quarta-feira, 30 de setembro de 2009

VAIS ABANDONAR-ME?

Uma mensagem de Abraham canalizada por Esther e Jerry Hicks

Sexta, 11 de Setembro de 2009


"A maioria das pessoas que querem um relacionamento acredita que uma relação medíocre é melhor do que nenhuma relação, mas nós não concordamos com isso. Ou seja, como o potencial para um relacionamento glorioso sempre existe – nós nunca encorajamos a aceitar menos que isso.

Lembre-se que você se sente dessa maneira por conta da combinação de vibrações dentro de você, e que duas pessoas não se sentem exactamente da mesma maneira sobre nada. É possível que duas pessoas compartilhem o que parece ser uma experiência idêntica, mas uma pessoa aproveita enquanto a outra não, porque a sua mistura de vibrações individuais varia.

Em vez de tentar descobrir o que a outra pessoa quer e se esforçar para satisfazer os seus desejos, é mais produtivo e satisfatório para si direccionar os seus pensamentos para as coisas que quer.

O que quer que esteja vivendo está fazendo com que realize depósitos regulares na sua conta Caução Vibracional, então quando algo que não quer acontece, você faz um pedido pelo que quer, ao contrário. Então, por exemplo, agora que o seu parceiro a/o abandonou, o seu pedido por alguém que queira estar consigo foi feito de uma maneira firme e mais clara do que nunca.

Muitas das suas experiências nesta vida levaram-na/o a fazer pedidos, e assim você criou um relacionamento magnífico que está à sua espera na Caução Vibracional e a/o chama para a sua realização. E na medida em que encontra mais pensamentos mais adiante, vai-se aproximando da realização desses desejos. Mas hoje, enquanto o seu coração está partido, você vai contra a Corrente e não se permite aproximar da relação que está à sua espera.

As pessoas surpreendem-se quando lhes dizemos que todas as coisas más que já lhes aconteceram num relacionamento são parte da razão pela qual um relacionamento tão magnífico as aguarda agora. Contudo, se continuarem a bater na mesma tecla em relação às coisas más que aconteceram, elas continuarão a privar-se da descoberta dessa sua criação maravilhosa."

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Qual a nossa Verdadeira Origem?


NÓS NÃO SABEMOS NADA SOBRE NÓS MESMOS…

A desinformação que existe sobre a origem de Et ou IT é tão grande como a que existe acerca do próprio SH e a origem…

Quem são os Homo Sapiens?

*

"A desinformação ao nível dos ET (extraterrestres), IT (infraterrestres), e ES (extrasensoriais) é enorme, mas a que existe a respeito da verdadeira natureza dos SH (Seres Humanos) ainda é maior. Quem somos nós de verdade? Minerais, vegetais, animais, SH, ET, IT e ES todos são provenientes de uma só vibração criadora chamada Diesse. Esta possui dois aspectos essenciais: o espírito e a matéria. Esta última se exprime através de mundos vibratórios cada vez mais densos: mental, emocional, (vital, astral) e físico. O SH (ser humano) é um dos numerosos seres inteligentes desta matéria.

No entanto, ele é o único a possuir uma alma individual. Todas as outras espécies vivas têm uma alma colectiva que vela pela sua sobrevivência. Assim, rochas, plantas, animais, Et, IT, têm todos almas colectivas, tal como os ES que possuem um corpo vivo. Os SH (seres humanos) são diferentes por causa da sua extrema mistura genética. Provenientes desta heteróclita mistura de 22 espécies, eles não podem obedecer às 22 almas colectivas diferentes tendo cada uma as suas aspirações respectivas.

Eles aprenderam a viver sem alma colectiva distinta, o que os forçou a desenvolver a alma individual embrionária que existe no fundo de toda a matéria terrestre. Segundo a Mãe (Mirra Alfassa), o planeta Terra é o único lugar do universo onde a experiência da “alma individual” teve lugar e o SH (ser humano) a única espécie que está apta a permitir a união completa da alma e do corpo, a próxima etapa evolutiva na matéria.

O desenvolvimento desta alma individual levou milhares de anos e centenas de vidas para se realizar. Entretanto, o SH (ser humano) não pode ser deixado por sua conta, sem um guia diésico.

Como as mensagens das almas colectivas são conflituosas e as das almas individuais são dificilmente audíveis, estas últimas criam um ego que serve de regente temporário para uma vida apenas. De vida em vida, a alma individual forma-se lentamente, para se tornar um “ser psíquico” (Aurobindo) ou uma “Personocracia” (Ghis) cada vez mais evoluída. Cada nova encarnação termina porque o corpo acaba sempre por morrer de medo e de esgotamento. O corpo físico dissolve-se, seguido do corpo emocional (vital, astral), depois do corpo mental. Não fica senão a alma que cria então um outro corpo e um outro ego temporário para continuar o seu trabalho na matéria física.

