quarta-feira, 30 de julho de 2008

Escrevendo...

Embora oficialmente só comece a 1 de Agosto, depois de amanhã, já posso dizer que estou... em férias! Finalmente.
Estes últimos dias têm sido de actividade intensa (frenética, seria mais justo...) e não tenho tido tempo para produzir nada para o meu blogue. Aliás, o meu tempo para bloguear é a partir de agora repartido por mais dois espaços, um já em construção e outro apenas em projecto. Ambos estão relacionados com a escrita criativa e com a minha actividade de prof.

Hoje pedi a um dos meus alunos (o autor de aluzeofogo) que escrevesse sobre a experiência de quase um ano - no caso dele que já chegou tarde - de frequência da Oficina de Escrita Criativa, e o que escreveu foi:

A Oficina de Escrita Criativa é um espaço sem fronteiras, sem limites; é um lugar onde eu consegui juntar e unir vários horizontes que se tinham dispersado no meu interior.
Eu amo as palavras escritas. Elas são para mim como as cores, as pinceladas que um pintor oferece ao Mundo numa tela, num quadro. Estão presentes em tudo o que me rodeia, porque no princípio era o Verbo, a palavra, e através dela podemos construir tudo o que desejamos. A Oficina de E.C. deu-me a oportunidade de criar, de conhecer o sabor das palavras, o cheiro, a cor, a luz e o brilho que uma só frase tem. Aprendi nesse lugar, quase mágico, quase irreal, que a escrita é como um rio que não pára, que não transborda, que não inunda - é água que traz sede...
Descobri que podia escapar, fugir pela janela, agarrado a um livro, pendurado numa página qualquer. Não estava preso, não era um preso...

Embora as coisas por aqui, por esta minha profissão, comecem mesmo a aquecer e a tirar-nos do sério, testemunhos assim recentram-nos no que verdadeiramente interessa: o aluno! E o seu processo...

Imagem: Google

terça-feira, 29 de julho de 2008

Encontrei hoje este comentário...

Luiza, por tanta beleza visual e de conteúdo riquíssimo com que seu blog é constituído, meus Parabéns (apesar de atrasados) pelo Aniversário de 1 ano. Este é um dos blogs que reúne tudo o que gosto e me encanta. Beijos. Meu Carinho.

Adelia Ester

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Bem haja, Adelia Ester, pelo seu comentário e pelo seu carinho, que retribuo. É bom saber que as nossas muitas horas de trabalho não são em vão.
Incluo neste agradecimento, mais uma vez, todos os meus outros leitores e comentadores.

Pelo Amor Maior

Luíza

segunda-feira, 28 de julho de 2008

TRANSIÇÃO INTERDIMENSIONAL

25/11/05
Um dos principais trabalhos que as naves laboratório estão a implementar é a atribuição, no máximo de indivíduos possível, daquilo a que se pode chamar “um manto de luz”. Um manto de luz é o fortalecimento da protecção, o campo de permanência dentro do qual cada ser consciente é transportado durante a desmaterialização e a rematerialização do planeta Terra.

Neste momento a Terra aproxima-se inexoravelmente de um portal do qual não há retorno. Esse portal está a uma distância temporal de, sensivelmente, 10 anos e gera a passagem da Terra inteira a um nível de forma-pensamento durante 72 horas e depois, as formas-pensamento capazes de se ajustar a uma matriz da 4ª dimensão, atravessam o portal, são re-solidificados do lado de lá.

Ou seja, a transição que está a acontecer não pode ser medida por regras e compassos sociológicos, políticos, intelectuais ou religiosos. A transição que já começou actua num nível bem abaixo da matéria que nós conhecemos e bem acima do espírito tal como nós o conhecemos.
Os gatilhos da transição interdimensional e as âncoras que fazem com que uma realidade seja estável, encontram-se muito abaixo da matéria tal como nós a conhecemos a níveis indescritíveis do comportamento da energia física absoluta e muito acima da própria mónada do Homem.

Todos os gatilhos e as âncoras que estão a ser mexidos situam-se em “regiões” extremas da vida, e praticamente todo o conhecimento que nós temos como espécie não tem campo semântico para compreender o que está a acontecer.

Esta transição de 72 horas acontece porque os guardiões do espaço/tempo destravam a Terra de toda a substância densa a que ela está vinculada e apenas as formas-pensamento que estão por detrás da matéria densa atravessam o portal.

Significa que o Homem é essencialmente uma impressão de luz sobre uma tela biológica e essa identidade superior imprime-se numa tela biológica através de uma sequência organizada em ângulos rectos de pontos cristalinos (rectícula cristalina) que, no plano etérico profundo, informa o código genético da entidade residente, do tipo de entidade superior que é residente naquele corpo. O que significa que a imagem sagrada, real, entendida como um modelo indestrutível para o teu ser (e cada ser tem o seu), essa imagem está apenas ligeiramente impressa nestes corpos (físico, emocional, mental).

O Homem é uma imagem de luz impressa na substância. Existe esta rectícula cristalina, a que nós chamámos corpo gemátrico, no profundo electrónico do nosso ser que recebe a imagem em estado perfeito – imagem imaculada do que nós somos. Esta imagem tem um poder para se impor. A impressão da imagem sobre o suporte biológico é regulada pela vontade do espírito dentro de nós e é ele que aumenta o poder dessa imagem através dos corpos subtis, é ele que aumenta o poder de luz dessa imagem imprimindo-se nessa quadrícula do cristalino que existe dentro de nós, e o código genético não seria nada se essa imagem sagrada não chegasse até ele sob a forma de ondas carregadas de modelação de frequência.

