quarta-feira, 6 de agosto de 2008

A Nova Convergência Harmónica


A Nova Convergência Harmónica
Abertura do Portal 8-8-8
Sexta-feira, 8 de Agosto de 2008


O despertar da Rosa Crística no coração do homem e da Mãe Terra é uma Ascensão, um acontecimento cósmico, humano e planetário de grande transcendência
Saudações, encarnações do Amor Divino!

Haverá uma grande onda de energia de pulsação luminosa nesse dia. Uma onda de luz transformadora que se distribuirá telepaticamente à volta do planeta, a partir do corredor Arturiano… será um nível de Luz harmónica que nunca antes se viu, globalmente, neste planeta. É uma grande oportunidade para que se reúnam todas as sementes estrelares, os trabalhadores de Luz, os faróis de luz, em dança e celebração, em arte e consciência, em SERVIÇO.

Há uma nova onda de frequência, uma nova harmonia, que se chama a Luz de 8-8-8, a nova Energia de Convergência Harmónica. Esta é uma nova vibração que vem dos Mestres do Triângulo Sagrado, até ao planeta. É hora de estarmos abertos à recepção de uma nova frequência de pulsação luminosa. Esta nova frequência é uma força vibratória magnífica e transformará a Terra duma forma alquímica. As densidades, neste planeta, ainda que parece que não seja possível mudarem, vão mudar. Os vossos pensamentos e corpos físicos ajustar-se-ão e também mudarão. A energia da Nova Convergência Harmónica pode transcender os bloqueios e as baixas distorções vibratórias que foram criadas através da ignorância humana.

Neste dia 8-8-8, haverá um novo cabo, poderemos chamar-lhe assim, que vem do Sol Central, o Corredor Arturiano (a Energia do Sol Central chegará, assim, à Terra). É uma frequência vibratória de Energia Poderosa, em relação à rede energética existente de Gaya. 888 marca a revolução total e completa de quase todo o mundo. Notifica-se a Humanidade que chegou a hora de aprendermos a compartilhar os recursos do planeta. O significado chave do 888 é a necessidade de aprendermos a conhecermo-nos através do espelho de quem nos cerca e, aprendermos a dominar-nos, partindo do respeito pelos direitos dos outros.
É interessante que no Calendário Maya este dia revelasse como:

"O grau mais elevado que foi alcançado".


O Humano, elevado ao seu mais alto grau, dá a sabedoria, imparcialmente, a partir do alto da vontade livre; é o poder de unificar, é o dia do chakra do coração, do qual a chave é o serviço e a acção vinculativa. É o dia em que a amizade é a mãe da felicidade. Sem unidade não há desenvolvimento. Celebremos então, a nova Comunidade Quântica, a Comum-Unidade.
Convidamos-te a participar, onde quer que te encontres, na Nova convergência Harmónica 8-8-8 e a entrar nas Novas Frequências de Ressonância Harmónica para a Ascensão individual e planetária. Imaginem milhares de semente estrelares à volta do mundo entoando simultaneamente um canto sagrado. Imaginem o som-vibração a viajar à volta da Terra, criando uma formosa energia de cura, removendo bloqueios, criando novos equilíbrios e ajudando a trazer o homem até uma convergência harmónica com a Jóia Azul, sua mãe, a Mãe Terra.

Alma, onde quer que te encontres, une-te ao processo de participar na Activação do Corpo de Luz Planetário, participando activamente na activação dos códigos de Luz, durante 12 minutos em meditação mundial cantando o Gayatri, que é a vibração que trará a nova frequência do 8-8-8. Sintonizem-se com o Gayatri. Cantem o Gayatri. Contemplem-no. Que o Gayatri nos conduza ao regaço da Mãe do Mundo:

