quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Entrámos numa crise económica irreversível...

No entanto a crise monetária internacional pode ter consequências radicais que só começam a emergir a partir de Maio de 2009. Em 1998 descrevemos esta crise em detalhe. Falamos da desactivação dos pilares da actual civilização. As gravações das conferências sobre a matriz Melquisedeque, a Matriz Cristóide e os Portais tornaram-se mais actuais que nunca.

Qualquer plano para recuperar a economia é, nesta etapa, um artifício para ganhar tempo. Esta crise foi criada em gabinetes secretos para forçar as nações do mundo a aceitarem regimes paratotalitários com base no medo e na insegurança e não será por medidas económicas que pode ser evitada, pois está desenhada para eclodir, com ou sem planos de financeiros de emergência.

A crise é artificial mas tem um imenso poder.

E tem poder porque a Humanidade adormeceu e se fixou em símbolos de valor que são insuficientes para representar O Homem. A nossa moeda é uma moeda-número e não uma moeda-trabalho ou uma moeda-inteligência ou uma moeda-sensibilidade, representa um valor quantitativo divorciado da qualidade do homem.

O poder deste tipo de instabilidade para gerar pânico só é possível na medida em que as pessoas perderam amplitude em relação aos símbolos de valor. As agências obscuras que despoletaram esta crise fazem-no na certeza de que o valor é representado por quantidade-dinheiro e não por qualidade-dinheiro. E sem um símbolo de valor, consensual, uma sociedade desagrega-se rapidamente. E a crise significa que chegou o momento da Humanidade, começando pelos que detêm o poder politico, financeiro e executivo, compreender que os nossos símbolos de valor - entre eles o dinheiro - servem para criar a sequência Desenvolvimento» Sustentabilidade» Saciabilidade» Identidade» Liberdade» pesquisa e não para funcionarem como uma droga irresponsável que mantém o planeta em transe.

Desta crise pode emergir uma moeda-qualidade, uma forma de dinheiro desconhecida, que depende directamente da qualidade psíquica da vida para ter qualquer valor. Esse é o cenário futuro positivo. Uma nova moeda baseada no Ser. Se assim não for creio que teremos rapidamente que recuperar a nossa relação rural com a vida e com a Natureza. Isto implica que o momento do reencontro e reunião, daqueles que estão interiormente em contacto com o plano para a iluminação da Terra, nas áreas de protecção às quais se sentem ligados está a aproximar-se.

Até 2010 cada individuo deverá estar já económica e psicologicamente estabilizado e centrado na sua tarefa e na zona rural - ou urbana se for o caso - para a qual foi chamado desde há anos. Este é o momento de grandes decisões e da definição das nossas prioridades. É o poder espiritual e autenticamente humano destes indivíduos, unidos, trabalhando dentro do que se pode chamar união em liberdade e cooperação em independência, que pode dissolver os campos obscuros da psicotrónica do governo-sombra e do baixo magnetismo da atmosfera psíquica colectiva e acender faróis de esperança, criatividade e vida nos pontos centrais do actual drama terrestre. Este texto não é um convite a fazer as malas, abandonar a cidade e alienar-se das responsabilidades e oportunidades da actual civilização, mas um sinal para que nos preparemos para criar uma rede de áreas naturais prontas para sustentar a população em caso de crise aguda.

André Louro de Almeida, Setembro 2008

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Dar a vida em vez de tirá-la...


Pediram-me para divulgar, e faço-o com todo o gosto:

Uma imagem de John Gebhardt no Iraque

"Esta é uma dura história de guerra, porém toca-nos o coração...

A esposa de John GebHARDT, Mindy, diz que toda a família desta criança foi executada. Os executantes pretendiam também matá-la e ainda a atingiram na cabeça...mas não conseguiram. Ela foi tratada no Hospital de John, está a recuperar, mas ainda chora e geme muito. As enfermeiras dizem que John é o único que consegue acalmá-la. Assim, ele passou as últimas 4 noites segurando-a ao colo na cadeira, enquanto ambos dormiam. A menina tem vindo a recuperar gradualmente.

Eles tornaram-se verdadeiras "estrelas" da guerra. John representa o que o mundo ocidental gostaria de fazer.

Isto, meus amigos, vale a pena partilhar com o Mundo inteiro.Vamos a isso !