A Terra inteira é a mesma coisa, uma impressão num campo biológico, num campo inter- espécies, num campo geológico,... . Ela é a impressão de uma poderosa imagem que é a própria ideação do Logos planetário terrestre complementada pelo Amor, pela Sabedoria, pela Inteligência e pela Plasticidade da Mãe do Mundo, que é a guardiã do potencial máximo de toda a matéria.


Quando a Terra se aproximar desse portal e entrar numa zona de nulo magnético... - porque existe um nulo magnético - o vínculo entre a imagem sagrada do mundo e o seu actual corpo é solto momentaneamente. Existe um afrouxar das âncoras e dos pontos de fixação que prendem a imagem sagrada do mundo na mente do Logos em relação a toda a matéria terrestre.
Grande parte da substância terrestre que atingiu um certo grau vibratório nos reinos mineral, vegetal, animal e no físico humano, grande parte desta substância física que teve, durante milhões de anos, sucessivamente, programas logóicos de formação de espécies, de formas e de modos de comportamento, grande parte da substância da Terra também se está preparando para ser elevada a forma-pensamento durante essas 72 horas.


As montanhas, os lagos, as florestas, os oceanos, as espécies, os elementos, grande parte da biomassa e também da majestosa massa inorgânica está-se preparando para este salto interdimensional. A matéria também quer atravessar o portal mas nem toda a matéria o pode fazer, assim como nem todos os corpos físicos, nem todas as espécies podem atravessar, porque a transição que vai ser feita é entre uma forma de captar a imagem logóica para a Terra, que é a fórmula da 3ª dimensão, para uma fórmula da 4ª dimensão onde a forma como a substância Mãe, a consciência Filho e o fogo do Pai interagem muito mais próximos de um triângulo equilátero do que na 3ª dimensão, em que o triângulo está descalibrado.


Só podem atravessar o portal aquelas substâncias, aquele corpos, aquelas consciências, aqueles pensamentos, aquelas calibragens e frequências que se podem ajustar ao rectículo cristalino da Nova Terra. De uma forma muito geral, o que acontece é que, no momento em que a Terra entra no “grande zero magnético”, acontecem duas coisas: um bombardeamento cósmico extremamente forte e todo o tipo de radiações benignas e nocivas à vida; e, simultaneamente o desligar da imagem forma-pensamento poderosíssima que o Logos tem, e que contém, e que emite da Terra para a Terra do seu corpo físico.

Há um desencarne da Terra inteira. Isto é, um desajuste entre a súmula, amplexo de formas-pensamento que geram a Terra e a sua base física estrita e uma grande parte (60 a 70%) da substância terrestre está tão contaminada por sistemas metódicos regulares de distribuição de energia, matrizes de controle, matrizes de pensamento negativo, matrizes químicas tóxicas, a massa terrestre já está tão contaminada que ela não tem tempo de saltar, mas uma grande parte (30 a 40%) da biomassa da Terra consegue acompanhar a vibração da forma-pensamento que desencarna, subir ao máximo a vibração e passar o limiar entre as duas dimensões e o resultado é que, para trás, na 3ª dimensão, vai ficar um caroço geológico velho que contém todas as construções humanas, reinos e áreas de esforço natural que não conseguem, ou não fizeram o trabalho de se preparar para esta transição.


Fica como um cadáver na 3ª dimensão que é o que se passa com Vénus e com a Lua. São cadáveres de planetas que se transformaram em formas-pensamento durante poucas horas e transitaram para uma dimensão superior. O processo da morte que nós conhecemos é muito semelhante a isto. A morte quando ela é dirigida pela mónada, não é mais do que a admissão de um ser a uma dimensão forma-pensamento (Bardo em tibetano) no qual todo o material etérico, inclusive físico subtil, que pode acompanhar a alma e a consciência que desencarna, atravessa o túnel de luz, e tudo o que pode ser resgatado vai.

O físico pode enviar partes da sua informação através do túnel de luz sob a forma de ondas de calor e de partículas fosfóricas e fotónicas que podem sair do cérebro e que são físicas, têm massa. Não estamos a falar do físico nem da consciência, nem da alma, do emocional, mental ou etérico, estamos a falar do fósforo, partículas de luz que no momento de desencarnar são disparadas pelo sangue(?) num esforço, numa vontade suprema da matéria partilhar da vida acima, super natural. É o próprio físico que emana ondas de calor, partículas luminosas que atravessam o túnel de luz juntamente com a tua consciência, e tem massa, a massa do teu corpo de luz, portanto, a informação física é resgatada da mesma maneira.

Dos 250 sentimentos possíveis que nós temos, uns 30 ou 40 estados de sentimento podem atravessar o túnel de luz e ser integrados à consciência superior do lado de lá. Da mesma forma, grupos complexos de pensamentos que têm uma vibração resgatável atravessam o túnel. Portanto, no processo de desencarnar, tanto o físico como o emocional, como o mental, enviam partes de si com a alma.

O psíquico nunca sai do corpo sem levar o melhor e esse melhor acompanha a consciência na transição dos 7 chacras dentro do corpo para o 8º chacra (que é, basicamente, o tal túnel de luz que toda a gente vê), do 8º para o 9º, até ao 10º chacra que é onde está a imagem crística transformadora, que é o tal Eu Superior supremo que as pessoas referem encontrar quando atravessam o túnel de luz.

