrutar mulheres para a apanha do morango. Com menos de 40 anos e filhos pequenos.



As que partem ficam tristes de deixar o marido e os filhos, as que ficam tristes ficam por terem sido recusadas. A culpa de não poderem ganhar o sustento pesa-lhes sobre a cabeça. Nas famílias alargadas dos marroquinos, a sogra e a mãe e as irmãs substituem a mãe mas, para os filhos, a separação constitui uma crueldade. E para as mães também. O recrutamento fez deslizar a responsabilidade de

ganhar a vida e o pão dos ombros dos homens, desempregados perenes, para os das mulheres, impondo-lhes uma humilhação e uma privação.


Para os marroquinos, árabes ou berberes, a selecção e a separação são ofensivas, e engolem a raiva em silêncio. Da Europa, e de Espanha, nem bom vento nem bom casamento.


A separação faz com que muitas mulheres encontrem no regresso uma rival nos amores do marido.



Que esta história se passe no século XXI e que achemos isto normal, nós europeus, é que parece pouco saudável.


A Europa, ou os burocratas europeus que vimos nos Jerónimos tratados como animais de luxo, com os seus carrões de vidros fumados, os seus motoristas, as suas secretárias, os seus conselheiros e assessores, as suas legiões de servos, mais os banquetes e concertos, interlúdios e viagens, cartões de crédito e milhas de passageiros frequentes, perdeu, perderam, a vergonha e a ética. Quem trata assim as mulheres dos outros jamais trataria assim as suas.



Os construtores da Europa, com as canetas de prata que assinam tratados e declarações em cenários de ouro, com a prosápia de vencedores, chamam à nova escravatura das mulheres do Magreb "emigração ética". Damos às mulheres "uma oportunidade", dizem eles.


E quem se preocupa com os filhos?

Gostariam os europeus de separar os filhos deles das mães durante seis meses? Recrutariam os europeus mães dinamarquesas ou suecas, alemãs ou inglesas, portuguesas ou espanholas, para irem durante seis meses apanhar morango? Não. O método de recrutamento seria considerado vil, uma infâmia social. Psicólogos e institutos, organizações e ministérios levantar-se-iam contra a prática desumana e vozes e comunicados levantariam a questão da separação das mães dos filhos numa fase crucial da infância. Blá, blá, blá.


O processo de selecção seria considerado indigno de uma democracia ocidental. O pior é que as democracias ocidentais tratam muito bem de si mesmas e muito mal dos outros, apesar de quererem exportar o modelo e estarem muito preocupadas com os direitos humanos.



Como é possível fazermos isto às mulheres? Como é possível instituir uma separação entre trabalhadoras válidas, olhos, dentes, unhas, cabelo, e inválidas?



Alguns dos filhos destas mulheres lembrar-se-ão.

Alguns dos filhos destas mulheres serão recrutados pelo Islão.



Esta Europa que presume de humana e humanista com o sr. Barroso à frente, às vezes, mete nojo.



Clara Ferreira Alves

2010

Imagem: La Femme du Maroc, Lalla Essyadi

sexta-feira, 23 de abril de 2010

http://www.ted.com/talks/lang/por_pt/chimamanda_adichie_the_danger_of_a_single_story.html


O PERIGO DA HISTÓRIA ÚNICA! FANTÁSTICO.

http://www.ted.com/talks/lang/por_pt/chimamanda_adichie_the_danger_of_a_single_story.html

Obrigada Ana Cachão e Isabel Tostão por partilharam este momento de frescura e inteligência e terem tornado o meu dia de hoje muito mais rico, bonito, colorido, múltiplo e inclusivo...

terça-feira, 20 de abril de 2010

"EIS A MINHA FILHA..." - LIVROS POTENCIALMENTE MUITO PERIGOSOS...

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O LIVRINHO QUE VEIO DO "CÉU" (?)

"Assim, através do processo de replicação de sistemas agora descoberto por cientistas como Vilmos Csanyi, milhões de pessoas ainda hoje se mostram incapazes de perceber o que a nossa literatura sagrada de facto afirma, e como essa literatura funciona de maneira a conservar os limites que nos mantêm
aprisionados num siste
ma dominador. Talvez o exemplo mais notável desta cegueira induzida pelos sistemas esteja no tratamento bíblico dado à violação.