Vocês nunca vêem notícias destas na TV ou nos media em geral.

Se vos tocou, dêem a conhecer. Todos precisamos de ver que (também) existem estas realidades em que pessoas como John marcam a diferença, mesmo que seja só com uma pequena menina como esta.

Não podemos orientar o vento, mas podemos ajustar a nossa vela...

Bem hajam!"

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Casamento?... de homossexuais?!... no mínimo, falta de imaginação...

“Actualmente, já só os padres e os homossexuais é que querem casar-se…“ (anónimo)

“A nossa cultura é uma cultura casamenteira e, sendo o casamento o retrato tradicional que temos de uma relação, se queremos ser amados nesta cultura, mais cedo ou mais tarde temos de nos casar.

Não o dizemos, claro, e temos muitas relações que não são casamentos, mas no íntimo suspiramos pelo casamento e na nossa sociedade o “casamento” é a norma de relacionamento. Em face do poder do casamento na nossa cultura, se se quer ser amado, existem quatro opções:

1. Estar casado.

2. Estar à espera de casar.

3. Ser uma pessoa que passou pelo divórcio e espera voltar a casar-se.

4. Ou, Deus nos livre, ser uma pessoa solteira que nunca sequer foi abençoada com a oportunidade de casar-se.

Não é socialmente aceitável não querer “casar” ou não “ter uma relação”. Isso deve-se ao facto de a ânsia pelo casamento estar tão profundamente entranhada no nosso subconsciente colectivo que constitui uma das nossas motivações pessoais mais poderosas. É a forma como tanto nos inspiramos como nos castigamos. Inspiramo-nos porque a ideia do casamento nos traz alegria e castigamo-nos por “falharmos” tão frequentemente no casamento: nunca encontramos o parceiro adequado; se encontramos, parece que não conseguimos que os casamentos perdurem; ou, sendo homossexuais, mantemo-nos perpetuamente fora do reduto do casamento convencional.

Todas as nossas relações íntimas são medidas pelo modelo do casamento. Vemo-lo como a união que desejamos; a união sagrada dos amantes; a relação documentada e a forma de relação que nos proporciona maior conforto e nos oferece mais amor. É por isso que mesmo depois das comunas, do amor livre e da libertação da mulher, o casamento passa por um ressurgimento. E é também por isso que as pessoas que são excluídas – os homossexuais que querem casar, por exemplo – também querem tomar parte, e muitos heterossexuais se sentem ameaçados pela ideia dele ser usurpado.

(…)

Para criar estabilidade social, há uma exigência não declarada, uma espécie de atmosfera no ar que diz às pessoas casadas para continuarem casadas, para se comportarem, (…), para não fazerem nada de disruptivo, como optar por viver numa comuna, (…) ou decidir não pagar impostos.

Mas porque essa exigência não declarada é função da nossa consciência social e não da nossa consciência pessoal, as pessoas casadas são levadas a guiar-se por valores exteriores e a participar numa consciência genérica em vez de numa consciência individual ou visionária. Em vez de mergulharmos no mais profundo do nosso íntimo onde poderíamos encontrar a sabedoria dos nossos corações (e talvez deparar-nos com soluções sociais espantosas ou formas de relacionamentos invulgares) tornamo-nos como as ovelhas que vão andando com o rebanho.

A verdade é que o casamento – como relação – foi apropriado pela sociedade e, servindo a sociedade, com frequência sufoca a alma individual.

O dever, a responsabilidade e a convenção social, se bem que importantes, muitas vezes afastam-nos da nossa ligação natural mais profunda uns com os outros – a nossa ligação sentida – e assim, ao tentar servir o todo, podemos trair-nos ou abandonar-nos a nós próprios. Em vez de procurarmos nos nossos corações, mentes e consciências as formas adequadas para as nossas relações, permitimos que os casamentos se tornem versões diluídas dos valores da sociedade em vez de uniões emocionais vibrantes que nutrem as pessoas que os partilham.

As nossas convicções sociais quanto ao casamento ainda se encontram profundamente entranhadas, mas à medida que se tornam aparentes as mudanças que atravessamos, começam a perder o seu poder. E, na verdade, para nos desenvolvermos como personalidades e almas, têm de perder o poder.”

