quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Morrer da doença ou da cura?


Acabo de receber este vídeo sobre a mais famosa gripe do momento, enviado pelo Joaquim Bispo. Vale a pena ver. Antes que nos comam por tolas/os...

http://rd3.videos.sapo.pt/NfFGRGEsycd1B92K9v4V

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

O Paraíso, Aqui e Agora...


Personocracia transforma

A diesidade

A diesidade faz referência à Consciência Diésica Aplicada (CDA) ao quotidiano. É isso que é veiculado em todas as actividades de Personocratia.

CONSCIÊNCIA significa estar desperto para a realidade. Que realidade? A realidade de quem eu sou, o meu Ser.

Quem sou eu? O ÚNICO ESPÍRITO CRIADOR DE TODO O UNIVERSO!

DIESIDADE significa a autoridade suprema, a soberania.

A diesidade criadora é inerente a toda a forma.
Não apenas uma chama diésica ou um membro de Diesa, mas sim os três elementos da trindade: o espírito criador, a matéria criada e o ilimitado.

APLICADA significa dizer, pensar, falar, agir enquanto ser diésico, em todos os domínios da minha vida quotidiana. Sem esta etapa, a minha vida é estéril e eu morro. É a infusão do espírito na matéria que assegura a evolução da consciência e conduz à imortalidade física.

A Consciência Diésica é Aplicada em todos os domínios da vida quotidiana.

Segue-se a descrição e o conteúdo:

A evolução: Sobreviver ou Viver? - Uma decisão

A autoridade: a prioridade do Princípio Feminino

A religião / a espiritualidade / a diessidade

A lei: Justiça / justeza

A política: da democracia à personocracia

O dinheiro: economia / finanças / indústria / comércio

A saúde ilimitada / juventude eterna / imortalidade física

A educação / a comunicação / os media / a cultura

A família / o casal / os filhos

sociedade: o paraíso na terra, aqui e agora.


sexta-feira, 21 de agosto de 2009

ASSUMIR O NOSSO PAPEL DE CRIADORES

É uma honra para mim poder divulgar o pensamento de GHIS (http://www.personocratia.com/), médica canadiana (expulsa da Ordem), autora de “A Máfia Médica”.

“PERTURBADORA EVOLUTIVA

Perturbadora = pessoa que causa desordem.

Perturbadora evolutiva = pessoa que causa desordem na desordem.

Esta expressão é cara àquela a quem chamamos Mãe (1878-1973). Ela descreve bem como me sinto desde que escolhi a imortalidade, em vez da sobrevivência e da morte. A minha decisão de viver a todo o custo é definitiva. As pontes da morte estão cortadas, preciso de avançar pelo caminho sem caminho que conduz à imortalidade… sem garantias. Diesa oblige!

Viver é morrer para a sobrevivência, para os meus hábitos, crenças, valores, aquisições, emoções, mentiras, dependências… tudo o que aprisiona Diesa nas profundezas das minhas células e a impede de se manifestar no meu corpo imortal.

Sinto-me como a lagarta que deve passar pelo caldo de lagarta para se tornar borboleta. Para mim, é do meu caldo de carneiro que imergirá a minha jumenta alada. É a receita evolutiva.

Não são nem as orações, nem as meditações que vão realizar a mutação da humanidade. Elas são apenas um bálsamo para o nosso sofrimento milenar, pelo menos enquanto esperamos passivamente pela morte salvadora. Não. Isto não funciona. Estamos sempre no mesmo ponto – pior até do que nunca. É o beco sem saída da morte. Pois bem, façamos o contrário! O que é que temos a perder?

O mundo de ilusão falso e mentiroso que construímos para assegurar a nossa sobrevivência, chama-se Trabalhar, Sofrer, Envelhecer, Morrer. É triste, limitado, sofredor e mortal. Maaas conhecêmo-lo. Um famoso ditado popular diz: “Duas coisas são inevitáveis, os impostos e a morte”. Deste modo os peixes graúdos continuam a comer os pequenos. E chamamos a isto democracia!