OM BHUR BHUVAH SWHAH
TAT SAVITUR VARENYAM
BHARGO DEVASYA DHIMAHI
DHIO YO NAH PRACHODAYAT


Ventos de Lys http://www.ventosdelys.com
Retirado do blogue MULHERES & DEUSAS

Imagem: Rosa Meditativa, Salvador Dali

O Futuro do Amor I


O casamento e a sociedade

A estabilidade do casamento – a ideia de duas pessoas se ligarem para toda a vida – tem sido tão importante para a nossa sobrevivência colectiva que as nossas convicções sobre o casamento se tornaram um dos pilares da sociedade. Na verdade, o manter as nossas relações numa base equilibrada, fazer com que os nossos casamentos funcionem como unidades estáveis e fiáveis, peças que zumbem na engrenagem em movimento das nossas pequenas comunidades, é o que faz da “sociedade” o que ela é, e a sociedade é o que incita o casamento a ser o que ele é.

Para criar estabilidade social, há uma exigência não declarada, uma espécie de atmosfera ou fragrância no ar que diz às pessoas casadas para continuarem casadas, para se comportarem, para se preocuparem com as coisas mais importantes que a sociedade tem para oferecer e não fazerem nada demasiado disruptivo, como optar por viver numa comunidade, fugir com o vizinho do lado ou decidir não pagar impostos.

Mas porque essa exigência não declarada é função da nossa consciência social e não da consciência pessoal, as pessoas casadas são levadas a guiar-se por valores exteriores e a participar numa consciência genérica em vez de numa consciência individual ou visionária. Em vez de mergulharmos no mais profundo do nosso íntimo onde poderíamos encontrar a sabedoria dos nossos corações (e talvez deparar-nos com soluções sociais espantosas ou formas de relacionamento invulgares – uma relação transcontinental a tempo parcial ou um compromisso monógamo uma vez por semana, por exemplo) tornamo-nos como as ovelhas que vão andando com o rebanho. A verdade é que o casamento – como relação – foi apropriado pela sociedade e, servindo a sociedade, com frequência sufoca a alma individual.

O dever, a responsabilidade e a convenção social, se bem que importantes, muitas vezes afastam-nos da nossa ligação natural mais profunda uns com os outros – a nossa ligação sentida – e assim, ao tentar servir o todo, podemos trair-nos ou abandonar-nos a nós próprios. Em vez de procurarmos nos nossos corações, mentes e consciências as formas adequadas para as nossas relações, permitimos que os casamentos se tornem versões diluídas dos valores da sociedade em vez de uniões emocionais vibrantes que nutrem as pessoas que os partilham.

As nossas convicções sociais quanto ao casamento ainda se encontram profundamente entranhadas, mas à medida que se tornam aparentes as mudanças que atravessamos, começam a perder o seu peso. E, na verdade, para nos desenvolvermos como personalidades e almas, essas convenções têm de perder o poder. Mas as noções inerentes à nossa memória colectiva dificilmente desaparecem e todas as pessoas que vivem hoje em dia continuam a manter no íntimo a ideia de que todas as nossas relações devem ser vividas de forma semelhante ao casamento.

Daphne Rose Kingma, O Futuro do Amor, Sinais de Fogo

Imagem: Alice Buis

O Futuro do Amor II

Como Passou a Ser Assim

Pelo menos até ao séc. XX, precisámos das convicções sociais acerca do casamento para sobreviver. Eram o reconhecimento interior das circunstâncias necessárias para que a família humana chegasse onde se dirigia. Os nossos bisavós não se questionavam sobre se iam viver em felicidade romântica, êxtase sexual ou esclarecimento espiritual nas suas relações. Engraçavam um com o outro, avançavam para o casamento e seguiam para a planície, para a Floresta Negra, para a quinta, para o celeiro ou para o campo de batalha, para fazer o que era preciso. Foi por terem assegurado a nossa sobrevivência que pudemos emergir no século XX como os seres psicológicos em que nos tornámos. Mas agora temos uma nova incumbência evolucionária e, para a pormos em prática, temos que perceber que essas noções deixaram de ser importantes.

Daphne Rose Kingma, O Futuro do Amor, Sinais de Fogo

Imagem: Alice Buis