No Livro dos Juízes, capítulo 19, os sacerdotes que escreveram a Bíblia falam-nos dum pai que oferece a sua filha virgem a uma turba de bêbados. Ele tem um convidado em sua casa, um homem da tribo dos Levitas, de alta casta. Um bando de desordeiros da tribo de Benjamin exige que ele saia, aparentemente com a intenção de lhe bater. "Olhai", diz o pai à turba, "eis a minha filha, uma donzela, e a sua concubina (do hóspede); trago-as agora até vós, degradai-as, e fazei com elas o que vos parecer adequado, mas a este homem não façais tal vileza."

Isso é-nos referido de passagem, como questão de pequena importância. Em seguida, com o desenrolar da história, sabemos como "o homem tomou a sua concubina e a levou diante deles, e eles a conheceram e violaram-na a noite inteira, até ao amanhecer"; como a concubina voltou rastejando até a soleira da porta da casa onde "o seu senhor" dormia; como, ao despertar e "abrir a porta da casa, e sair para seguir o seu caminho", ele tropeçou na mulher e ordenou: "Levanta-te, sigamos o caminho"; e como por fim, descobrindo estar ela morta, ele carregou o seu corpo às costas e foi para casa.
Em momento algum da narrativa desta história brutal a respeito da traição da confiança de uma filha e duma amante e do estupro e assassínio duma mulher desamparada, percebemos qualquer vestígio de compaixão, muito menos de indignação moral ou ultraje. Contudo, ainda mais importante —
e intrigante — é que a oferta do pai no sentido de sacrificar o que naquela época constituía atributo mais valioso da sua própria filha, a sua virgindade, e possivelmente também a sua vida, não violava qualquer lei. Ainda mais intrigante é que as ações que previsivelmente levaram à violação, à tortura e ao assassinato, praticados pela turba, duma mulher essencialmente esposa de um levita tampouco fossem consideradas fora da lei — e este é um livro repleto de prescrições e proscrições aparentemente intermináveis sobre o que é moral e legalmente certo e errado.

Em suma, é tão estreita a moralidade deste texto sagrado que apresenta de forma ostensiva a lei divina, que nele vemos que metade da humanidade podia ser entregue legalmente pelos próprios pais e maridos para ser estuprada, torturada ou assassinada, sem qualquer temor à punição — ou sequer desaprovação moral.
Ainda mais brutal é a mensagem duma história até hoje lida regularmente como parábola moral em congregações e aulas de catecismo em todo o mundo ocidental:
a famosa história de Lot, que, sozinho, foi poupado por Deus quando as cidades pecadoras e imorais de Sodoma e Gomorra foram destruídas. Aqui, mais uma vez segundo o Génese 19:8, com a mesma insensibilidade prosaica, no que aparentemente era costume difundido e socialmente aceite, Lot oferece as duas filhas virgens (provavelmente ainda crianças, pois naquela época as meninas casavam muito cedo) a uma turba que ameaçava dois convidados masculinos na casa. Mais uma vez não há traço de qualquer violação à lei ou qualquer expressão de indignação justiceira diante de tratamento tão anormal dispensado pelo pai às suas próprias filhas. Muito pelo contrário, como os dois hóspedes de Lot eram anjos enviados por Deus, enquanto o Senhor "fez chover sobre Sodoma e Gomorra enxofre e fogo" pelas suas "perversões", Lot foi recompensado pelas suas! Só ele e a família foram poupados.