Muitas pessoas que tiveram experiências fora do corpo e voltaram falam desta sequência: desligamento dos 7 centros; uma progressiva dificuldade de mexer os membros; frio nos braços e pernas mas muito calor no coração e na cabeça, cada vez mais forte até que há uma explosão e a (?) psíquica sai do corpo etérico traz consigo todo o material emocional/mental útil. Depois as pessoas referem o túnel com um lado de cá – 8º chacra – e um lado de lá – 9º chacra e depois uma luz tremenda que é o ser crístico (o cristo interno) à tua espera no 10º chacra.

Os 5 chacras acima do crânio já se conhecem há muito tempo com outra linguagem, e agora a linguagem está a adquirir qualidades numéricas, geométricas, exactas, de forma a que a nossa consciência se organize mais rapidamente (?) o processo. A transição da Terra dentro de 10 anos é um desencarne da Terra inteira, só que não é um desencarne deixando o corpo físico ou a Terra para trás.

Os Controladores da fixação entre a imagem sagrada... existem formas-pensamento sustentadoras que emanam uma onda que contém uma variação exacta capaz de informar as estruturas cristalinas da cadência e da sequência de acumulação de substância de uma forma qualitativa até que o resultado é uma montanha belíssima, uma espécie natural, um pássaro,... o que vai entrar na “arca” são as imagens sagradas de todos os animais, seres humanos, montanhas, oceanos, etc.. A arca terá que navegar do antigo para o novo estado de coisas. O mar onde esta arca de Samana navegará é o mar turbulento entre dois campos electromagnéticos.

Nessa transição, operadores que fixam a imagem cósmica da Terra na matéria desligam-na e 2/6 da substância terrestre e 2/6 do corpo físico da Humanidade conseguem acompanhar o processo de desmaterialização. Quando tu és liberto da matéria física, tu compreendes que a tua forma física é eterna. Tu percebes que essa imagem sagrada física está a descolar-se do corpo físico. O que acontece é que a membrana electromagnética, entre outros factores que fixam a imagem à matéria, descolou e a consciência sempre acompanha essa imagem sagrada, por isso é que há pessoas que pouco antes de morrerem têm momentos de uma enorme lucidez porque a consciência já está fora do cérebro acompanhando os envelopes vibracionais subtis para a viagem que vem a seguir.

E quando isso acontece tu percebes o teu corpo com uma densidade imensa! Os seres que assistem à ascensão (de baixo para cima), vão libertar também a matéria, não só a imagem, a memória cósmica indestrutível à qual a tua matéria responde, mas também a própria substância do teu corpo é solta do contínuo espaço/tempo/ matéria/energia e adquire uma vibração uma oitava mais alta. O que acontece na transição é que a mónada envia um raio extremamente forte para o cérebro e daí para o coração e para a base da coluna vertebral. Esse raio é a vontade/poder monádica.

É um buraco branco, de um magnetismo imenso, que desce na vertical e tem o poder de centrar os corpos de uma pessoa de uma forma esmagadora e, ao mesmo tempo, todo o material prânico é elevado ao coração. Nesse momento o mónada envia um sinal aos chacras abaixo do chacra da raiz (os 5 chacras que entram no interior da Terra) e começa a soltar as âncoras que fixam o corpo na matéria. A mónada pode decidir que quer fazer a transição levando o corpo consigo ou deixá-lo para trás.

Ela pode decidir que este corpo pode ser acelerado até atingir a mesma vibração da forma-pensamento que atravessa o portal e isto é um estado sobrenatural da matéria – matéria transfigurada. Se a mónada decide que este corpo é resgatável, ela envia um sinal aos 5 centros inferiores e, de acordo com a Mãe divina, que controla a fisicalidade e a gravidade em todos nós, ela desliga o 1º centro abaixo do muladara e as formas elementais da Terra deixam de ser reais para ti.

Depois destrava o 2º centro e a força electromagnética deixa de ser real para ti. Depois o 3º centro e as energias nucleares mais suaves deixam de ser reais para ti. Nesse momento a tua mão já atravessa uma pedra porque foste para outro campo de sustentação e a seguir destrava as forças nucleares mais fortes e aí, o teu corpo, que se mantém integral porque a imagem está lá, fica numa bolha de sustentação (não estás nem na antiga nem na nova Terra) mas a tua imagem está lá e é essa imagem cósmica, no fundo do código genético, no rectículo cristalino, que mantém as ligações entre as moléculas e substitui as 5 forças fundamentais pelas suas contrapartes cósmicas.

Isto é, substitui elementais da Terra por elementais celestes. Substitui o electromagnetismo da Terra por electromagnetismo celeste. Substitui as forças nucleares da Terra por forças nucleares angélicas e substitui as forças nucleares mais poderosas (protão e neutrão) por uma coesão metatrónica. E, uma vez feita a substituição desses 4 centros, o último centro a ser desligado é a gravidade e, nesse momento, a Terra inteira, para ti, é só uma forma-pensamento assim como tu o és para a Terra.
Tu estás a ser desligado da âncora que nos prende aos fundos abissais do controlo material, abaixo dos átomos, e o teu corpo começa a desmaterializar-se, não se desmaterializando porque a substância é mantida agregada pela imagem sagrada.

A Terra é desfotografada da matriz antiga da mesma maneira, primeiro os elementos, depois as forças electromagnéticas, depois as energias nucleares fracas, as energias nucleares fortes e, finalmente, a gravidade. Ora, se a gravidade da Terra é desligada, a Terra transforma-se numa película de luz e com ela vem toda a substância mental, emocional, física/etérica do antigo planeta e para trás fica quase nada, depende. E o que fica para trás fica na 3ª dimensão, como a Lua, hoje, é o cadáver de um grupo de consciência que subiu para a 4ª e para a 5ª dimensão, Vénus e Mercúrio também.