O SH (ser humano) que nós conhecemos chega neste momento à etapa da sua dissolução. Segundo Aurobindo, ele não senão um ser transitório entre a animalidade e o ser supra mental, quer dizer um ser que não funciona já segundo o modo mental, mas no modo psíquico da alma. Nenhum SH (ser humano) sobreviverá portanto a esta transformação. Das cinzas do velho Homo sapiens vão emergir duas espécies distintas. A primeira será ainda animal, mas funcionará de uma maneira mais harmoniosa, provavelmente com a alma colectiva adaptada a este nova espécie. É o que certos profetas predisseram como sendo a idade do ouro.

A segunda espécie, Mais misteriosa corresponde ao final de toda a experiência Homo sapiens, possivelmente, ao fim último da evolução da consciência na matéria. É assim o ser supra mental de Aurobindo ou o Ser Ómega de Teilhard de Chardin. Trata-se de um ser cujo corpo feito de uma nova matéria luminosa, mais densa que o diamante e mais fluida que um gás, em que a dicotomia matéria-espírito deixa de existir. Este novo ser diéssico possui todos os atributos do Ser Supremo, mas ao nível individual: omnipresença, omnisciência, imortalidade, alegria e amor sublimes.

O fim da experiência do Homo sapiens é o nascimento deste ser diéssico. O inferno-sobre a terra que nós vivemos hoje não cessará enquanto esse fim não for atingido. Como aí chegar? É preciso que uma massa crítica de SH (seres humanos) possa claramente entender a mensagem respectiva da sua alma individual e decidir obedecer-lhe sempre. É assim que ela saberá guiá-los no processo correcto e exacto da mudança, processo que variará de ser SH para SH (ser humano para ser humano). Quando essa massa crítica do SH passar do governo do ego para o governo da alma, toda a matéria do universo será afectada. A vida diéssica tornar-se-à então uma etapa mais na matéria, uma nova expressão de DIESSE ao mesmo tempo individual e colectiva: o Um e o Todo. "

(tradução minha)

Mado - Au-delà de L’ Exopolitique - Para lá da Exopolítica…

Rosa Leonor

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Na órbita perfeita

“Conforme vamos aprendendo a amar a nós próprios e a confiar no Poder Superior, tornamo-nos co-autores do Espírito Infinito na criação de um mundo de amor. O amor por nós próprios transforma-nos de vítimas em vencedores. Esse amor traz-nos experiências maravilhosas. Com certeza já reparou que as pessoas que se sentem bem consigo próprias são naturalmente atraentes. Normalmente há nelas uma qualidade qualquer que as torna maravilhosas. Estão contentes com a sua vida. Com elas as coisas acontecem facilmente e sem esforço. Aprendi há muito tempo que sou um ser em unidade com a Presença e o Poder de Deus. Sabendo que a sabedoria e a compreensão do Espírito habitam em mim, sei que sou orientada pelo divino na minha interacção com os outros neste planeta. À semelhança das estrelas e dos planetas nas suas órbitas perfeitas, também eu me encontro numa condição certa e divina. Posso não compreender tudo com as limitações da minha mente humana; contudo, ao nível cósmico, sei que estou no sítio certo, na hora certa, a tomar a atitude certa. A minha experiência presente é o passo no caminho para uma nova consciência e para novas oportunidades. Quem é? O que veio cá fazer? O que veio cá ensinar? Todos temos um propósito único. Somos mais do que as nossas personalidades, os nossos problemas, os nossos medos e as nossas doenças. Somos muito mais do que os nossos corpos. Estamos ligados a toda a gente e a todas as formas de vida neste planeta. Somos espírito, luz, energia, vibração e amor e todos temos a capacidade de viver as nossas vidas com um propósito e um significado.”

Louise Hay, O PODER ESTÁ DENTRO DE SI, Editora Pergaminho

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

A RELIGIÃO DO CÉREBRO


As Novas Descobertas da Neurociência a Respeito da Fé Humana

Raul Marino é professor titular de neurocirurgia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – Hospital das Clínicas de São Paulo –, professor adjunto de neurologia e de psiquiatria da Universidade de São Paulo, director do Instituto Neurológico de São Paulo (INESP) e Visiting Scientist, em neurofisiologia, do National Institutes of Health (NIH), Bethesda, Estados Unidos. Marino estudou e trabalhou com os mais renomados pesquisadores da área, dentre eles estão os professores Walle H. Nauta e Paul D. Maclean.

