sexta-feira, 26 de março de 2010

Evidências da Nova Terra

Sem dúvida de que o movimento "Limpar Portugal", que se inscreve num outro mais abrangente, a nível europeu, pode ser entendido como uma das evidências de que estamos a entrar numa Nova Era e de que uma Nova Terra está a chegar. Ver como, num sábado, e ainda por cima de chuva, foi possível mobilizar tantos voluntários para irem limpar o que outros tinham sujado dá-nos imensa esperança nas soluções e na boa vontade que somos capazes de encontrar para problemas que à partida parecem sem solução.

Aqui estou eu, no Arco da Memória, com o Tiago. O João Paulo Correia fez a fotografia. Lá conseguimos a muito custo remover a mesa, permitindo à Mãe Terra respirar mais livremente.

segunda-feira, 22 de março de 2010

O Gene da Empatia

Terão as pessoas mais amáveis uma vantagem evolucionária?

Por Yasmin Anwar, UC Berkeley
http://www.alternet.org/story/145888/

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, Berkeley, estão a desafiar as antigas crenças de que os seres humanos estão programados para serem egoístas. A partir de uma longa série de estudos, os cientistas sociais estão a reunir um crescente conjunto de evidências que demonstram que estamos a evoluir para nos tornarmos mais compassivos e colaborativos na nossa luta pela sobrevivência e pelo sucesso.

Em contraste com as interpretações do "cada um por si" da teoria da evolução de Charles Darwin através da selecção natural, Dacher Keltner, um psicólogo da Universidade de Berkeley e autor do livro Born to be Good: The Science of a Meaningful Life (Nascer para ser Bom: a Ciência de uma Vida com Significado) e os seus colegas estão a desenvolver uma teoria de acordo com a qual os humanos são bem sucedidos como espécie exactamente por causa das suas características de altruísmo, capacidade de cuidar e compaixão.
Chamam-lhe a "sobrevivência dos mais amáveis."

"Por causa da vulnerabilidade dos nossos bebés, a tarefa essencial para a sobrevivência humana e reprodução genética é cuidar dos outros," diz Keltner, co-director do Centro de Ciência Um Bem Maior da Universidade de Berkeley. "Os seres humanos sobreviveram como espécie porque desenvolveram a capacidade de cuidar daqueles em necessidade e de cooperar. Tal como Darwin há muito tempo resumiu, a simpatia é o nosso instinto mais forte."

Empatia nos nossos genes

A equipa de Keltner está a analisar de que forma a capacidade humana de cuidar e cooperar está activa em determinadas regiões do cérebro e do sistema nervoso. Um estudo recente encontrou evidências fortes de que muitos de nós somos geneticamente predispostos à empatia.
O estudo, liderado pelas estudantes graduadas Laura Saslow e Sarina Rodrigues da Universidade do Estado de Oregon, concluiu que aqueles que têm uma variação particular no receptor genético de oxitocina estão mais aptos a ler os estados emocionais dos outros e sofrem de menos stress em circunstâncias de tensão.
Conhecida informalmente como a “hormona do abraço", a oxitocina é segregada na corrente sanguínea e no cérebro, onde promove a interacção social, o cuidado pelos outros e o amor romântico, entre outras funções.

"A tendência para sermos mais empáticos pode ser influenciada por um único gene," diz Rodrigues.

Quanto mais damos, mais respeito obtemos.


Enquanto os estudos indicam que a capacidade de nos ligarmos aos outros contribui para uma vida mais saudável e com mais significado, a pergunta que alguns dos pesquisadores da Universidade de Berkeley estão a fazer é, "De que forma estes traços asseguram a nossa sobrevivência ou elevam o nosso status entre os nossos semelhantes?"