Isto é, estão lá as civilizações de 4ª dimensão, só que na 4ª dimensão. Por mais que apontes para lá um telescópio, só vês os restos do que foi aquele planeta na fase da 3ª dimensão. Como estão muito próximos do Sol, esses restos tendem a ser incinerados pela própria potência solar. Eu não sei explicar qual é a experiência óptica destas coisas, mas a Terra que transita é a Terra em ti que pode fazer a transição e, portanto, é muito importante que a média vibracional deste corpo seja activada.

O corpo, a consciência e a imagem que modela o corpo a partir de estruturas cristalinas são coisas completamente diferentes, mas, se o indivíduo gostaria de levar este corpo com ele, então ele que cuide deste corpo porque tu podes estar salvo em consciência, em vibração, na pureza do coração e até em termos de conexão cósmica mas o teu corpo ficou para trás. Quando Eles desfotografam esses 5 campos a Terra inteira desloca-se da 3ª dimensão. Desaparece. O campo luminoso, as imagens e as substâncias resgatáveis entram num vórtice, da mesma forma que uma pessoa que desencarna entra num túnel, a Terra inteira entra num vórtice de luz branca.

Todos os seres humanos vivem o mesmo processo em 72 horas (que era o tempo que antigamente se dava antes de enterrar uma pessoa). A Terra atravessa esse portal e do lado de lá estão à espera as 5 forças de fixação:

Energia de gravidade
Energia nuclear fraca
Energia nuclear forte
Energia electromagnética e
Os 5 elementos – Terra, Água, Ar, Fogo.

Está tudo do lado de lá à espera, só que numa oitava mais alta. Então, a Terra sai da 3ª dimensão, desencarna, fica para trás o resíduo, o que não pode ascender. Esse desencarne é uma Glória. A Ascensão da Terra assim como a nossa Ascensão são controladas. Quando vocês mudam mesmo de alimentação, seja qual for o motivo, ao fim de 3 anos e meio vocês viveram uma desmaterialização, não estão mais no mesmo nível de densidade.

As forças de gravidade que vos controlam já são outras (a gravidade tem muitos níveis), as forças nucleares nos átomos e a que liga os electrões ao núcleo já é outra e os elementos e os elementais presentes em vós já são outros. Quando estas 5 coisas mudam, o indivíduo desmaterializou só que são desmaterializações com coeficientes muito baixos - tu podes continuar a cumprimentar as pessoas na rua independentemente da alimentação que elas fazem.

À medida que o processo se desenvolve, na transição, toda a Terra salta o portal e o que fica para trás é o que não pode passar. É geológico, cultural, urbano, civilizacional, mental, emocional, e o que fica para trás é um assunto dos arcanjos e das naves laboratório. Durante a transição ela entra nesse túnel e todos nós entramos com ela, todos nós somos acelerados. A mónada apodera-se da alma, a alma apodera-se do psíquico, o psíquico faz descer o raio monádico, os corpos entram na vertical total.

Passa o que puder passar e é muito importante compreender que as regras do divino não são as nossas. O divino conhece o coração de tudo, mais do que nós próprios conhecemos o nosso. Vai haver muitas surpresas! Nessa transição, quando a forma-pensamento, porque a Terra é desgravitada, desnuclearizada, desmaterializada, e as forças dinâmicas que regem os elementos (terra, ar, água e fogo) tudo isto pára. O que um físico vos diria é que se isso acontecesse, a Terra explodiria em poalha de luz, ou seja, a luz entrava de novo no contínuo universal e deixava de estar congelada sob a forma de um planeta.

Isto é o que um físico diria: “que nenhuma coisa subsiste à quebra das 5 forças fundamentais” .
O que se passa é que nessa altura já a Terra tem a merkabah, isto é, o seu campo vibratório numa vibração tal, que a imagem sagrada protege as ligações entre as partículas. Isto é, nós somos desligados de um nível mas aquilo que ampara está presente. Ao chegar ao lado de lá do portal, tal como a morte é um portal, ela começa a ganhar densidade outra vez e é elegantemente pousada nas planícies electromagnéticas, gravíticas e nucleares da 4ª dimensão. O que os Irmãos estão neste momento a implementar é aquilo a que se pode chamar um manto de luz. O manto de luz é um campo protector.

O Manto de Luz

O pilar de luz é o 1º Raio cósmico fortalecendo cada um de nós. Um dia vamos descobrir que o pilar está tão activado que as coisas nem chegam a aparecer na nossa vida. Elas desaparecem antes de entrarem no horizonte da consciência. Quando o pilar está poderosamente formado, o que não pertence ao Caminho nem sequer entra no horizonte cognitivo. Isso é um estado de Bem-Aventurança e a pessoa sabe que é um estado de Bem-Aventurança porque não acontece nada de dramático na vida dela e ela está cada vez mais cheia de um mel espiritual inexplicável.

O pilar está relacionado com a vontade monádica associada aos corpos, à coluna vertebral e aos centros superiores e ao teu Mestre e até às naves para onde tens que ir se for necessário levar-te para lá. Agora, o manto de luz é o 2º Raio e o 3º Raio. Ele é um envelope de vibração angélica que está sendo colocado à nossa volta e que rompe e volta a ser construído, rompe e volta a ser construído. Rompe porque caminhar nesta cidade com um manto de luz é difícil. É uma cúpula protectora que está muito próxima da pele e que te envolve constantemente e que nós podemos romper com qualquer reacção mais inconsciente.