O livro que passo a resenhar pretende ser uma continuação de um trabalho anterior de Marino publicado na década de 1970 com o título Fisiologia das emoções. Esta obra foi uma das primeiras que abordaram a fisiologia do sistema límbico em nosso meio. O actual anseia completar os conhecimentos básicos lançados pelo anterior, relacionando-os às funções mais superiores, ou como o autor prefere chamar, “sublimes”, do cérebro humano.

O livro de Marino tentará demonstrar o que já é, de longa data, do conhecimento de neuropsicólogos e de muitos neurofisiologistas: as experiência subjectivas de nossa mente e de nossa consciência não são apenas o resultado de erros de nossas emoções ou de pensamentos aleatórios. Segundo o autor, “nosso intelecto, nossa memória, nossa afectividade, nosso aprendizado, nossas intuições, nossas motivações religiosas, nosso estado de espírito e o mundo de nossas emoções podem estar associados a eventos neurológicos observáveis, como parte de nossa função cerebral normal.” (p. 13) À primeira vista achei que Marino era mais um fisicalista, entretanto, com o decorrer da leitura percebi estar errado.

Leia mais em Anseio da Vida

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

SELO "BLOG DE SONHO"







Este selo encantador, foi-me presenteado pela minha querida amiga, Adélia Ester, do blog: http://wisheslife.blogspot.com/





as regras são:



A - Exibir a imagem e publicar as regras.
B - Postar o link de quem te indicou.
C - Visitar e comentar no blog da Adélia
D - Indicar 10 blogs e avisá-los.
E - Responder se usa produtos Natura e os preferidos. Resposta: Não, mas admiro a qualidade dos mesmos.

Aqui vão as minhas escolhas:

MULHERES & DEUSAS
MATER MUNDI
SAGRADO FEMININO
CRIANÇA PAGÃ
MULHER VERDE
MONPETITCHATGRIS
DAQUEMEDALEMMAR
SEMENTE PEREGRINA
SINDROMEDEESTOCOLMO
OUTRA MARGEM



terça-feira, 22 de setembro de 2009

UM DEUS QUE DEBILITA A MULHER


“A religião sustenta e perpetua a organização social que reflecte. Em muitos antigos textos religiosos subsistentes, é a Deusa – e não qualquer das divindades masculinas já então dominantes – que é identificada como a entidade que deu ao povo as “dádivas da civilização” (1). Os mitos atribuindo as principais invenções físicas e espirituais a uma divindade feminina podem assim reflectir a sua real invenção pelas mulheres (2).
Uma hipótese destas é praticamente inconcebível sob o paradigma prevalecente. Pois este representa a mulher como dependente e secundária em relação ao homem, não apenas lhe sendo intelectualmente inferior como, de acordo com a Bíblia, espiritualmente tão menos desenvolvida do que o homem que lhe cabe a culpa da nossa queda do estado de graça.

Porém, em sociedades que conceptualizavam o poder supremo do universo na forma de uma Deusa, venerada como fonte sábia e justa de todos os nossos dons materiais e espirituais, as mulheres tenderiam a interiorizar uma imagem muito diferente. Com um modelo de comportamento tão forte, tenderiam a considerar ser seu direito e dever o participar activamente e tomar a liderança no desenvolvimento e uso das tecnologias, tanto materiais como espirituais. Elas tenderiam a considerar-se competentes, independentes e, com toda a certeza, criativas e inventivas. Na verdade, existem indícios crescentes da participação e liderança das mulheres no desenvolvimento e administração das tecnologias materiais e não materiais, às quais se sobrepôs mais tarde uma ordem dominadora.”

Notas (da autora):

(1) Lucy Stone, When God Was a Woman
(2) Para alguns académicos anteriores que aludiram ao contributo primordial das mulheres para as nossas principais invenções físicas e espirituais, ver Robert Briffault, The Mothers, e Erich Neumann, The Great Mother.

Riane Eisler, O Cálice e a Espada, Via Óptima, Porto

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

O CUIDAR E O PARTILHAR ENQUANTO FACTORES DE EVOLUÇÃO HUMANA

“Recuando até ao tempo em que os nossos antepassados primatas se começaram inicialmente a transformar em humanos, os académicos estão a começar a reconstruir uma visão bem mais equilibrada da nossa evolução – na qual as mulheres, e não apenas os homens, são os protagonistas. O antigo modelo evolucionário baseado no “homem caçador” atribui os princípios da sociedade humana aos “laços masculinos” necessários para caçar. Ele sustenta também que as primeiras ferramentas foram desenvolvidas pelos homens para matar as suas presas – e igualmente para matar humanos mais fracos ou concorrentes. Um modelo evolucionário alternativo foi agora proposto por cientistas como Nancy Tanner, Jane Lancaster, Lila Leibowitz e Adrienne Zihlman .