Uma das respostas, de acordo com o psicólogo social e sociólogo dessa Universidade, Robb Willer, é a de que quanto mais generosos somos, mais respeito e influência obtemos. Num estudo recente, Willer e a sua equipa deram aos participantes uma modesta soma de dinheiro e instruíram-nos para entrarem em jogos de crescente complexidade que teriam como resultado “o bem comum”. Os resultados, publicados no jornal American Sociological Review, demonstraram que os participantes que agiram de forma mais generosa receberam mais dádivas, respeito e cooperação dos seus pares e obtiveram uma maior influência sobre eles.
"Os resultados sugerem que quando alguém age somente em função do seu interesse pessoal e egoísta é desprezado, desrespeitado e mesmo odiado." diz Willer. "Mas os que se comportam de forma generosa para com os outros são muito estimados pelos seus pares e, desta forma, acabam por obter um status mais elevado."

"Se pensarmos em quanto podemos ganhar com a generosidade, os cientistas sociais interrogam-se cada vez menos sobre os motivos pelos quais as pessoas são generosas e cada vez mais sobre o motivo que as leva a ser egoístas," acrescentou.

Cultivando o bem maior

Estes resultados validam as conclusões dos pioneiros da “psicologia positiva” como Martin Seligman, um professor da Universidade da Pennsylvania, cuja pesquisa no início dos anos 90 se afastou da doença mental e da disfunção, mergulhando no optimismo e resiliência humanos. Não obstante muita da psicologia positiva que está a ser estudada nos EUA dê enfoque à satisfação pessoal e à felicidade, os pesquisadores de Berkeley concentraram as suas investigações sobre como é que isto pode contribuir para um maior bem social.

Um dos produtos deste trabalho é o Centro de Ciência um Bem Maior, um íman da costa Oeste para a pesquisa sobre gratidão, compaixão, altruísmo, capacidade de nos maravilharmos e paternidade/maternidade positivos, cujos patrocinadores incluem o Instituto Metanexus, Tom e Ruth Ann Hornaday e a Fundação para a Qualidade de Vida (Quality of Life Foundation).
Christine Carter, Administradora Executiva do Centro, criou o site na Internet Science for Raising Happy Kids (Ciência para Educarmos Crianças Felizes), cujo objectivo, entre outros, é assistir e promover a educação de crianças que sejam “emocionalmente literatas”. Carter transforma pesquisa rigorosa em conselhos práticos para os pais. Ela diz que muitos pais estão já a afastar-se de actividades materialistas e competitivas e a concentrar-se no que pode trazer às suas famílias uma verdadeira felicidade e bem-estar.


"Descobri que os pais que começaram conscientemente a cultivar a gratidão e generosidade nas suas filhas e filhos rapidamente verificam que estas se tornam mais felizes e resilientes," diz Carter, autora do livro Raising Happiness: 10 Simple Steps for More Joyful Kids and Happier Parents (Educar a felicidade: 10 Passos Simples para Crianças Mais Alegres e Pais Mais Felizes), que estará nas livrarias a partir de Fevereiro 2010. "O que é muitas vezes surpreendente para os pais é quão mais felizes eles próprios se tornam."

O toque simpatético

Quanto aos universitários, o psicólogo de Berkeley Rodolfo Mendoza-Denton descobriu que amizades inter-raciais e interculturais podem melhorar a experiência social e académica dos alunos. Num conjunto de resultados, publicados no Journal of Personality and Social Psychology (Jornal de Psicologia Social e Personalidade), ele concluiu que os níveis de cortisol de estudantes anglo-saxões e latinos diminuía à medida que aprendiam a conhecer-se numa série de encontros informais. O cortisol é uma hormona que dispara com o stress e a ansiedade.

Entretanto, na investigação sobre as raízes neurobiológicas das emoções positivas, Keltner e a sua equipa estão a aproximar-se da acima mencionada oxitocina bem como do nervo vago, um sistema exclusivo dos mamíferos que se liga a todos os órgãos do corpo e regula o ritmo cardíaco e a respiração.

Tanto o nervo vago como a oxitocina desempenham um papel na comunicação e na tranquilidade. Num estudo de Berkeley, duas pessoas separadas por uma barreira tentaram, à vez, comunicar emoções uma à outra, tocando-se uma à outra através de um buraco na barreira. A maior parte das vezes, foram bem sucedidas em comunicar simpatia, amor e gratidão e até em aliviar uma grande ansiedade.