Para mim, o jogo não compensa. Acabou-se a sobrevivência e o mundo de ilusão. Especialmente desde que sei quem sou, uma pessoa soberana, criadora ilimitada. Decido fazer “STOP & 180º” na minha vida. Doravante, farei exactamente o contrário daquilo que fazia desde sempre enquanto ovelha separada, dividida, assustada e mortal. Eu proclamo que “Duas coisas são evitáveis, os impostos e a morte”.

Resta-me portanto aprender a viver como ser divino que sou. À falta de guia, perguntei a mim mesma como é que faz Diesa e treino-me para fazer a mesma coisa. Isto dá lugar a situações espantosas, por vezes até perturbadoras e traz à luz medos que o são ainda com maior intensidade.

Alguns exemplos de Divindade Aplicada ao Quotidiano:

  • Diesa obedece à sua própria lei. Só faço aquilo que me dita a minha própria consciência e não aquilo que me impõem as autoridades exteriores.
  • Diesa cria a paz. Não colabora em impostos nem taxas, porque eles servem para financiar a guerra. Contribuo para o bem público à minha maneira.
  • Diesa assume-se como tal. Crio o meu próprio emprego. Não me vendo como escrava a um empregador. Sou criadora, responsável, causadora de tudo o que me acontece e não faço ninguém pagar por isso. Não sou sustentada pelas autoridades. Não contraio qualquer espécie de seguro.
  • Diesa é juventude eterna. Não guardo dinheiro para a velhice. Não faço descontos para a segurança social e não tenho direito a qualquer pensão de reforma.
  • Diesa é toda poderosa. Não preciso nem de segurança nem de protecção e ainda menos de prevenção. Recuso toda a espécie de seguro, a começar pelo seguro de saúde.
  • Diesa é um ser soberano, a autoridade suprema. Não preciso de governo. E ainda menos de voto, política, impostos…
  • Diesa é ilimitada. Não pertenço a qualquer país limitado, a qualquer empresa limitada, a qualquer ROSS (religião, ordem, seita, sociedade secreta). A minha fidelidade é para com a minha divindade interior.
  • Diesa é justa. Não invisto na bolsa. Não peço nem empresto dinheiro a juros. Não lido com bancos, eles emprestam vento. Crio e utilizo a minha própria moeda. Faço troças sem mais-valias, sem taxas, de forma justa. Pago o preço justo.
  • Diesa está de perfeita saúde. Não tenho seguro de doença e não vou ao médico, especialista em doenças.
  • Diesa é imortal. Sem testamento, nem heranças, faço circular o dinheiro em vez de o acumular.
  • Diesa é rica. Compro bonito, bom e caro, produtos locais aos comerciantes locais. Procuro a durabilidade… imortalidade oblige!
  • Diesa é amor infinito, a única realidade. Revejo-me nos outros e trato-os como a mim mesma. Não preciso de exército nem de polícia.
  • Diesa é tudo. Estou unificada e não conheço inimigos exteriores, eles não existem. Não tenho medo das pessoas, nem dos micróbios, nem do futuro.
  • Diesa é criadora. Crio-me a mim mesma. Sou um original e não uma reprodução. A história dos pais reprodutores e dos seus filhos é uma história de fotocópias tão mal contada como a do Pai Natal. Ponho fim ao meu apego a papéis, hábitos, tradições familiares e à própria instituição familiar.

Estas são situações perturbadoras, evolutivas, para mim, para o meu meio envolvente e para o planeta inteiro. É assim que eu evoluo em consciência para a imortalidade. É desta forma que o concebo. Será verdade? Será mentira? É o que eu quiser que seja. É esta a minha verdade e convido-te a encontrares a tua, é em ti que ela se encontra.

Será um caminho fácil? Não. Confortável? Menos ainda.

Por que o escolhi? Porque continuar no caminho da morte a fogo lento é ainda mais insuportável para mim.