Segundo esta visão alternativa, a emergência da postura erecta necessária para a libertação das mãos não se deveu à caça, mas sim à mudança do forragear (ou comer o que vai surgindo) para a recolector e o transporte dos alimentos, de modo a estes poderem ser tanto partilhados como armazenados.

Além disso, a motivação para o desenvolvimento do nosso cérebro muito maior e mais eficaz, e o seu uso tanto na confecção de ferramentas como para processar e partilhar informação com mais eficácia, não eram os laços entre homens necessários para matar. Eram sim os laços entre mães e filhos, obviamente requeridos para a sobrevivência da descendência humana. Segundo esta teoria, os primeiros artefactos feitos pelo homem não foram armas. Foram antes recipientes para transportar comida (e crianças), assim como utensílios usados pelas mães para amolecer a alimentação vegetal dos seus filhos que, para sobreviver, precisavam tanto do leite materno quanto de alimentos sólidos.

Esta teoria é mais congruente com o facto dos primatas, bem como as mais primitivas tribos existentes, basicamente dependerem mais da recolecção do que da caça. É igualmente congruente com a prova de que a carne constituía apenas uma parte ínfima do regime dos primatas ancestrais, dos hominídeos e dos primeiros humanos. É ainda apoiada pelo facto de os primatas diferirem dos pássaros e de outras espécies no aspecto característico de serem apenas as mães a partilhar os alimentos com a prole. Entre os primatas, assistimos igualmente ao desenvolvimento das primeiras ferramentas, não para matar, mas para juntar e transformar alimentos. E entre os primatas existentes mais observados, os chimpanzés, vemos as fêmeas usando estas ferramentas com maior frequência (Nancy Tanner, On Becaming Human).”

Riane Eisler, O Cálice e a Espada, Via Óptima, Porto

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Filme - Você pode Curar a Sua Vida


O Caminho do Meio: Filme - Você pode Curar a Sua Vida


Dedico este filme maravilhoso e profundamente inspirador especialmente a todas(os) as(os) seguidoras(es). Vocês merecem!

Vacinação Gripe A


Uma carta confidencial do Governo britânico para médicos directores de departamentos de neurologia foi revelada ao jornal "The Mail":

A vacina contra a Gripe Suína causa uma doença nervosa fatal.
Levanta-se a questão: Porque é que o Governo não avisou o público uma vez que estão planeados milhões de vacinações - inclusivo a mulheres grávidas e crianças?

http://www.dailymail.co.uk/news/article-1206807/Swine-flu-jab-link-killer-nerve-disease-Leaked-letter-reveals-concern-neurologists-25-deaths-America.html

Uma vez que este tipo notícia dificilmente chega ao universo português, façam o favor de avisar as pessoas que vos são queridas para pensarem bem antes de tomarem a decisão de (não) tomarem a vacina contra a gripe suína.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

O PROCESSO DE INDIVIDUAÇÃO

CIÊNCIA E EU SUPERIOR

Jung afirma que o inconsciente não é subproduto da consciência nem mero depósito de desejos recalcados e frustrações sexuais, como pensava Freud. Para ele o inconsciente é uma entidade viva, independente da nossa percepção dele, acima das noções dualistas de bem e mal. É a outra parte da nossa psique que o ego (consciência superficial) desconhece. Ele está sempre actuando e faz com que os sonhos, na sua linguagem simbólica, sejam a representação fiel da psique – a nossa razão crítica é que se afastou da linguagem dos símbolos e já não a entende.


Para Jung a vida tem sentido, sim, e a sua grande finalidade é a individuação: processo de profundo autoconhecimento onde temos a coragem de nos confrontar com velhos medos e com o que desconhecemos de nós próprios. Os sonhos então revelam-se como um importante guia para esse conhecimento. Uma vez que alguém se entrega a esse caminho nada racional, a sua vida parecerá ser magicamente conduzida por uma sabedoria maior que Jung denominou o SELF (o si-mesmo), o centro de cada um de nós. Individuar-se significa fazer o ego (a consciência da superfície) ir ao encontro desse centro. Representa separar-se da massa, do turbilhão inconsciente e adquirir autonomia; representa tornar-se uma totalidade psicológica, una e centrada, sem divisões internas, autoconsciente: um in-divíduo. Este é o caminho para a personalidade total e a busca da realização pessoal. Para Jung, o futuro da humanidade dependerá directamente da quantidade de pessoas que conseguirem individuar-se.
Não é difícil imaginar o quanto isso deve ter soado místico a certas mentalidades. Quer dizer então que se eu entrar nessa, o meu Eu Superior passa a cuidar de mim? - gozam os mais cépticos. Os não-cépticos preferem pagar para ver.