Os pesquisadores conseguiram observar pela actividade de resposta à ameaça na região do cérebro que muitas das participantes femininas desenvolveram ansiedade enquanto esperavam pelo toque. Assim que sentiam o toque simpatético, o nervo vago era activado e a oxitocina libertada, acalmando-as imediatamente...

"A simpatia é algo que de facto é inerente aos nossos cérebros e corpos; e espalha-se de uma pessoas para a outra através do toque," diz Keltner.

O mesmo acontece com os mamíferos mais pequenos. A psicóloga de Berkeley Darlene Francis e Michael Meaney, um professor de psiquiatria e neurologia biológica da Universidade McGill, descobriram que os bebés ratos cujas mães regularmente os acarinhavam, lambendo-os e limpando-os tinham níveis reduzidos de hormonas do stress, incluindo cortisol e tinham, de uma forma geral, sistemas imunitários mais robustos.

De uma forma geral, estes e outros estudos da Berkeley desafiam a crença de que as boas pessoas têm menos hipóteses e, pelo contrário, apoiam a hipótese de que os humanos, se forem acarinhados e apoiados, tendem a caminhar pelo lado da compaixão.

"Esta nova ciência do altruísmo e os argumentos fisiológicos da compaixão estão finalmente a alinhar-se com as observações de Darwin, de há quase 130 anos atrás, de que a simpatia é o nosso instinto mais forte," diz Keltner.

© 2010 UC Berkeley All rights reserved.
Leia o original desta história em: http://www.alternet.org/story/145888/
In: http://networkedblogs.com/SZfW

sexta-feira, 19 de março de 2010

A MUDANÇA DAS ERAS


Um processo de mudança, sem precedentes, está acontecendo bem agora aqui na Terra. Este período histórico é chamado de A Mudança das Eras (The Shift of the Ages). Ele marca o fechamento, a finalização, a conclusão de um paradigma, de um padrão que perpetuou a ilusão da nossa separação das forças criativas do universo, para o nascimento dum novo padrão que permitirá reconhecer a unidade em todas as coisas da vida.


Os efeitos da mudança vão reverberar por todos os aspectos da criação. Cada célula de cada forma de vida, incluindo o nosso corpo, vai reestruturar a sua bioquímica, para gerar, nutrir, sustentar e assimilar frequências mais intensas e arranjos mais complexos de informação radiante que nós denominamos Luz. Isto foi previsto pelas culturas Hopi, Maia, Asteca, Grega, Egípcia e bíblica. Transcende as fronteiras das religiões, da ciência e do misticismo. Esta mudança pode ser comparada, por analogia, com o que está acontecendo com a água, ou seja, a temperatura do planeta aumentando e a água passando de estado sólido para líquido ou gasoso, mas sua estrutura atómica permanece a mesma. Esses átomos em estado sólido, muito denso (gelo) giram devagar, agora giram mais rápido no estado líquido, menos denso. Isso também acontece com outros estados de matéria, com os minerais, que mudam suas expressões externas enquanto mantêm suas propriedades químicas. Quimicamente a Terra, a sua matéria, permanecerá a mesma, mas o seu ambiente, o habitat das espécies, os campos de energia, o magnetismo, as frequências ressonantes, a pressão atmosférica, que afetam o complexo celular da Terra, será manifestado no clima, nos padrões de tempo, temperatura, camada de ozono, efeito estufa, etc. E assim também afeta o ser humano. Por muito tempo a Terra tem funcionado numa faixa específica de frequência. Toda a matéria, tudo o que a consciência humana tem experimentado e conhecido, sentido, tocado, criado, descriado, aconteceu numa banda de frequência específica, como um pacote de informação (energia contém informação). Agora há uma frequência mais elevada que estava disponível, mas que ainda não era possível acessar, com a qual o ser humano está procurando sintonizar-se. É para esta banda de frequência que cada célula dos corpos está tentando mapear-se. Nosso objetivo atual é a migração para uma conexão completa com este novo pacote de informação (ressurreição, ascensão). Mas isto não se dará automaticamente. Será preciso alcançá-la através da vontade, do arbítrio correto em escolhas do processo da vida. Será pela experiência e pela superação consciente dos entraves para a evolução. A Terra não suportará mais desarmonias, modelos de medo, dualidade, julgamentos, ou obsoletos sistemas de crença. Ela somente suportará pacotes, corpos de informação, altamente evoluídos, como as frequências crísticas.