Será que vale a pena? Sim. Cada medo que eu curo, por mais pequeno que seja, cada transformação que realizo, cada STOP & viragem a 180º que eu faço traz-me paz interior, alegria e serenidade.

Lembro-me de quem sou. Saio da dualidade da felicidade e da desgraça, da tragédia humana e do seu sofrimento. Não existe vítima, nem carrasco, nem salvador. Não há bem nem mal, tudo é divino.”

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

A propósito de Ghislaine Lanctôt (Ghis)

Achei importante publicar aqui esta sequência de comentários, este diálogo entre mim e Rosa Leonor, que aconteceu entretanto no blog Mulheres & Deusas, sobre Ghislaine Lanctôt (Ghis)


Obrigada, Rosa, por este "achado" precioso.
A acção e o pensamento desta mulher merecem ser divulgados.

Luiza:
somos uma corrente...a Mariana Inverno encontrou-a e enviou-me esse pequeno texto que eu publiquei e a luiza propaga. É invrível haver mulheres já dessa envergadura enquanto nós aqui caminhamos tão devagar...mas entre o copo meio vazio e meio cheio, já sei que a Luiza vê pelo lado positivo quando eu ainda tenho muitos assomos de negativismo...

um abraço grande

rleonor

Rosa,
O que a Ghislaine (Ghis) está a fazer é levar a sério e às últimas consequências toda esta teoria, de que é fácil falar, de que nós somos co-criadores da realidade. A nova Física tem levado a esta percepção de que somos uma só consciência e de que nós criamos tudo o que existe, ou seja, somos o Deus/Deusa criadora - a/o própria/o. Para muitos de nós isto já é óbvio, mas não vivemos como tal. Então esta Mulher encetou este magnífico caminho de libertação da condição menor em que vivemos, e o que ela propõe é de uma grandeza inimaginável, Rosa. Tenho passado horas a ouvi-la e o que ouço faz-me todo o sentido. Todo!
Abraço.
Luíza

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

A PRIORIDADE DO PRINCÍPIO FEMININO

No site Personocratia, o feminino é de norma, porque:




O Princípio Feminino é Diesa, a fonte original, a força consciência, o espírito criador inerente a toda a criação.

A PRIORIDADE do PRINCÍPIO FEMININO é a chave do poder absoluto, o segredo do mistério da Trindade, a descoberta do Graal… e da imortalidade física. Ela é a solução para o mortal inferno-sobre-a Terra que nós conhecemos e abre a porta do paraíso terrestre.

O Princípio feminino é o espírito criador. O princípio masculino é a matéria criada. É natural que a criadora tenha precedência em relação à criatura. Sem criadora, não há criatura.

Dar prioridade ao Princípio Feminino conduz automaticamente à manifestação do Princípio Masculino que, por sua vez, conduz automaticamente à infusão do espírito na matéria, que é divinizada por ele. A este processo chama-se “espiritualizar a matéria”.

Na prática, concretamente, dar prioridade ao Princípio Feminino significa:

dar prioridade à minha alma sobre o meu ego, à essência sobre a aparência;

dar prioridade ao interior (a realidade) sobre o exterior (a ilusão);

dar prioridade à emancipação do meu ser sobre a segurança do meu futuro;

dar prioridade à minha autoridade interior e obedecer à minha consciência;

dar prioridade a O QUÊ sobre COMO;

dar prioridade ao processo sobre o resultado.

Esta prática é o contrário daquilo que fazemos desde há milhares de anos. Ela requer uma paragem veemente e uma viragem a 180º. Ela restabelece a ordem que conduz à paz, à harmonia, à saúde e… à imortalidade física!

http://www.personocratia.com/fr/qui_est_ghislaine.php



terça-feira, 18 de agosto de 2009

A mutação do ser humano noutra espécie

Graças a Rosa Leonor, Mulheres & Deusas, descobri nestes últimos dias um ser que vale a pena conhecer: Ghislaine Lanctôt (Ghis, actualmente), autora da obra "A Máfia Médica" e do conceito de "deusidade" (?), "diessité", em francês.
Sugiro que pesquisem este site e depois os outros a ele ligados.