OVNIS nos céus da alma


Jung foi ousado, ao valorizar o estudo da mitologia, das religiões e também da sabedoria oriental (ela e o seu modo tão anti-ocidental de pensar), mostrando-nos a ponte para ligar dois modos distintos - mas nã
o excludentes - de interpretar a realidade.

O seu conceito de sincronicidade (a coincidência entre estados psíquicos e acontecimentos físicos sem relação causal entre si) trouxe à mentalidade científica a possibilidade de conhecer o mecanismo das grandes coincidências, dos oráculos e de eventos ditos ocultos. Sugeriu que, assim como a ideia taoísta de unicidade, o nosso inconsciente forma com todos os outros um inconsciente, único e coletivo - assim, sem percebermos, todos os nossos pensamentos estão interconectados. Jung chegou à corajosa conclusão que a humanidade guarda no seu inconsciente o registo de todas as suas vivências, mesmo das mais arcaicas - mitos e arquétipos - e assim o passado de um torna-se património de todos (viria daí, afinal, a ideia de que já fomos alguém em outra vida, presente em tantas culturas?). Mostrou que o I Ching, o milenar livro chinês das mutações, constitui a primeira tentativa documentada de relacionar o inconsciente e o Universo, e assim a mentalidade oriental deveria ser vista com menos preconceito... Jung falava de intercâmbio, não de incompatibilidade, entre distintas percepções da realidade. Mas a ciência tradicional deu risinhos.

Os seus estudos da Alquimia mostraram que ela é precursora da nossa ciência do inconsciente. A relação mente/matéria já era conhecida dos alquimistas, que se valiam de uma linguagem simbólica para descrever processos psíquicos. Sobre isso, diz a psicóloga Nise da Silveira, uma das mais respeitadas estudiosas da obra de Jung no mundo: "A exploração em profundidade do inconsciente levou ao curioso achado de que os mais universais símbolos do self (si-mesmo) pertencem ao reino mineral. São eles a pedra e o cristal. Se o psicólogo, nas suas investigações através das camadas mais profundas da psique encontra a matéria, por sua vez o físico, nas suas pesquisas mais finas sobre a matéria, encontra a psique."

As ideias de Jung influenciam até mesmo a Ufologia. Hoje pesquisadores de todo o mundo debruçam-se intrigados sobre o drama psicológico dos contactados e abduzidos (pessoas que dizem ter contactos com extraterrestres), encarando-o sob outro enfoque - o que faz a Ufologia tomar um caminho surpreendentemente novo. Já em 1958, no seu livro Um Mito Moderno, Jung alertava que é preciso pensar nesse discos-voadores mais abrangentemente e entender o aspecto metafórico das aparições, sejam verdadeiras ou não. É preciso entender o drama dessas pessoas à luz dos arquétipos e da mitologia – o mito da jornada do herói. Muito além da importância de tentar provar a realidade física do fenómeno, estaria a necessidade de entender que contactados e abduzidos são como heróis que a vida escolheu para viver, como pioneiros, certas experiências que conduzirão a humanidade a uma nova e mais abrangente compreensão da realidade e de si mesma.

O fenómeno dos discos-voadores, mito recente do nosso século, será então uma projecção, nos céus, de um intenso anseio colectivo de salvação num momento crucial de desespero. Será a representação simbólica do mais profundo arquétipo de unificação e totalidade psíquica dos homens de todos os tempos e lugares: o círculo. Com isso Jung não pretende reduzir o fenómeno ao seu aspecto interior, mas sim alertar para a relação entre o que ocorre na alma da humanidade com o que está acontecendo nos céus do nosso planeta.


http://cgjung.multiply.com/journal/item/2/2

Imagens: Diana Vandenberg

Vacinas


Uma das grandes questões para as quais Ghislaine Lanctôt (Ghis) alerta é a das VACINAS - um grande negócio para a indústria farmacêutica - a evitar a todo o custo! Ainda agora recebi um e-mail avisando peremptoriamente para não tomar a da Gripe A. Eu de certeza que não a vou tomar...
Sugiro o visionamento deste vídeo famoso, que vale por mil teses contra as vacinas, e que Ghislaine tentou, em vão, usar no seu processo (movido pela
Ordem dos Médicos do Canadá).