Segundo a perspectiva da teoria de transformação cultural, o que podemos depreender desses exemplos de moralidade bíblica e do sistema que buscava manter? Fica claro que a moralidade que impõe a escravidão sexual feminina era imposta pelos homens de forma a satisfazer as exigências económicas dum sistema rigidamente masculino em que a propriedade era transmitida de pai para filho e os benefícios do trabalho de mulheres e crianças se destinavam-se ao homem. Ela era também imposta a fim de satisfazer à exigência política e ideológica de que as realidades sociais da antiga ordem na qual as mulheres eram sexual, económica e politicamente livres, e na qual a Deusa era a deidade suprema, fossem inteiramente anuladas. Pois só através de tal anulação poderia ser mantida uma estrutura de poder baseada em rígidas categorias. Segundo vimos, não foi coincidência, em todo o mundo antigo, a imposição do domínio masculino como parte da mudança duma forma de organização pacífica e igualitária da sociedade humana para uma ordem hierárquica e violenta governada por homens gananciosos e brutais. Tampouco é coincidência, considerando-se duma perspectiva sistémica, as mulheres serem excluídas, no Antigo Testamento, dos seus antigos papéis de sacerdotisas, a fim de que as leis religiosas que passaram a governar a sociedade fossem elaboradas unicamente pelos homens. Não há coincidência tampouco nas árvores da sabedoria e da vida, outrora associadas ao culto da Deusa, serem apresentadas aqui como propriedade privada duma deidade masculina suprema — simbolizando e legitimando o poder absoluto de vida e morte, das castas masculinas dominantes sobre a sociedade, bem como de todos os homens sobre as mulheres. "


In O CÁLICE E A ESPADA - Riane Eisler (retirado do blog “Alta Sacerdotiza” e adaptado)

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Método Louise Hay no telejornal da TVI esta noite



Vale a pena ver (vamos ver se a moda pega...) uma reportagem feliz num telejornal... anticipe aqui.


quarta-feira, 14 de abril de 2010

REPROGRAMAR O DNA PELA PALAVRA


A palavra, juntamente com o poder da vibração, é capaz de criar, curar e também destruir.

A teoria indica que, quando focalizamos a nossa mente em algo, e a isto somamos o sentimento e a emoção, para finalmente o
expressarmos, estamos exteriorizando e materializando um poder que estará afetando os reinados da matéria.

O QUE VOCÊ DIZ AO SEU SEMELHANTE, DIZ A SI MESMO


Se cada um de nós estivesse consciente de que a energia libertada em cada palavra afeta não só a quem a dirigimos, mas também a nós mesmos e ao mundo que nos rodeia, começaríamos a cuidar mais do que dizemos.

Os antigos essénios sabiam da existência de um enorme poder contido na oração, no verbo e na palavra. Os antigos alfabetos, como o sânscrito, o aramaico e a linguagem hebraica são fontes de poder em si mesmas. Os essénios utilizaram a energia que canaliza a linguagem - que era a manifestação final do pensamento, da emoção e do sentimento - para manifestar na realidade a qualidade de vida que desejavam experimentar neste mundo.
Nas culturas do antigo Oriente, eram utilizados os mantras, as rezas, os cânticos e as orações com intenção predeterminada, como técnicas para materializar estados internos e programar, de uma forma ignorada por nós na atualidade, realidades pensadas, desejadas e afirmadas previamente.

Os estudos realizados por físicos quânticos começam a redescobrir e validar o enorme conhecimento esquecido de antigas culturas ancestrais. Um conhecimento que se encontra ainda escondido e esquecido e que nos traria o poder de mudar o nosso mundo.


AS PALAVRAS PODEM PROGRAMAR O DNA


A mais recente investigação científica russa indica que o DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e frequências, sem seccionar e nem substituir genes individuais. Só 10% de nosso DNA é utilizado para construir proteínas, e esta pequena percentagem do total que compõe o DNA é o que estudam os investigadores ocidentais. Os outros 90% é considerado “DNA sucata”. Entretanto, os investigadores russos, convencidos de que a natureza não é tola, reuniram linguistas e geneticistas - num estudo sem precedentes -, para explorar esses 90% de “DNA sucata”.

Os resultados levaram a conclusões impensáveis: segundo os estudos, o nosso DNA não só é o responsável pela construção do nosso corpo, mas também serve como armazém de informação e para a comunicação a toda a escala da biologia. Os linguistas russos descobriram que o código genético, especialmente no aparentemente inútil 90%, segue as mesmas regras de todas as nossas linguagens humanas. Compararam as regras de sintaxe (a forma em que se colocam juntas as palavras para formar frases e orações), a semântica (o estudo do significado da linguagem) e as regras gramaticais básicas e assim descobriram que os alcalinos de nosso DNA seguem uma gramática regular e têm regras fixas, tal como os nossos idiomas.