A sua mensagem acaba por ser clara: viver de acordo com a alma, a nossa parte criadora; tomarmos consciência de como todas as religiões e práticas espirituais nos transformaram em CARNEIROS num rebanho, só conhecendo a realidade do lobo, o predador que nos ameaça constantemente, e a do pastor que nos salvará; viver a nossa soberania; tomar consciência de que, enquanto humanidade, estamos a passar pela mais fantástica das fases evolutivas...

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

A Grande Deusa


Quando os povos primitivos identificaram a mulher com a Terra e associaram a existência da Terra a poderes divinos, consideraram que o poder que conspirou para que o Universo fosse criado era feminino. Como só as mulheres têm o poder de dar a vida a outros seres, nossos ancestrais começaram a acreditar que tudo tinha sido gerado por uma Deusa.

Os povos do neolítico e do paleolítico não conheciam deuses masculinos. O conceito do acto sexual como factor de fecundação não existia, pois eles acreditavam que as mulheres engravidavam deitadas ao luar, através do poder da Grande Deusa manifestada como a Lua.
Em diversas partes do mundo, a Grande Deusa Mãe é associada à Lua, já que existia um poder maior que agia entre a mulher e a Lua.

Todas as religiões primais viam no poder feminino a chave para o Mito da Criação e assim o Universo era identificado como uma Grande Deusa, criadora de tudo aquilo que existia e que existiu. Nada mais lógico para uma sociedade em processo de evolução, pois não é do ventre da mulher que todos nós saímos? O culto a Grande Deusa remonta à Era de Touro. Nesta época o respeito pelo feminino e o culto aos mistérios da procriação estavam muitos difundidos. Nas culturas primitivas a mulher era tida como a única fonte da vida, tanto que os lugares onde ocorriam os partos eram considerados sagrados e foram nestes lugares que surgiram diversos templos de veneração à Deusa.

Com o avanço da agricultura, a importância do solo passou a ser primordial e a Grande Mãe Terra (a Deusa, Gaia, a Pacha Mama...) tornou-se o centro de culto das tribos primitivas. As mulheres eram consideradas responsáveis pela fartura das colheitas, pois eram elas que conheciam os mistérios da criação.

As várias estatuetas femininas como as Vénus de Willendorf, de Menton e Lespugne, representam a sacralidade feminina e os poderes mágicos e religiosos atribuídos à Deusa nas época do Paleolítico e Neolítico.

Ela esteve presente em todas as partes do mundo sob diversos nomes e aspectos: Kali na Índia; Ishtar, na Mesopotâmia; Pallas na Grécia; Sekhmet no Egito; Bellona em Roma e assim sucessivamente. As Grandes Deusas da Antiguidade exerciam o domínio tanto sobre o amor como sobre a guerra.

O símbolo da Grande Deusa é o caldeirão, que representa o mundo que ela criou e carrega no seu ventre. Este objecto é associado à Deusa porque a criação se parece com o que se pode realizar no interior do mesmo. O mundo é uma maravilhosa obra alquímica que a Deusa criou e comanda através das manobras e poções realizadas em seu caldeirão, o lugar onde nasce a vida.

A Deusa é a energia Geradora do Universo, é associada aos poderes nocturnos, à Lua, à intuição, ao lado inconsciente , a tudo aquilo que deve ser desvendado, daí o mito da eterna Ísis com o véu que jamais deve ser desvelado.

A Lua jamais morre, mas muda de fase à cada 7 dias, representando os mistérios da eternidade e mutação. Por isso a Deusa é chamada de a “DEUSA TRÍPLICE DO CÍRCULO DO RENASCIMENTO”, pois também muda de face, assim como a Lua, e se mostra aos homens de três diferentes formas: A VIRGEM, A MÃE e A ANCIÃ. Isso não é difícil de se entender, pois dentro da Wicca todos os vários Deuses e as múltiplas faces e aspectos da Deusa, nada mais são do que a personificação e atributos da Grande Divindade Universal.