O Futuro do Amor, Daphne Rose Kingma, Sinais de Fogo

Imagens: Google

domingo, 22 de fevereiro de 2009

O Destino de Portugal Revela-se

Portugal é um dos epicentros de penetração directa de energia hierárquica de amor-sabedoria. A preparação para a verdadeira tarefa desta missão foi feita através do facto de Portugal ser, como um todo, regido pelo 6º Raio, a energia da devoção ardente que é uma energia que implica dois pólos: eu, o devoto e ele, o objecto de devoção.

Portugal teve direito a um objecto de devoção especial com o factor 13 de Maio e Virgem de Fátima, ou seja, o catalisador deste raio foi acelerado em 1917 que é para ficar muito claro em termos colectivos a natureza de 6º Raio deste povo.

Portugal está a passar de uma sensibilidade de devoção, no qual o povo todo se vira para um objecto de devoção, geralmente administrado por uma religião externa, para um processo de 2º Raio, no qual o iato entre devoto e objecto de devoção é preenchido pelo factor amor-sabedoria. Estas duas polaridades do processo devocional de 6º Raio, são eliminadas pela fusão dentro de nós desses dois pólos. Tu passas a ser o objecto da tua própria devoção enquanto centelha divina . A necessidade de um suporte exterior para a energia circular, é gradualmente eliminado e emerge a unidade, e a principal emanação da unidade, é esta vibração desconhecida, longínqua, e que apenas começámos a tocar, que é a vibração da auto reverência. Todos nós estamos passando rapidamente de um processo de ausência de auto estima para auto estima e uma vez aqui chegados, passar para auto reverência. Enquanto estamos no nível de auto estima, estamos olhando para nós e curando as nossas feridas ancestrais, mas esse não é o processo de revelação da missão da entidade à qual estamos ligados, para isso precisamos passar para a auto reverência (reverência pela vida que pulsa em nós). Portugal vai fazer isto não na escala microcósmica, mas na macrocósmica. Existe uma entidade cósmica (entidade cósmica é aquela que não evolui em planetas, não tem a ver com sistemas evolutivos e está ligada ao carma cósmico e não mais ao carma planetário), uma estrela de visão, penetração de realidade e poder, e que é também um hipercoração central. O que quer que vem aí, é uma emanação do centro do Universo e não uma visita secundária.
Continua em:
http://www.comunidade-espiritual.com/blog.php?sub_section=view&id=11579

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Para Pertencer à Era de Aquário

Flutuando entre Mundos
por Nuno Michaels, astrólogo

Manipulações invisíveis

Jogos de culpa, quais sugestões pós-hipnóticas subliminares

Raciocínios de Maquiavel e astúcia sibilina

Insinuações transparentes no éter, mas molhadas, que as pessoas jogam umas com, e contra as outras, sem as mãos.

Tudo isto encoberto por uma enorme camada de medo e de milhões de acordos tácitos assinados por todos os cobardes ao longo dos tempos; a sensibilidade de um artista pode toldar-lhe a fama mas não deve toldar-lhe a clareza da visão. Ser fiel a si próprio é um desafio extraordinário num mundo de acordos implícitos, em que toda a gente anuiu em manipular-se subtilmente, sendo que todos o fazem, todos o sentem, todos o reconhecem e ninguém fala nisso. São uma espécie de sub-texto das interacções entre as pessoas. O recriminar subtil e discreto das sobrancelhas que se arqueiam perante o atraso de quarenta minutos do outro, enquanto os lábios são obrigados a repetir mecanica e contrariadamente enquanto os cantos da boca se retorcem “não faz mal nenhum teres-te atrasado” é tão ou mais violento do que uma reprimenda, directa e descarregada. Mas ninguém ousa expressar emoções de vida. Aguenta-se. Carrega-se. Suporta-se. Tolera-se. Aguenta-se. Aguenta-se. E disfarça-se.

Não nos atrevemos a expressar vida ou sentimentos, honrando a Coragem que exige sermos fiéis a nós próprios, porque corremos o risco de assustar os outros, afastá-los, levá-los a abandonarem-nos. Se queremos ser carrascos de nós próprios, acredita a parte mais impotente de nós, votemo-nos à rejeição, ao abandono pelos outros, e quebremos aquele que de todos os mandamentos humanos é a mais perversa de todas as leis: não deverás ser quem és, ou o Pai abandonar-te-á e levará com ele a Mãe. Primeiro perderás a força, estímulo e o entusiasmo, seguidamente o apoio e a matéria definhará para sempre debaixo dos teus sovacos. Vais morrer.