A fúria sagrada, a revolta ética, dizer de uma forma desorganizada e deselegante e contraproducente a nossa fé, aquilo em que nós acreditamos, o nosso sentido de justiça não rompe o manto de luz, uma sexualidade que respeita o coração não rompe o manto de luz, a geração de energia monetária com base numa verdadeira relação entre valor e trabalho não rompe o manto de luz, o exercício do poder com amor ao próximo não rompe o manto de luz. O que rompe o manto de luz é a perca de consciência de nós mesmos, o adormecer para fora da memória espiritual de nós próprios e a partir daí isso cria uma baía que permite muitos “barcos” aportarem.


Este processo de receber e manter o manto de luz é um trabalho super íntimo. É a essência da intimidade. É tu sentires e criares um estado de suspeição e oração e cumplicidade para com esse manto que te envolve e fortalecê-lo. Como Mestre Morya dizia: ”no meio do mercado andai como leões”. Isto é o trabalho porque este manto de luz é absolutamente essencial para a transição planetária. Ele está a ser implantado em cordilheiras, em lagos, lagunas, desertos, florestas e em bairros, só que estes são super descontínuos, aqui o manto não consegue estabilizar- se.

Vocês, como co-responsáveis pela ascensão da Terra, são os primeiros a receber esse manto de luz. Ele é que fortalece a imagem sagrada durante a transição. A imagem sagrada reflecte-se sob a forma de um manto de luz à nossa volta (as túnicas nupciais do casamento com Cristo) são essa imagem, nada sobrevive à transição.
Este manto de luz é um campo electromagnético que não está enraizado na história do Universo.

Nós estamos a ser preparados para um processo em que as coisas vão ficar cada vez mais subtis até que há um momento... porque a preparação é gradual mas a transição não é gradual, é ao meio dia e tantos minutos do dia X, do mês X, do ano X. Quando Eles decidirem: “é agora” este planeta é desfotografado do contínuo em que está, transforma-se em forma-pensamento, a matéria acompanha e é refixado do lado de lá do grande portal como planeta de 4ª dimensão.

Portanto, quem vai lá estar são as pessoas que, do lado de cá, já estavam a vibrar na 4ª dimensão e as espécies de insectos, plantas, pássaros e animais que podem vibrar de acordo com aquele nível da matéria e da consciência, e toda a matéria de que um planeta de 4ª dimensão é composto já é uma matéria híbrida, é composto por toda a matéria iniciada da Terra que fez a transição no portal e por jactos de luz que se condensam e são cristalizados vindos basicamente das Plêiades. As Plêiades vão doar radiação para a construção das montanhas, vales, planícies, lagos, florestas da Nova Terra. A Nova Terra já é uma Terra pleiadiana no sentido em que grande parte da matéria que compõe a Nova Terra vem de um outro sistema solar.

Se isto não acontecer eu não sei como é que se vai viver neste planeta nos próximos anos.

Então:
Apertem os cintos, apaguem os cigarros, recolham o tabuleiro e evitem ir à casa de banho durante a descolagem.

A beleza deste processo é indescritível, ela inclui tudo o que os Egípcios, os Maias, as dinastias secretas da China, os Sufis tentaram e em parte conseguiram. Todas estas acelerações vibracionais são agora comandadas pelas Ordens de Michael, Melchizedeque, Enoch.
Vamos começar a trabalhar na experiência deste corpo e deste manto de luz.

É o magnetismo e a luz da mónada, através do corpo crístico, que vão descendo e vão sedimentando e vão-nos protegendo e nutrindo e fortalecendo. Algumas pessoas podem experimentar a presença de pleiadianos que trabalham nesse fortalecimento do manto de luz como frio porque os pleiadianos têm uma vibração fria, mas é um frio muito especial, é como uma refrigeração.

André Louro de Almeida

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sexta-feira, 18 de julho de 2008

ANJOS...

Clique sobre a imagem.

Mais: http://www.youtube.com/watch?v=hKygaCUsfYo&NR=1


Imagem:
http://infinity.usanethosting.com/Heart.Of.God/main.htm

Prelúdio


Sobre o verniz polido
da mesa
permanece o feno
palpitante do pinhal

É discreta a cor da casa

O céu branco afasta
o branco dos beirais

Vem a chuva
numa tarde esquecida
enquanto sobe à memória
a ceifa e os ceifeiros.

José Vieira, Desígnios, 1993

Imagem: Google

segunda-feira, 14 de julho de 2008

A ESCALA HAWKINS DA CONSCIÊNCIA

ESTAMOS A MUDAR O MUNDO...

"No livro “Poder vs Força: Os Determinantes Escondidos no Comportamento Humano”, David Hawkins revela algumas propriedades fascinantes da consciência humana. Neste trabalho, ele criou e calibrou um mapa enormemente útil da consciência humana, um mapa que deveria, muito apropriadamente ser chamado de "Escala Hawkins da Consciência".


Hawkins começou a sua prática de psiquiatria em 1952, e então descobriu o poder da kinesiologia, a ciência que obtém respostas directamente da mente subconsciente de uma pessoa através de um teste muscular.

A MENTE SUBCONSCIENTE

A mente subconsciente (ou inconsciente) é um segmento da sua gama total de consciência. A mente subconsciente armazena recordações e questões emocionais. Ela controla o sistema nervoso involuntário que administra sistemas como respiração, digestão e metabolismo.

Também está em comunicação com o universo como um todo. Em particular, está conectada com a mente global, ou inconsciente colectivo da humanidade.


Com a kinesiologia, as mentes conscientes da
s pessoas são isoladas para que se recebam respostas claras directamente das suas mentes subconscientes. Os testes são mecanicamente muito simples. Os indivíduos testados deixam um braço estendido horizontalmente ao lado do corpo enquanto a pessoa designada como testadora lhes diz para resistirem aos esforços para baixar o braço com cada pergunta. Se o braço permanece forte e fica horizontal, então a resposta da mente subconsciente do indivíduo é afirmativa. Se o braço se move para baixo devido à fraqueza, então a resposta é negativa.