Portanto, as linguagens humanas não apareceram aleatoriamente, mas
são um reflexo de nosso DNA inerente. O biofísico e biólogo molecular russo Pjotr Garjajev e seus colegas também exploraram o comportamento vibratório do DNA. “Os cromossomas vivos funcionam como computadores solitónicos/holográficos usando a radiação laser do DNA endógeno”. Isso significa que alguém pode, simplesmente, usar palavras e orações da linguagem humana para influenciar o DNA ou reprogramá-lo.

Os mestres espirituais e religiosos da antiguidade souberam, há milhares de anos, que o nosso corpo pode ser programado por meio da linguagem, das palavras e do pensamento. Agora isso foi provado e explicado cientificamente. A surpresa maior foi descobrir a maneira como os 90% do “DNA Sucata” armazena a informação. “Imaginemos uma biblioteca que, em lugar de arquivar milhares de livros, só guarda o alfabeto comum a todos os livros. Então, quando alguém solicita a informação de um determinado livro, o alfabeto reúne todo o conteúdo em suas páginas e coloca a nossa disposição”, esclareceu Garjajev. Isto abre-nos as portas a um mistério ainda maior: que a verdadeira “biblioteca” estaria fora dos nossos corpos em algum lugar desconhecido do cosmos e que o DNA estaria em comunicação permanente com esse reservatório universal de conhecimento.


A EVIDÊNCIA INESPERADA


O investigador Dan Winter, que desenvolveu um programa de computador para estudar as ondas sinusoidais que emite o coração sob respostas emocionais, numa fase da investigação com os seus colegas, Fred Wolf y Carlos Suárez, analisou as vibrações da linguagem hebraica com um espectrograma. O que descobriram foi que os pictogramas que representam os símbolos do alfabeto hebraico correspondiam exatamente à figura que forma a longitude de onda do som de cada palavra.

Isso significa que a forma de cada letra era a exata figura que formava a referida longitude de onda a ser vocalizada. Também comprovaram que os símbolos que formam o alfabeto são representações geométricas. No caso do alfabeto hebraico, os 22 gráficos utilizados como letras são 22 nomes próprios originalmente usados para designar diferentes estados ou estruturas de uma única energia cósmica sagrada, que é a essência e semelhança de tudo o que é. O livro do Génesis está escrito nesta linguagem.

As letras dos antigos alfabetos são formas estruturadas de energia vibracional que projetam forças próprias da estrutura geométrica da criação. Desta maneira, com a linguagem se pode tanto criar como destruir. O ser humano potencializa o poder contido nos alfabetos ao somar-lhe o poder da sua própria intenção. Isso converte-nos em responsáveis diretos dos processos criativos ou destrutivos na vida. E somente com a palavra!

O PODER CURADOR DA PALAVRA


Existe uma capacidade demonstrada de quanto a palavra pode afetar a programação do DNA. A saúde poderia conservar-se indefinidamente se nos orientássemos em pensamentos, sentimentos, emoções e palavras criativas e, sobretudo, bem intencionadas.

Os estudos do Instituto Heart Math abrem-nos um novo panorama para a cura, não só dos humanos enfermos, mas também para a cura planetária. O instituto crê na existência do que eles chamam “hiper-comunicação”, uma espécie de rede de Internet sob a qual todos os organismos vivos estariam conectados e em permanente comunicação, permitindo a existência da chamada “consciência coletiva”.

O Hearth Math declara que se todos os seres humanos estivessem conscientes da existência desta matriz de comunicação entre os seres vivos, e trabalhassem na unificação de pensamentos com objetivos comuns, seríamos capazes de logros impensados, como a reversão repentina de processos climáticos adversos.

O poder das rezas, orações e pedidos, tal como nos legaram os antigos essénios - potencializado por milhares de pessoas -, outorgar-nos-ia um poder que superaria o de qualquer potência militar que quisesse nos impor a sua vontade pela força.