Esta mudança de padrão de frequência vibracional trará uma mudança dimensional. E esta será a Iniciação Coletiva, o Ponto Zero, A Mudança das Eras.


Fonte

Imagem: Google

segunda-feira, 15 de março de 2010

O mundo fascinante da glândula pineal


Clique sobre a imagem para o vídeo duma palestra do dr. Sérgio Felipe de Oliveira, neuropsiquiatra
, sobre a glândula pineal.


Fenomenologia orgânica e psíquica da mediunidade

Há quase um século se estuda os fenômenos orgânicos e psíquicos da mediunidade. No Brasil um dos mais importantes estudiosos nesta área é o neuropsiquiatra Sérgio Felipe de Oliveira, mestrado em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e diretor da Clínica Pineal Mind de São Paulo. Nesta entrevista para a revista “Saúde e Espiritualidade” (“Health and Spirituality”), Dr. Sérgio nos conta um pouco de seus estudos e investigações sobre a glândula pineal e a mediunidade.

Há quase um século se estuda os fenómenos orgânicos e psíquicos da mediunidade. No Brasil um dos mais importantes estudiosos nesta área é o neuropsiquiatra Sérgio Felipe de Oliveira, mestrado em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e diretor da Clínica Pineal Mind de São Paulo. Nesta entrevista para a revista “Saúde e Espiritualidade” (“Health and Spirituality”), Dr. Sérgio nos conta um pouco de seus estudos e investigações sobre a glândula pineal e a mediunidade.

Saúde & Espiritualidade: A Ciência reconhece o tema da “mediunidade”?


Dr. Sérgio Felipe de Oliveira: O Código Internacional de Enfermidades (CID) N°10 (F44.3) de certa forma o reconhece; do mesmo modo que o tratado de Psiquiatria de Kaplane e Sadock, no capítulo sobre as teorias da Personalidade, quando se refere ao estado de transe e de possessão pelos espíritos. Carl Gustav Jung, fez um estudo com uma médium possuída por espíritos. Enfim, já é uma abertura para discutir o tema do ponto de vista científico.

S&E: No seu curso, como o senhor orienta as pessoas para o estudo da mediunidade?


Dr. Sérgio: De início, é necessário apresentar os conceitos de Unive
rsos Paralelos e a Teoria das Superquedas, porque essas hipóteses científicas buscam a unificação de todas as forças físicas conhecidas e pressupõem a existência de 11 dimensões, coincidindo com a revelação espírita sobre os diversos planos da vida espiritual. Temos que estudar também outros temas científicos importantes, tal como a Física Quântica, apresentada por Einstein e desenvolvida por Paul Dirac, assim como o teorema de Gödel. Precisamos discutir um pouco sobre os tipos de matéria que participam da construção dos corpos sutis do espírito, além de estudar a dinâmica da Psicologia Transpessoal. Assim podemos entender melhor como se pruduz a comunicação entre os espíritos, sejam esses encarnados ou desencarnados.

S&E: Que seria realmente a mediunidade?


Dr. Sérgio: A mediunidade é uma faculdade da percepção sensorial. Como qualquer faculdade deste tipo, para ser exercida, a mediunidade necessita de um órgão que capte e o outro que interprete. A nossa hipótese é que a glândula pineal é um órgão sensorial da mediunidade, como um telefone celular, que capta as ondas do aspecto eletromagnético, que vêm da dimensão espiritual, e o lóbulo frontal faz o juízo crítico da mensagem, auxiliado pelas demais áreas encefálicas.

Leia mais aqui

Imagens: Google.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Imortalidade

(...)

"Argumentos contra a Imortalidade Física


1. "Não é arrogante querer viver para sempre? Isso não é uma mera Viagem do Ego?"