Por exemplo, se se testar um indivíduo para que resista enquanto alguém lhe diz: "Você tem um corpo humano" , o seu braço permanecerá forte. Se se mudar a declaração para: "Você é um corpo humano" o braço ficará fraco, pois esta é uma declaração incorrecta.

MAIS DO QUE UM CORPO FÍSICO

A razão para isto é que nós, como espíritos, apenas habitamos os nossos corpos físicos. Nós não somos os nossos corpos, embora o nosso ego tenda a considerar-nos apenas como aquele que nós vemos no espelho. A mente subconsciente sabe que a verdadeira resposta é: “Você tem um corpo humano

OS DOIS HEMISFÉRIOS

John Diamond, M.D., outro antigo investigador em kinesiologia, observou casos onde os hemisférios direito e esquerdo do cérebro de uma pessoa estavam a trabalhar juntos. O hemisfério esquerdo do cérebro normalmente é usado para pensamento analítico e actividade verbal, enquanto o hemisfério direito é usado para actividades intuitivas e artísticas e para a orientação espacial.

Isto explica por que é tão difícil conduzir e ao mesmo tempo falar ao telefone. De maneira a prestar atenção à estrada e ao trânsito, o motorista tem que ir passando alternadamente de um hemisfério para o outro, o que provoca grande perturbação.

OS CAMPOS DE ATRACÇÃO DO SUBCONSCIENTE

Nos casos raros onde ambos os hemisférios estavam a trabalhar igualmente juntos, John Diamond descobriu que a pessoa exibia uma criatividade que ele denominou como a funcionalidade mais alta de um ser humano.

David Hawkins descobriu ser a kinesiologia uma avenida fascinante para o desconhecido, e ele começou a intuir o que ele chamou de “campos de atracção no subconsciente”. Campos de Atracção são aquilo a que Carl Jung chamou arquétipos. Eles são criados pelos esforços de grupo de milhões de mentes no inconsciente colectivo e geram uma fascinação para as pessoas por causa do seu tamanho cumulativo.

O POTENCIAL DA KINESIOLOGIA

Justamente quando a sua actividade terapêutica se tornou excessiva, com cinquenta terapeutas e outros empregados a trabalharem para ele, Hawkins abandonou tudo por uma vida de pesquisa. Em vez de tratar um paciente de cada vez, Hawkins quis descobrir como todos poderiam ser ajudados pela promessa e pelo potencial da kinesiologia.

A sua pesquisa, durante vários anos, provou conclusivamente a mesma coisa que as novas físicas teóricas estão a começar a dizer: que tudo no universo está conectado. Com a kinesiologia, ele confirmou que, para qualquer pergunta que for feita, se houver uma resposta em algum lugar do universo, ela chegará até si.

CALIBRAR OS NÍVEIS DE CONSCIÊNCIA

Ele também montou um sistema de calibração dos níveis de consciência humana. Atribuindo os números de 1 ao infinito como uma possível escala de valores de consciência, ele logo percebeu que teria que utilizar o logaritmo dos números, em vez dos números simplesmente. Isto é porque o poder da consciência a níveis mais altos é muito vasto se comparado com o poder da consciência a níveis mais baixos.

Quando se utiliza um sistema logarítmico de base-dez, o número 4 não é apenas duas vezes maior que o número 2. O logaritmo de 4 é 10.000 contra o valor do logaritmo de 2 que é só 100. Um nível de consciência de 300 não é apenas duas vezes maior que o nível de 150, o nível de 300 significa 10 elevado a 300; ou seja, o número 1 com 300 zeros depois dele!

O NÍVEL CRÍTICO DE CONSCIÊNCIA

Além disso, Hawkins descobriu que o nível de consciência de 200 é um nível crítico. Uma média global de 200 ou mais é necessário para sustentar a vida neste planeta sem que ele afunde em uma eventual autodestruição. Desde meados dos anos 80, ele informa que a média global da humanidade na sua escala, subiu um pouco acima do nível 200 crítico. Isto, é claro, representa uma outra descoberta que confirma a existência de uma mudança em curso no nosso nível de consciência.

Ele começou então a cogitar sobre quantas pessoas de mais alto nível de consciência estariam compensando as pessoas que vivem abaixo do nível crítico de 200. Por exemplo, considere que 800 milhões de pessoas no mundo têm fome, com muitas delas vivendo num nível próximo da miséria total. A consciência num estado de desespero atinge apenas um nível de 50 na escala. Até mesmo a raiva e o ódio atingem um nível mais alto de frequência que a depressão profunda experimentada por aqueles que vivem sem perspectivas de esperança.

Portanto, aqui estamos, no planeta Terra, uma humanidade colectiva, nadando duramente através da vida para tentar manter o nosso queixo colectivo acima do nível crítico de 200, trabalhando pelo dia em que a fome e o desespero serão erradicadas de uma vez por todas do nosso mundo." (...)

(Continua no post seguinte)

Imagens: Christopher Vacher

SERVIR É ELEVAR O NOSSO NÍVEL DE CONSCIÊNCIA

"O que podemos fazer para ajudar? Conforme elevamos o nosso nível de consciência, contribuimos cada vez mais para a qualidade espiritual da mente global. Portanto, o nosso maior serviço à humanidade é, paradoxalmente, o desenvolvimento da nossa própria consciência.

Como exactamente é que isso pode ajudar o mundo? Voltando à
ciência moderna e aos seus sistemas de numeração, juntamente com a preferência de hoje para resumos explicativos muito práticos, aqui está o resultados dos testes.

