quinta-feira, 3 de julho de 2008

Os dez mandamentos da prosperidade

Enviado pela Isabel Refacho:

De que prosperidade falamos?


O primeiro grande ensinamento dos dez mandamentos responde: falamos primeiro da necessária prosperidade (riqueza) interior: “que se passa lá fora tem a ver com o que se passa cá dentro”.

A riqueza é o retrato da mente.

Não olharás para nenhuma outra Fonte para teu suprimento a não ser DEUS. Com Fé em Deus não tememos nenhum mal. A pobreza, antes de mais, é falta de Fé. Não há benefícios espirituais decorrentes da pobreza. Confiar e aceitar - na Natureza não há limite para a riqueza. Olhemos para a biodiversidade que nos rodeia: onde está a limitação? Onde está a pobreza? Não está.

Não farás nenhuma imagem mental de carência. O pensamento cria, pobreza ou riqueza. Ou melhor, a mente é criativa e o pensamento é a sua acção. É como uma carruagem de um comboio (a mente), que leva alguma coisa (pensamento) a algum lado. O que queremos transportar no nosso pensamento? Pobreza ou riqueza?

Não pronunciarás palavras de carência ou limitação. Controlamos os nossos pensamentos. E as nossas palavras? Elas controlam-nos. As leis da mente operam através das palavras. Não usar o nome do Eterno de forma profana (profano: rebaixar por uso erróneo, indigno ou vulgar; tratar (algo sagrado) com abuso, irreverência ou desprezo). O sábio aprendeu que a vida é como um eco: o berro enviado sempre retorna. Evoca o poder da palavra tanto através da negação como da afirmação.

Tu deixarás ir e deixarás Deus agir. A sequência é: oração, trabalho, descanso. Há uma parte nossa e outra de Deus. Depois da nossa parte feita, devemos descansar em paz, Deus fará a Sua própria parte. O sentimento de parceria com Deus é essencial para toda a vida bem sucedida. Façamos a nossa parte e pratiquemos a “não interferência no trabalho de Deus.”

Tu conduzir-te-ás honradamente com Deus e com todos os instrumentos humanos através dos quais o bem de Deus é manifestado em ti. Isto é, toda a acção ética é baseada em justiça, honestidade e cooperação. A acção correcta em relação aos semelhantes. Estamos constantemente aceitando dádivas. Como retribuímos? Toda a propriedade é de Deus e a administração do homem. Em muitos textos antigos está escrito que a semente da prosperidade é o dízimo, ele incrementa o suprimento de Deus na vida do Homem.

Não tirarás a tua riqueza para fora de circulação. Isto é: “tu não matarás.” A água pura circula. A água estagnada degrada-se. Não podemos ter um corpo são sem uma boa circulação. Assim é com a riqueza, ela deve circular livremente. A circulação é o segredo do crescimento, se pretendemos prosperar, tem de haver circulação não só de ricas ideias na mente mas também da riqueza que é a ilustração destas ideias. Há uma contínua acção de receber e doar num ciclo infinito.

Não degradarás a tua riqueza com uso negligente ou mau. Isto é: “tu não cometerás adultério”. Como toda a Verdade essencial, o ideal de pureza precisa de ser trabalhado tanto na acção externa como interna. A palavra adultério tem a mesma raiz que adulterar que significa adicionar uma substância pobre ou imprópria. Toda a natureza ensina o equilíbrio. A riqueza é um símbolo da abundância de Deus e como tal é uma Bênção sagrada e deve ser tratada como tal.

Não buscarás seja o que for de graça. Paguemos pelo que recebemos. O benefício do que recebemos deve ser retribuído a alguém, linha por linha, feito por feito, centavo por centavo. Quanto vale estarmos reunidos em Grupo em busca da Verdade? O que damos em troca? Se não gostamos do que estamos recebendo da vida precisamos de reflectir cuidadosamente sobre aquilo que estamos dando à vida. Dá e ser-te-á dado.

Não darás falso testemunho contra a fonte da tua riqueza. Todo o mal é a incorporação de uma falsa crença na mente. Se aceitamos “eu sou pobre” essa mentira tomará lugar. Cada vez que falamos/assumimos pobreza estamos dando falso testemunho da riqueza do Universo. É a Natureza pobre? Porque alimentamos falsamente a ideia de pobreza? Em todo o problema de suprimento a resposta está na Verdade e não na mentira.

10º Não te limitarás cobiçando aquilo que pertence a outrem; reivindicarás o que é teu. Quando cobiçamos é porque duvidamos do justo suprimento daquilo que nos pertence. O desejo do que nos pertence é sempre a primeira indicação de algum bem que Deus reservou para nós. A energia primordial move-se em irresistível poder para manifestar o desejado. Passamos a vida com receio de que o nosso vizinho nos tire o que é nosso. Devemos mudar e, antes, estar atentos ao que estamos tirando ao vizinho.

Os primeiros quatro Mandamentos têm a ver com a acção recta em relação a Deus, os últimos seis com a acção recta em relação ao homem.

Tudo podemos. A escolha é, exclusivamente, de cada um.

(Resumo de Carlos Cupeto)

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