Este poder foi demonstrado em espécies animais como os golfinhos, que trabalham unificados em objetivos comuns. Os golfinhos utilizam padrões geométricos de hiper-comunicação, ultra-som e ressonâncias que lhes servem para interagir com as redes energéticas do planeta. Estes animais possuem a capacidade de produzir estruturas sónicas geométricas e harmónicas sob a água. Poderíamos afirmar que os golfinhos ajudam mais a manter o equilíbrio planetário do que os humanos.

Se Deus nos outorgou o poder, significa que quer que nós, uma vez alcançado um nível de consciência determinado, ajudemos no que respeito à vida, sendo cocriadores de sua obra.


Brad Hunter


Este artigo foi publicado na Revista ‘EL PLANETA URBANO


Imagem: Google

domingo, 11 de abril de 2010

MENSAGEM E MANTRA DO ARCANJO MIGUEL: “TAMBÉM TU ÉS O ARCANJO MIGUEL”


Nota: Esta mensagem foi canalizada através de Walter Javier Velásquez, no parque central da cidade Santa Rosa de Cabal, Risaralda, Colômbia, no domingo 17 de maio de 2009.

Tradução minha


"EU SOU ESSE EU ESTOU Sendo a Presença do Arcanjo Miguel neste mundo.

EU SOU um Ser Cósmico. EU SOU Luz, EU SOU Luz, Luz, Luz, e o meu coração está no Grande Sol Central, no coração de Deus. EU SOU a Presença do Arcanjo Miguel neste mundo.

Entrego-vos este mantra meus amados. Pratiquem-no sempre e cada instante da vossa vida:

EU SOU ESSE EU ESTOU Sendo a Presença do Arcanjo Miguel neste mundo.

Não quero que voltem a ver o Arcanjo Miguel como um ser exterior que está acima, abaixo, à direita, à esquerda, à frente de vós e nem sequer dentro de vós, amados.

Quero que se vejam a vós mesmos sendo o Arcanjo Miguel, porque realmente devem converter-se num foco do Arcanjo Miguel.

Visualizem cada uma das vossas células como cristais de chama azul.

Visualizem-se com o escudo, a espada e a armadura de chama azul.

Visualizem as asas gigantescas do Arcanjo Miguel abarcando e irradiando a Sua Luz ao redor duma cidade e digam comigo:

EU SOU ESSE EU ESTOU Sendo a Presença do Arcanjo Miguel neste mundo!


EU SOU ESSE EU ESTOU Sendo a Presença do Arcanjo Miguel neste mundo!


EU SOU ESSE EU ESTOU Sendo a Presença do Arcanjo Miguel neste mundo!

Vim colocar-vos diante dum dilema

Amados meus, coloco-vos hoje diante dum dilema: está perante vós a antiga ideia do Arcanjo Miguel externo, do Arcanjo Miguel fora de vós, do Arcanjo Miguel ao qual invocam como um salvador externo que vem ajudar-vos; e está também diante de vós a ideia que hoje vos trago, que é a de que estão sendo o próprio Arcanjo Miguel.

Amados meus, Renunciem de imediato à ideia do Arcanjo exterior! Já não quero que me tenham como um simples quadro pregado na parede, não quero mais que me tenham como uma figura de gesso num belo altar rodeado de velas. Quero que vocês próprios se convertam num foco do Arcanjo para que eu, o Arcanjo Miguel, possa trabalhar através de vós em qualquer momento das vinte e quatro horas do dia.

Meus Amados, EU SOU ESSE EU ESTOU sendo o Arcanjo Miguel em cada um de vós, e vim manifestar e Ser o Arcanjo Miguel.

Quero que cada um de vocês, por meio do vosso livre arbítrio, se converta num protão do Arcanjo Miguel, de tal maneira que em qualquer momento que eu necessite de baixar às oitavas etéricas mentais ou emocionais do planeta Terra para cumprir uma tarefa, possa fazê-lo a través de vós, amados, e possa chegar através dos vossos corações a neutralizar entidades, demónios desencarnados e todas as forças da obscuridade.

