quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Já alguma vez fotografou Orbs?

Encontrei, por acaso (tal coisa não existe, claro...) o anúncio duma conferência sobre Orbs, realizada em Glastonbury, em Julho de 2008, com Diana Cooper, Freddy Silva e outros…


Para Diana Cooper, Orbs estão relacionados(as?) com arcanjos, anjos, fadas, duendes, espíritos daqueles que já desencarnaram…



Sobre esta imagem, que retirei do seu site, ela diz que está "repleta de aspectos do Arcanjo Gabriel, Orbs dum branco muito puro, muitos dos quais estão protegidos pela luz azul do Arcanjo Miguel, estando ambos em comunicação. O Arcanjo Uriel é a grande luz amarela no topo. Por todo o lado, se vêem fadas dançando sob a forma de pequenos pontos brancos. Os duendes também estão presentes, são os pequeninos círculos. A energia neste jardim é nitidamente especial, por isso não é surpresa nenhuma vermos, flutuando no espaço, os espíritos daqueles que em vida amaram jardins. Na parte inferior, há aspectos do Arcanjo Gabriel, trazendo espíritos de elementais de outros planetas. Podemos ver que Orbs deste Arcanjo em particular estão mais perto porque se apresentam mais pálidas, depois de terem baixado a sua energia. Os anjos do Arcanjo Gabriel reuniram-se aqui para proteger as fadas, os duendes e também para purificar o jardim.

Quando amamos e cuidamos do nosso jardim, atraímos fadas e anjos, podendo assim criar um pequeno “ reino das fadas”. Ao olharmos para esta imagem e ao vermos os anjos protegendo os elementais, podemos sentir a magia do ambiente.”



Diana fala do seu livro “Enlightenment through Orbs (Iluminação através dos Orbs), curiosamente, editado pela editora de Findhorn (onde irei em Julho! Viagem anunciada mais abaixo):


“Nenhuma de nós (ela e a co-autora Kathy Crosswell) sabia nada sobre Orbs, apenas que se tratava de estranhas bolas de luz que aparecem nas fotografias, sobretudo nas digitais. Os nossos guias, entretanto, disseram-nos que nos ensinavam sobre eles. Os criadores das máquinas digitais foram superiormente inspirados para criarem máquinas que captam a frequência do reino angélico. Os anjos podem baixar a sua frequência de forma a que os seus corpos de luz surjam nas imagens com essa forma circular. Estes Orbs que contêm energia angélica continuam a irradiar luz e mensagens mesmo depois de fotografados.”

(Tradução minha. Aconselho-vos a cotejarem com o original…)




AGORA EU...



Esta foto foi feita por mim em Julho, exactamente lá onde se realizou a dita conferência, um ano depois, em 2009, durante a minha maravilhosa viagem a Glastonbury/Avalon (que se repetirá este ano - viagem anunciada mais abaixo). É no mítico Jardim do Cálice.



Nesta foto, eu estou sentada no mesmo sítio e ...

Neste jardim, fotografámos imensos Orbs, e por vezes parecia tratar-se do mesmo, pela forma e pelo tamanho...


Na verdade, temos, eu e os meus companheiros de viagem, imensas fotos onde aparecem estas bolas de luz, tanto em exteriores como em interiores, mas o sítio onde mais Orbs havia era sem dúvida o Jardim do Cálice, não junto à famosa cascata da Vesica Piscis, mas mais acima.



Achei curioso que uma conferência sobre este tema específico tivesse acontecido no preciso lugar onde eu (e outros visitantes que me acompanhavam na altura) fotografei Orbs… Como a Diana Cooper diz que a energia continua activa na imagem, já a imprimi para a ter sempre à vista…

O anúncio da conferência, contém uma série de links que nos permitem fazer uma apaixonante viagem por esta realidade que, segundo consta, está aí agora à nossa disposição, provando a existência de várias dimensões que supostamente pretendem revelar-se à nossa consciência.



Um excerto duma das comunicações que encontrei nos sites linkados (desta vez não traduzi):


“(…)Ledwith believes that reality is frequency based and that orbs are tremendous, powerful proof of that. “Now we can control reality by changing our own frequency. This is fabulous news,” he says. “If you are even semi-conscious and willing to take on the responsibility of your own frequency, you can truly make your life what you want. When you change your frequency, look for wisdom, not blaming others for what went wrong in your life.”

By changing our frequency, Ledwith says, we can be open to seeing things that weren’t possible before. People think they can’t see orbs with the naked eye, but that is not the case. They are actually seeing them, but their brain filters them out. “Our brain only lets in what we need every day to function—paying our mortgage, going to work and eating our meals. But once you bombard your brain with orbs and open up your mind, you will see them more and more,” he says.”


Vale a pena explorar o tema a partir daqui



Um comentário:

Luíza Frazão disse...

Comentário da Margarida Neto:

"Gostei muito to teu artigo no teu blog e ainda por cima fui eu que tirei a fotografia...a teu pedido."

E depois ela refere outra foto em que tenho um Orb no braço, quando estamos da igreja de Maria Madalena, em Glastonbury.

Obrigada, Margarida. Na verdade, lembro-me de ter pensado, quando olhava as magníficas flores no Jardim do Cálice, de que devia ser um lugar habitado e cuidado pelas Fadas...