É verdade que em bebés, o abandono é a garantia da morte. Como adultos, no entanto, ser-se abandonado significa somente ser deixado a sós com a sua própria manipulação e a frustração da sua própria impotência. Sozinhos com nós próprios, o resultado final do ciclo anterior e o motor inevitável da próxima fuga para a frente: o paradigma do que é intolerável numa era de transição da manipulação emocional inconsciente para o apelo da Liberdade enquanto mais e mais irmãos de jornada despertam para a realidade da Alma.

Continua aqui

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

CHEGOU A ERA DE AQUÁRIO!

Alinhamento Aquariano de 14/fev/2009
Nós medimos nosso sentido global de espaço ( latitude e longitude) e tempo ( tempo universal - UT ou GM ) desde o meridiano localizado em Greenwich, Inglaterra. Nós podemos perceber a influência colectiva do MOMENTUM desde evento astrológico, olhando para este alinhamento desde uma perspectiva global centrada.
Quando fazemos isso, algo extraordinário emerge ...
No alvorecer do dia 14/fevereiro, dia dedicado à São Valentim nos Estados Unidos e Europa( Valentine´s Day ), o patrono e Santo do Amor; a lua em Libra entra na sétima casa dos relacionamentos; e Jupiter e Marte estarão alinhados no signo de Aquarius na décima segunda casa da transformação espiritual.
Há quarenta anos, um musical da Broadway que também se tornou posteriormente um filme famoso, Hair, anunciava ao mundo o surgimento próximo da Era de Aquário. Garotos e garotas alegres, com longos vestidos e flores no cabelo anunciavam uma era de amor, onde a humanidade se juntaria num movimento único para realizar o sonho da Paz Universal. Nos anos 70, esse lema 'faça o amor não faça a guerra' parecia fruto da mente de um bando de loucos que não queria enfrentar a realidade da vida diária, especialmente aquela imposta por nossa consumista civilização ocidental. No entanto, recuando nos anos, sabemos que aquele sonho está cada vez mais próximo e cada vez mais premente, mas também nos damos conta que, para que ele realmente aconteça de fato, se faz necessária a mobilização de todas as pessoas espiritualizadas, de qualquer credo, fé, religião ou nação, pois o tempo urge e não há mais tempo a perder! No próximo dia 14 de fevereiro, (por volta das 06:30h pelo horário oficial ou 07:30h pelo horário solar e durante boa parte da manhã), com o Sol subindo na linha do horizonte, teremos no céu um poderoso alinhamento astrológico que parece ter sido anunciado diretamente pelos versos da famosa canção do Hair.

No alvorecer do dia 14/fevereiro, o Cosmos realmente vai personificar este perfeito alinhamento que irá apoiar nossa manifestação coletiva de Amor e PAZ, no alvorecer da Era de Aquarius.
Veja mapa astral do dia 14/fev que revela uma incrível concentração de influências cósmicas combinando com as energias de Aquarius na décima segunda casa.

Júpiter: o planeta da expansão e Marte: planeta da energia estarão alinhados com o objetivo mais elevado .
A presença de Quíron, o curador ferido; nos oferece a oportunidade de curar os fatos que nos separaram durante tanto tempo de nós mesmos e do todo.
Neptuno enfatiza os movimentos humanitários coletivos e a co-criação da justiça social.
A presença do SOL ilumina todo este alinhamento especial.
Mercúrio tambem na décima segunda casa apenas um pouco alem de Capricórnio, se alinha com Plutão que significa Transformação para se comunicar e ancorar a MUDANÇA através de nossas estruturas globais e instituições.
A Lua em Libra na sétima casa enfatiza o início de relacionamentos harmoniosos.
Venus em Aries na primeira casa energiza e dá Poder à co-criatividade e ao dinamismo.
Saturno, o grande mestre do trabalho em oposição à Urano, o desperto inesperado; sugere uma série de confrontações dos velhos paradigmas que não são mais sustentados, entregando-se ao novo paradigma com novas esperanças; sua colocação entre Virgem e Peixes traz altruísmo prático e inspiração visionária nesta transição.
Durante os 18 minutos do alinhamento, podemos colocar a nossa intenção de AMOR e PAZ e juntos CO-CRIARMOS O ALVORECER DA ERA DE AQUARIUS no Cosmos .
Na forma que mais for apropriada, energize este momento com suas INTENÇÕES E ORAÇÕES e juntos criaremos uma onda de energia que abraçará a Mãe Terra.
Sinta-se à vontade para circular esta informação, o mapa astral abaixo e nosso convite para este incrível evento Cósmico : O NASCIMENTO DA ERA DE AQUARIUS, conforme cantado há 40 anos na música AQUARIUS ...