Um indivíduo com um nível mais alto de consciência compensa o peso de muitos, muitos indivíduos que estão abaixo do nível crítico de 200. Abaixo do nível 200 estão os campos de atracção da vergonha, culpa, apatia, aflição, medo, desejo, raiva e orgulho. Bem no nível 200 crítico vem a coragem e a sua habilidade para fortalecer o ego, para o retirar da condição de vítima inerente às mais baixas frequências.

A um nível de 300, uma pessoa elevou-se acima de muitas emoções de conflito para alcançar um certo estado de não-julgamento e sentir optimismo. Ao nível de 300, uma pessoa, dentro da mente global, compensa o peso de um total incrível de 90.000 pessoas que estão abaixo do nível 200. Tal é o poder de estados mais altos de consciência.

A um nível de 400, o indivíduo alcança uma atitude um pouco mais harmoniosa que traz aceitação e perdão. Além disso, ele ganha um raciocínio mais aperfeiçoado que traz compreensão e significado para a vida. Este não é um nível difícil de alcançar. Por exemplo, a perseguição do objectivo de um ensino superior e de uma profissão funciona ao nível 400, onde uma pessoa compensa o incrível peso de umas 400.000 pessoas que estão abaixo do nível 200.

Para alcançar o nível de 500, uma pessoa precisa de estar espiritualmente consciente. A este nível, o amor incondicional e o perdão incondicional ficam mais vivos e bem mais encaixados na nossa realidade. Aqui, uma pessoa contrabalança 750.000 pessoas que são abaixo do nível 200.

Quando uma pessoa praticou meditação longa e diligentemente o suficiente para atingir consciência de felicidade ao nível 600, ela está, naquele momento, contrabalançando 10 milhões de pessoas abaixo do nível 200.

Será preciso uma razão mais forte para desenvolvermos as nossas faculdades interiores? Veja apenas o nível maravilhoso de serviço que cada avanço no nível de consciência traz ao nosso mundo.

E tudo isto apenas por ser o que se é, e por aquilo em que nos podemos tornar. Antes mesmo de começar a ajudar as pessoas fisicamente, ajudemos a fazer do mundo um lugar melhor através do nosso apoio e acção directa. Este nível maravilhoso de serviço é o efeito directo do nosso nível de consciência num mundo que tem sentido uma enorme fome, por tanto tempo, de pensamento espiritual e de energia espiritual."

Um excerto do livro, "The Shift: The Revolution in Human Consciousness" de autoria de Owen Waters, Editora Infinite Being News, disponível na Amazon.com

http://www.shemsu-hor.com.br/graus-de-consciencia.htm

Imagem: Sandrine Gestin

domingo, 13 de julho de 2008

O EU SUPERIOR


"Há inúmeras ferramentas poderosas: afirmações, dizer sim ao universo, pensamento positivo, assumir a responsabilidade, decisões de Não-Derrota, escolher amor e confiança, aprender a dar e outras. A razão por que se trata de ferramentas poderosas é o facto de abrirem um espaço dentro de nós que, quando aberto, nos permite sentir "realizados".

O EU SUPERIOR

Este espaço dentro de nós recebeu já uma multiplicidade de nomes, alguns dos quais são: Eu Superior, Eu Pessoal, Superconsciente, Consciência Superior e Eu Divino. Gosto do termo EU SUPERIOR simplesmente porque implica a transcendência dessa parte de nós que repisa as coisas insignificantes que causam medo, ódio, carência e todas as outras formas de negatividade. Traz-nos à ideia um novo plano de exigência que pouco tem a ver com os aborrecimentos e lutas do dia-a-dia.


UM CONTENTOR DE VERDADES SUBLIMES

Alguns psicólogos acreditam na existência de um Eu Superior e na influência que pode exercer sobre o indivíduo. Alguns referem-se ao seu trabalho com o Eu Superior como "Psicologia Elevada". Outros como "Psicologia Transpessoal". Há também muitos educadores e metafísicos cujo trabalho envolve o campo do Eu Superior.
Estes estudos sugerem que o Eu Superior é capaz de um elevado grau de sensibilidade no sentido de atingir uma corrente harmoniosa no universo. É o contentor de muitas virtudes sublimes - criatividade, intuição, confiança, amor, alegria, inspiração, aspiração, carinho, doação - tudo o que nós, no nosso coração, gostaríamos de experimentar.

SENTIR-SE FORA DE ROTA

Muitos de nós parecem procurar algo "algures por aí" para completar as suas vidas. Sentimo-nos alienados, sozinhos e vazios. Não interessa o que fazemos ou temos, nunca nos sentimos preenchidos. Este sentimento de vazio ou intensa solidão é o sinal que nos avisa de que estamos fora de rota, e que necessitamos de corrigir a nossa direcção. Pensamos frequentemente que a correcção reside num novo companheiro, casa, carro, emprego, etc. Não é assim.

A DIVINA NOSTALGIA


Creio que aquilo que todos de facto procuramos é esta essência divina em nós. Quando estamos longe do nosso Eu Superior, sentimos aquilo a que Roberto Assagioli tão adequadamente chamou "Divina Nostalgia". Quando temos essa sensação de estar perdidos, ou fora de rota, o que temos de fazer para encontrar o caminho de regresso a casa é simplesmente usar as ferramentas que nos coloquem em sintonia com o nosso Eu Superior - e assim permitir que os sentimentos positivos voltem a fluir.