A Grande Deusa desempenha inúmeros papéis e funções e para isso usa nomes e atributos diferentes, o que os seres humanos para simplificar chamaram de Deuses. Para a Bruxaria todos os Deuses Antigos são a Grande Deusa Mãe multipersonificada. Quando você invoca o nome de um determinado Deus, liberta um tipo de energia específica que não consegue ser libertada quando se invoca outra Divindade que desempenha papéis e funções diferentes.

Na Tradição, o aspecto Jovem da Deusa recebe o nome de RHIANON. Ela está associada à adivinhação, aos rios mágicos, à clarividência e aos encantamentos. Os seus rituais e invocações são realizados na Lua Crescente. A sua cor é o branco e por isso recebe o título de ALBEDO (Senhora da Alvorada). Rhianon é a caçadora, segura nas suas mãos a trompa de vaca ou touro em forma de meia lua. É a deusa da fartura e é ela a quem devemos reverenciar quando queremos garantir êxito no trabalho. Os seus poderes são os da compaixão, sabedoria e compreensão.

O aspecto Mãe recebe o nome de BRIGIT, a antiga Deusa Celta do fogo. Ela está associada à fertilidade, à sexualidade e ao parto. Os seus rituais e invocações são realizados na Lua Cheia. A sua cor é o vermelho e por isso recebe o título de RUBEDO (Senhora do entardecer ou do rubi). Brigit é a mãe que o possui no ventre o poder de dar à luz uma nova vida. É a rainha da colheita, a mãe do milho e derrama a sua abundância por toda a terra. Segura nas suas mãos um recipiente com labaredas de fogo, o qual tem o poder de realizar os desejos daqueles que a cultuam. É a Deusa do amor e os seus poderes são os da paixão, agilidade e rapidez.

O aspecto de Anciã recebe o nome de CERIDWEN, a Grande Deusa Mãe que conhece todos os segredos do Universo. Ela está relacionada ao renascimento e à ligação com os outros mundo. Os seus rituais de invocação são realizados na Lua Minguante, que é o seu símbolo. A sua cor é o negro e por isso recebe o título de NIGREDO (Senhora da noite). Ceridwen é a mãe que conserva todos os poderes da sabedoria e conhecimento. É ao mesmo tempo Deusa parteira e Deusa dos mortos, pois o poder que leva as almas para a morte é o mesmo que traz a vida. Do seu ventre parte toda a vida e da vida provém a morte. Segura nas suas mãos um caldeirão e das misturas feitas em seu interior ela comanda a sincronicidade de todo o Universo e intervém nos assuntos humanos para auxiliar os seus seguidores. Devido ao aspecto de velha, é esta a personificação que representa o conhecimento de todos os mistérios que só a experiência pode proporcionar. É a Deusa da sabedoria, do bem e do mal. É ela a quem devemos recorrer e reverenciar nos momentos de dificuldades e anulação de qualquer tipo de malefício. Ela é a Deusa da paz e do caos. Da harmonia e da desarmonia. Ceridwen já passou pela jovialidade de Rhianon, pela maturidade e entusiasmo de Brigit. Acumulou toda a experiência, que só o tempo pode proporcionar, e distribui a sabedoria por todo o mundo.

A Deusa já foi reverenciada em todas as partes do mundo sobre diferentes nomes e aspectos. O seu nome varia, mas sempre foi venerada como o princípio feminino eterno e estático que está presente em tudo e incluso no nada. Ela é o poder do feminino que dá vida ao mundo e fertiliza a terra.

A Deusa não está ligada somente às manifestações da terra, pois ela representa as forças celestes. Ela é a dona do céu nocturno, guardiã dos sentimentos, do interior da alma humana e do destino do homem. Ela é uma presença contínua que está além do tempo e do espaço.
Morozini