Participe deste grande MOMENTUM e CO-CRIE SUA NOVA REALIDADE E SUA NOVA VIDA NA MÃE TERRA AGORA ...

De qualquer forma, considere o horário que for adequado para você, você pode optar por alinhar às 7.25am (UT) ou às 7h25 do seu próprio horário local, com energização de uma onda de intenção que irá circundar a Terra.

Após ter procurado mais de mil anos, não posso encontrar nenhum outro alinhamento no passado deste incrível significado. Mas, surpreendentemente, em um momento no tempo quase cinquenta anos atrás, vozes coletivas de nossos antepassados parecem ter percebido essa voz da energia cósmica das sementes na próxima Idade humana e do nascimento da Era de Aquário. Em 1962, ao mesmo tempo e no mesmo dia, como em 2009, Júpiter e Marte estavam em Aquário na décima segunda casa, e a Lua na sétima casa. Mas então a incrível concentração de planetas que deveriam energizar o alinhamento, como em 2009, estava faltando.

O que isto significa é que já em 1962 era o chamado silencioso do nódulo sul para o norte, que agora alinha com Júpiter e Marte.

O nódulo sul representa aquilo que trazemos a partir do passado. Então, em 1962, o potencial para nós era o nascimento da Idade do Aquário que veio através da nossa memória coletiva, mas só agora somos capazes de manifestar plenamente sua finalidade maior. Em 1962 realizou-se essencialmente uma ação coletiva de "inspirar", de começar a criar a possibilidade, e agora com o apoio do alinhamento cósmico Aquariano de 14 fevereiro 2009, somos capazes de "expirar", de fazer com que isso aconteça.


E em vez do Nódulo do Norte (maior efeito) estar alinhado com Júpiter e Marte, como o é em 2009, estava na oposição.

( PAX NEWS )


"When the Moon is in the seventh house
And Jupiter aligns with Mars.
Then peace will guide the planets
And love will steer the stars "

" Quando a Lua estiver na sétima Casa
E Jupiter se alinhar com Marte,
Então a PAZ guiará os Planetas
E o AMOR varrerá as Estrelas "
Divulguem, crianças!
No alvorecer do dia 14/02/2009
vamos juntos criar uma egrégora de Luz, Paz e Amor.
A Era de Aquarius tão esperada chegou!

CADA VEZ QUE UM CORAÇÃO SE ABRE...


MOVENDO-SE ACIMA DO MEDO PARA O ESTADO DE GRAÇA

Numa escala de 1 a 100, o amor que há na Terra ainda está abaixo de zero. Acreditem ou não, vocês estão apenas entrando numa essência de amor contável e mensurável.
O Estado de Graça é o seu estado natural de ser. É o que você é naturalmente, sem todo o instrumental e os diálogos de quando é humano demais. O Estado de Graça é o que você era antes de vir para a Terra. É o ponto de referência entre cada encarnação. É um lugar para relaxar na sua própria luz. É um ritmo natural para você. É o ritmo do Criador que bate dentro de você sem nenhuma resistência, mas entregando-se e fluindo como uma cachoeira. Um estado de graça diz "NÓS NOS RENDEMOS, não tentamos lutar contra nosso carma, ou nosso passado, ou nossa família, ou doença. Mas permitimos que nossa essência natural Divina nos leve além da compreensão humana para um ponto de reverência, para um ponto de sacralidade, e para um ponto de humanidade santificado e sagrado".
(…)
Sou aquele que é conhecido por Metatron. Observo as palavras do seu mundo. Observo os seus pensamentos. Sou o subscritor para todas as expressões verbais. Minha presença será vista e sentida com mais frequência nos tempos que estão chegando. Ao invocar os estados de graça, compreenda também que dentro do conteúdo molecular da Graça estão situadas todas as moléculas de Luz. Simplesmente por usar a palavra graça, dizer graça, falar graça, conhecer uma pessoa chamada Graça, você já invoca a presença da Luz.
Cada vez que um coração se abre, é como se milhões de arco-íris e milhões de rosas se abrissem simultaneamente. Na sua imaginação, você não pode conceber quanto amor você é capaz de manter, quanto amor você é capaz de sentir. Você ainda tem muito medo de sentir amor. O amor que existe na Terra é muito pouco, comparado com o do resto do Universo. Numa escala de 1 a 100, o amor que há na Terra ainda está abaixo de zero. Acreditem ou não, vocês estão apenas entrando numa essência de amor contável e mensurável.
Eu e todos os seres de Luz estamos constantemente com vocês. Nós somos um. Seus corações são pequenos e sensíveis. Alguns deles estão murchos. Mas nós os seguramos como passarinhos que caíram do ninho da vida. Nós cuidaremos de vocês, levando-os de volta à plenitude do amor. Eu os deixo.
Uma mensagem de Metatron canalizada por Gillian MacBeth-Louthan em 17 de outubro de 2008.
Ver mais in: http://www.monicacamacho.com/blog/blog.php?bid=227