Resposta: Isso depende de como você define ego e arrogância. Segundo [4], o ego é definido como um falso eu que construímos para substituir Deus. É uma crença baseada no pensamento "Sou separado de Deus" e desse pensamento surge um conjunto de pensamentos negativos, todos criados por nós. O cúmulo da arrogância é achar que podemos substituir o que tem a perfeição divina por algo imperfeito. Já que a verdade é que somos um com Deus e não separados, e já que Deus é a Própria Vida ou Espírito, então a vida naturalmente está à nossa disposição. Nós formamos uma unidade com a vida e uma unidade com o Espírito. O corpo é feito de espírito... apenas nossos pensamentos de separação nos impedem de saber isso.

A verdadeira pergunta deveria ser: como você vê o corpo? Sob qual sistema de pensamento você coloca o corpo? Você o colocou sob o sistema de pensamento do Ego é usou-o como um instrumento de separação? (Então a crença de que a morte é inevitável irá parecer correta para você.) Ou você colocou o corpo sob o sistema de pensamento do Espírito Santo, como Jesus fez e faz? Então, neste caso, o corpo é usado como um instrumento de comunicação para servir ao Espírito Santo. Então você começa a entender o que Jesus quis dizer com "Eu e o Pai somos Um", "O poder da vida e da morte estão na língua", "Da maneira que um homem pensa, assim ele é" e "Vossa maestria está presa pelas palavras em vossa boca". Jesus estava sempre tentando ajudar todo mundo a entender que eles eram um com o Pai. Mas muito poucos estavam preparados para a Sua mensagem."

Se lhe interessa o assunto, leia mais em Saúde Perfeita.

domingo, 7 de março de 2010

A Lei da Atração - criar a frequência energética


"Vou falar um pouquinho sobre a "Lei da Atração" sobre a qual fala "O Segredo", pois é impressionante como as pessoas parecem fazer questão de não entender algumas coisas.

Como bem disse a Giorgia: pensar positivo e atrair as coisas que você deseja não é um ato de 5 minutos. Para que se torne uma energia capaz de atrair realidades é preciso que você crie uma frequência energética e só se faz isso criando uma frequência de pensamento e sentimentos. Afirmar e pensar várias vezes ao dia aquela coisa; imaginá-la de forma que a sinta concretamente na sua vida é um trabalho a ser feito conscientemente até que pensar positivo se torne um hábito tão comum quanto é pensar negativo para maioria de nós.

Já por aí vê-se que acionar a "Lei da Atração" não é sentar e esperar ou querer que tudo caia do céu sem nenhum empenho. Existe um trabalho árduo a ser feito, talvez o mais árduo deles, pois refere-se a entrar em contacto profundo consigo mesmo para conseguir alterar padrões de pensamentos que muitas vezes nem sabemos que temos. É ver vir a tona sentimentos de não merecer, de culpa, de pecado, de inadequação e toda sorte de "entulho" psíquico e emocional que carregamos e, geralmente, nem sabemos porquê.

(…)


- dois livros da Louise Hay: Você pode curar a sua vida e Ame-se e cure a sua vida. Sim, é autoajuda e não, eu não surtei. Ambos os livros fazem perguntas que pra quem está a fim de ser super honesto consigo mesmo vão ajudar a perceber quais são os vetores internos que regem a nossa vida. ambos podem ser feitos com uma pessoa em quem se confie e que poderá nos ajudar a ver além do que vemos. (…)"

Ler tudo aqui


Imagem: Google

segunda-feira, 1 de março de 2010

VIAGENS INICIÁTICAS

por que somos atraídos por e para um determinado lugar?

Não tenho qualquer dúvida de que há locais especiais neste nosso planeta Terra e DE que visitá-los pode ter sobre nós um profundo efeito transformador.


Na nossa viagem a Avalon/Glastonbury em Julho passado, visitámos o crop circle mais recente, nas imediações de Stonendge, Avebury - imagem à esquerda.

Clique sobre a imagem para ver o esquema e ler a sua interpretação.






Aqui, estou dentro deste mesmo crop circle, cuja forma só é perceptível do ar.