Porque amados, EU SOU o Arcanjo Miguel e EU SOU mais que qualquer energia da obscuridade neste mundo. Peço-vos pois novamente que afastem essa imagem dualista que têm do Arcanjo Miguel pisando o demónio, travando uma luta dualista com o demónio.

O que EU SOU não se compara com nenhuma força neste mundo.

Amados meus, eu nem sequer necessito de pegar na minha espada para lutar com o demónio porque EU SOU infinitamente – biliões de vezes – maior do que o demónio. Imaginem-me a mim como o Sol deste sistema solar e imaginem a força obscura deste planeta simplesmente como um grão de areia. Esta é uma comparação que vos pode dar uma ideia do poder que EU SOU, amados.

Deste modo não há ponto de comparação e por isso não é possível porem-me num quadro ou num cartaz que me mostra numa luta dualista com o demónio. EU SOU infinitamente superior a essa energia e não necessito de lutar com ela porque apenas com a minha presença num sítio do plano astral, por mais obscuro que seja, as forças da obscuridade são desintegradas e aniquiladas.

Amados, renunciem a essa imagem dualística de mim e renunciem a um São Miguel exterior. Renunciem ao São Miguel que está fora de vós. Renunciem ao São Miguel que está num altar ou que está no céu e aceitem agora mesmo que vocês são o Arcanjo Miguel, sempre e quando mo permitirem, sempre e quando me deixarem chegar, sempre e quando me deixarem entrar nas vossas vidas. Então neste momento vocês serão a manifestação plena do Arcanjo Miguel nas vossas vidas.

Amados repitam comigo

EU SOU ESSE EU ESTOU Sendo a Presença do Arcanjo Miguel neste mundo!


EU SOU ESSE EU ESTOU Sendo a Presença do Arcanjo Miguel neste mundo!


EU SOU ESSE EU ESTOU Sendo a Presença do Arcanjo Miguel neste mundo!

E por todo o sempre


EU SOU ESSE EU ESTOU Sendo a Presença do Arcanjo Miguel neste mundo!


Assim é.

Neste momento peço-vos que a cada dia, quando aceitam a minha Presença, tomem a vossa espada de chama azul – quer se trate duma espada real ou daquela que tiram do vosso coração - e cortem o real do irreal dentro de vós, meus amados. Cortem toda a irrealidade, separem-se de toda a irrealidade, retirando todas as máscaras do ego, abandonando toda a cegueira espiritual do ego que não vos permite ver que são uma Extensão de Deus, que são Deus em Ação e que se o desejarem podem Ser o Arcanjo Miguel em Ação.

Por que é vocês podem Ser o Arcanjo Miguel em Ação?

A razão disto é que vocês são Deus e Eu, o Arcanjo Miguel, sou um com Deus. Então, Eu, sendo uma Extensão de Deus, que é UNO, posso manifestar-me em qualquer momento através de qualquer uma das demais Extensões de Deus no Planeta Terra, posso manifestar-me através daqueles que mo permitirem.

Deste modo, posso manifestar-me em qualquer instante, em qualquer momento do tempo e do espaço, e posso chegar porque essa é a Lei, amados; a Lei Divina que diz que todos somos UM, que todos somos uma Unidade. Se acaso pensam que o Arcanjo Miguel é um ser distante que está lá no céu e que vocês são uns seres que estão cá em baixo na Terra é porque ainda continuam na mente dual da separatividade.

Amados, neste universo, TODOS SOMOS UM, somos um só Ser, e embora pareça que existem milhões de seres, se multiplicares um por um por um infinitamente vai dar sempre como resultado a Lei do UM. É assim que somos um e o Arcanjo Miguel está dentro de cada um de vós. EU SOU um com Deus e cada um de vós é um com Deus, por isso, o Arcanjo Miguel, sendo um com Deus, pode manifestar-se através de qualquer extensão de Deus em qualquer momento do tempo e do espaço em que lho permitam.

Deste modo, reitero o que disse e peço-vos que me permitam descer aos planos etérico, mental e emocional através de vós, em qualquer momento em que eu o necessite, durante as 24 horas do dia ou da noite para ancorar a luz da chama azul e dissolver toda a obscuridade.