domingo, 8 de fevereiro de 2009

The 3 types of extra-terrestrial civilizations


Dr. Michio Kaku, theoretical physicist and co-founder of string field theory, a branch of superstring theory, speaks about 3 types of Extraterrestrial Civilizations.

Co-criando a Era de Aquário

When the Moon is in the seventh house
and Jupiter aligns with Mars.
Then peace will guide the planets
and love will steer the stars
This is the dawning of the age of Aquarius

(Quando a Lua estiver na sétima casa
e Júpiter estiver alinhado com Marte
então a paz conduzirá os planetas
e o amor orientará as estrelas
este é o início da Era de Aquário)

...diz a canção, mas... vai mesmo acontecer às 7:25 de 14 de Fevereiro próximo!

Leia em:

http://www.comunidade-espiritual.com/blog.php?sub_section=view&id=11385

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Ajuda-os a desenrascarem-se...

S.O.S. 1995

Demora-te bastante com a tua raiva,
dorminhoco.
Não a desperdices em motins.
Não a embaraces em ideias.
O Diabo não me deixa falar,
só me deixará insinuar
que és um escravo,
a tua tristeza uma política deliberada
daqueles sob cujo domínio tu sofres,
e que se sustentam
do teu infortúnio.
As atrocidades ali,
a paralisia interior aqui –
satisfeito com a melhor oferta?
Estás manietado.
Andas a ser criado para a dor.
O Diabo ata-me a língua.
Estou a falar contigo,
“amigo da minha vida rabiscada.”
Foste conquistado pelos que
sabem conquistar invisivelmente.
As cortinas mexem-se tão graciosamente,
cortinas de renda de uma
velha e doce intriga:
O Diabo a tentar-me
para que abdique de te assustar.
Por isso devo dizê-lo rapidamente:
quem quer que esteja na tua vida,
aqueles que te magoam,
aqueles que te ajudam:
aqueles que conheces –
desenrasca-os,
ajuda-os a desenrascarem-se.
Reconhece a rasca.
Estás a ouvir a Rádio Resistência.

Leonardo Cohen, O Livro do Desejo, Edições Quasi

Imagem: Google

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

A Falta do Feminino


"À força de rejeitar o que a Feminilidade traz como solução à angústia do homem, cria-se em todo o caso uma humanidade perfeitamente neurótica.

(...)

Suprimindo a noção de Mãe-Divina, ou submetendo-se à autoridade de um deus-pai, desarticulou-se o mecanismo instintivo que fazia o equilíbrio inicial: daí advêm todas as neuroses e outros dramas que sacodem estas sociedades paternalistas."

In LA FEMME CELTE - de Jean Markale
Mulheres & Deusas

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Os Verdadeiros Donos da Natureza

"As Culturas Recentes vêem-se como dominadoras, conquistadoras. Não vivem apenas na sua própria área, sustentando-se a si próprias e defendendo-se de invasões; procuram opositores (animais ou humanos) e capturam-nos, escravizam-nos ou erradicam-nos. A sua agricultura procura retirar do solo toda a nutrição possível, mesmo que o deixe morto. Ocultam coisas umas das outras e têm polícia e exércitos para ajudar os que têm fortuna a mantê-la intacta.

Estas ideias encontram-se reflectidas nos escritos dos pensadores fundamentais e determinantes da nossa cultura. Aristóteles definiu a visão clássica grega no seu ensaio intitulado “Política”: “As plantas existem por causa dos animais, e as bestas selvagens por causa do Homem – os animais domésticos para seu uso e alimentação, e os selvagens (a maior parte, pelo menos) para alimentação e outros acessórios tais como ferramentas e vestuário.”

A perspectiva romana foi bem resumida por Cícero, que escreveu: “Somos os donos absolutos do que a terra produz. As montanhas e planícies são para nossa fruição. Os rios pertencem-nos. Deitamos à terra as sementes e plantamos as árvores. Fertilizamos o solo. Barramos, orientamos e mudamos o curso dos rios; em suma, pelas nossas mãos e várias operações neste mundo, fazemos o mundo como se fosse uma natureza diferente.”

No início do século XVII, Francis Bacon tornou-o explícito no Novum Organum ao escrever: “Venho em verdade conduzir até vós a Natureza e todos os seus filhos para os colocar ao vosso serviço e torná-la vossa escrava.”

No século XIX, Karl Marx escreveu que o objectivo do socialismo é “regular racionalmente o seu (da Humanidade) intercâmbio material com a Natureza e colocá-la sob o seu controlo comum (…)”. Engels referiu-se aos humanos como “os verdadeiros donos da Natureza”.

Inicialmente aplicámos estas convicções dominadoras apenas à Natureza. Em vez de competirmos simplesmente com os outros animais pela nossa provisão alimentar, começámos a dominá-los. Já que os dominávamos, podíamos ir além de competir simplesmente com eles até ao ponto de os destruir completamente todos… o que fizemos a todas as espécies que competiram connosco ou que interferiram com o nosso acesso aos alimentos ou à terra para os produzir. Dos lobos aos insectos e às ervas daninhas, desenvolvemos novas e melhores formas de aniquilar os nossos concorrentes.

Deste ponto de vista, não vai um grande passo até aplicar o conceito a outros humanos. A sequência lógica da ideia de que o Homem tem o direito de reinar sobre toda a Criação é acreditar que alguns humanos são “dirigentes mais legítimos” do que outros. E, uma vez que já tínhamos decidido que não só era aceitável como era bom destruir concorrentes, desenvolvemos formas cada vez melhores de destruir outros humanos, que atingiram a sua expressão mais sofisticada nas modernas máquinas de guerra.

Outra forma em que a nossa cultura reforça a nossa visão do mundo encontra-se na estrutura da linguagem. Quando Dorothy Lee (Freedom and Culture) viveu com a tribo Wintu no Norte da Califórnia, na década de 50, e aprendeu a sua língua, ficou intrigada ao descobrir que as suas formas verbais eram muito deficientes em termos de propriedade ou coerção. Em vez de dizerem “a minha irmã”, diziam “sou irmanado por” ou “vivo com uma irmã”."

AS ÚLTIMAS HORAS DA ANTIGA LUZ DO SOL, Thom Hartmann

Imagens: Google

À Imagem e Semelhança das Deusas

"As egípcias conheceram um mundo em que a mulher não era nem adversária, nem serva do homem. O segredo de viverem a plenitude como esposas, mães, trabalhadoras, ou como iniciadas nos mistérios do templo, sem renunciar a sua identidade em favor do homem, reside na forte presença das Deusas, que lhes davam um modelo claro de comportamento para todas as mulheres.
Se todos nós humanos, fomos criados à imagem e semelhança de um criador e só há um deus masculino, baseada em que imagem foram criadas as mulheres? Sabemos que os meninos, fazem de seus pais modelos de comportamento. Se vives em uma cultura onde só há um deus masculino e nenhuma Deusa, aonde está o modelo feminino? Como podem as meninas aprender a ser mulheres sem a Deusa?

Neith chega até nós para nos dizer que é hora de levantarmos os nossos véus e nos conhecermos verdadeiramente. Quando você se olhar no espelho, poderá ver-se com a cabeça de uma górgona coberta de serpentes. Entretanto se olhar novamente com os olhos do discernimento poderá visualizar sua própria beleza imortal."

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