EU SOU ESSE EU ESTOU Sendo a Presença do Arcanjo Miguel neste mundo!


EU SOU ESSE EU ESTOU Sendo a Presença do Arcanjo Miguel neste mundo!


EU SOU ESSE EU ESTOU Sendo a Presença do Arcanjo Miguel neste mundo!

E para sempre, pelos séculos dos séculos:

EU SOU ESSE EU ESTOU Sendo a Presença do Arcanjo Miguel neste mundo!

OM"

Missão Shangra-la

Canalização dos Mestres Ascensos para a Era de Aquário.


http://www.shangrala.org

http://www.soisdioses.com


domingo, 4 de abril de 2010

A MISSÃO DA ALMA

CANALIZAÇÃO SOBRE A ATIVAÇÃO DA MISSÃO DA ALMA
Canalizado por Liat Nava Aliya ©
10 de janeiro de 2007

Saudações Amados,

Nós somos o conselho de luz da Cidade de Luz Andrómeda. E este é o Mestre Ascenso Abu Myra ao seu serviço.

Esta noite canalizaremos sobre a Ativação da Missão de sua Alma.

Esta é uma parte indispensável do processo de ascensão no planeta Terra, e não há tempo a perder. Atualmente, os grandes volumes de energia que entram no planeta aumentam e elevam extremamente a vibração deste planeta, e vocês estão se sentindo um pouco agitados e inquietos, e há muitas emoções que estão vindo à tona.

Existem muitas canalizações que os aconselham a trabalhar com estas situações emocionais, mas nós os aconselhamos a não perder mais tempo nesse tema. Isso apenas aumentará mais a sua dor emocional. Essa ativação da missão de sua alma é parte da Nova Terra. Bem, todos vocês têm desejo no nível da alma de ver esta Nova Terra. E muitos de vocês mudarão não só os seus empregos, mas também os lugares onde vivem. Pois as vibrações destes já não lhes servem mais. E sentirão isso no nível do coração, e seu coração dirá: "isso não é mais para mim”, e é por isso que lhes aconselhamos a olharem para dentro de seus corações, pois será a única maneira de operar nesta alta energia.

Mais

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Ligação Maior à Natureza e à Vida

Com votos de Páscoa feliz. Aproveitemos para... ressuscitar!

Tambor Xamânico


"O tambor é um dos instrumentos de poder do xamanismo (Ligação espiritual com a natureza). Tal instrumento foi encontrado em todas as civilizações ao redor do planeta. É um tambor sagrado, e a sua batida é semelhante ao coração, que ouvimos pela primeira vez na barriga das nossas mães quando ainda somos fetos, o que nos coloca em sintonia com a nossa mãe, assim como com toda a natureza e seres vivos. Ele emite uma vibração da mesma frequência que a que é produzida pela Terra. Para os índios, (Pajés e Xamãs), o tambor é o 'cavalo ou canoa' que os transporta para outras dimensões da realidade. A sua vibração é extremamente forte, capaz de propiciar a cura e a ampliação da consciência por ressonância vibratória. Quando tocar o tambor, perceberá que a sua vibração atinge e penetra tudo e todos, e em determinado ritmo, sentirá que todo o seu corpo vibra.

Dessa forma, o cérebro passa a entrar em ressonância com o ritmo alfa, em cujas áreas primitivas está a memória ancestral do homem como espécie e indivíduo. São bastante fortes as experiências onde as pessoas, na vibração do tambor e em relaxamento, (Re) vivem experiências de muito poder, resgatando conhecimento e experiências além da existência humana individual. Uma jornada transcendental de cura e autoconhecimento através da vibração e do som. O tambor pode ser usado para se fazer música, rituais, danças, cantigas trazendo uma infinidade de sentimentos e sensações que virão à tona quando ele for tocado. É um instrumento ideal para a realização de iniciações, rituais, jornadas de cura e purificação, assim como é bastante marcante no acompanhamento de músicas."

http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-132593172-tambor-xamnico-37cm-veja-o-video-_JM


Associação Florescer


Imagem: Google