Pode perguntar, "Onde esteve escondido este Eu Superior toda a minha vida?" Ouvimos muitas vezes a expressão "corpo, mente, espírito". O espírito, que envolve o Eu Superior, perdeu-se de algum modo no caminho. Até agora há relativamente poucos locais onde se ensina algo sobre o Eu Superior . Por isso não é de surpreender que nos concentremos quase exclusivamente nos nossos aspectos intelectuais e físicos. Na verdade, muitos de nós não têm consciência de que temos uma parte espiritual.

Acrescente-se a isso o facto de muitas pessoas nem sequer gostarem da palavra "espiritual". Desligam no minuto em que é mencionada. A razão deve-se ao facto de confundirem "espiritual" com religião e Deus. Para aqueles que não são religiosos, a palavra "espiritual" implica um desligar.

O modo como eu uso a palavra é aceitável, quer você seja religioso ou ateu. Quando falo do espiritual, falo do Eu Superior, o espaço dentro de nós que é terno, amável, abundante, alegre e todas aquelas outras qualidades que referi atrás. Acredite quando lhe digo que se não descobrir, consciente ou inconscientemente, esse espaço espiritual, experimentará um descontentamento perpétuo."

Susan Jeffers, Apesar do Medo

Imagem 1: Herman Smorenburg, The Meeting, 2005
Imagem 2: Google

quinta-feira, 10 de julho de 2008

O meu blogue faz hoje um ano!


Pois é, foi a 10 de Julho de 2007 que publiquei o meu primeiro texto. A vocação/ideia inicial era o Método Louise Hay. Acho que nunca deixei de estar no espírito, embora à primeira vista possa por vezes não ser óbvio. Mas foi sempre a perspectiva do desenvolvimento pessoal que tentei adoptar aqui. Não sei se a mensagem passou muito para os outros, mas sei que o meu próprio desenvolvimento pessoal foi enorme graças ao meu blogue e a todas as minhas vizinhas e vizinhos da blogosfera que me ajudaram a alargar horizontes e a crescer e expandir, às pesquisas que fiz, aos sítios onde fui parar. Também aos comentários, às críticas e aos incitamentos.

Começou pela sensação de ter voz própria e de a lançar aos sete ventos. Lembro-me do quase pavor das primeiras postagens, do desconforto, de acordar de manhã e de vir a correr apagar coisas que tinha postado na véspera... Temia a exposição excessiva, a vibração dissonante... Enquanto mulher, milénios de silenciamento, memórias atávicas da caça às bruxas fizeram-me por vezes desejar ir lá ao sítio onde está escrito “excluir blogue” e pronto. Mas resisti, e o processo continuou o seu curso até hoje. Ainda agora há matérias mais desconfortáveis – ai o
Sexo e a Cidade!... Ai o pavor da polémica, do desacordo, do desacerto... Mas vamos em frente.
Até
porque o mundo não vai abaixo quando dizemos a nossa verdade... Ao outro dia vamos à nossa vida e a única coisa que de facto acontece é que nos vemos cada vez a ter maior segurança e confiança em nós e nos nossos julgamentos. Se estiverem errados, logo se dá por isso.

Então, um abraço do coração para todas e todos aqueles que estiveram e estão comigo nesta (a)ventura.

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Rosas recebidas da Margarida Neto

domingo, 6 de julho de 2008

O Príncipe da Paz

Jesus, pintado por Akiane Kramarik, aos 8 anos. Ela procurava um modelo para o rosto de Jesus, até que um dia este carpinteiro bateu à porta de casa dos seus pais, procurando trabalho...

Vídeos

sábado, 5 de julho de 2008

A Rainha Santa Isabel


4 de Julho, Coimbra, com a Ana, o Carlos, a Isabel e a Vicência: missa na igreja do Convento de Santa Clara - "Pela Paz nos reconhecereis, pela vossa Alegria vos reconheceremos.”
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A história:

"No Inverno de 1269/1270 nasceu na corte de Aragão uma princesinha, neta do poderoso rei Jaime I, o Conquistador, senhor de Aragão e da Catalunha, de Maiorca, de Montpellier e do condado do Russilhão. A pequena princesa era filha do infante D. Pedro, que iria subir ao trono como Pedro III, o Grande, e de D. Constança, filha de Manfredo da Sicília e neta do Imperador Frederico II da Alemanha. Pelos seus pais a infanta descendia de várias casas reais da Europa. E porque D. Pedro tinha uma tia, que Roma reconhecera como santa - Santa Isabel da Hungria(3) - recebeu a princesa o nome de Isabel: Isabel de Aragão. Muito jovem ainda seria rainha de Portugal.

A primeira infância passou-a com o seu avô, o rei D. Jaime, que a escolhera entre todos os outros netos. Era para ele "a melhor dona que sairia da casa de Aragão". Desde pequena a princesa parecia fadada para misteriosos destinos: nascera totalmente envolta por uma película, que sua mãe guardara numa caixa de prata que conservava nas suas arcas. Quando Isabel tinha cerca de 11 anos, reinava já seu pai, foi por ele acordado o casamento com o jovem rei de Portugal. As negociações foram longas. D. Dinis foi escolhido entre vários pretendentes. Custava a D. Pedro separar-se daquela filha. Assim pelo menos ela "sairia de sua casa como rainha".

(...)

Morreu em Estremoz, com cerca de 66 anos, no dia 4 de Julho de 1336, de uma doença súbita surgida no momento em que se dirigia para a fronteira em missão de pacificação entre o filho, D. Afonso IV, e o neto, Afonso XI de Castela. Contra o parecer de todos, D. Afonso quis cumprir a vontade de sua mãe de ser sepultada no mosteiro de Santa Clara. A longa transladação fez-se sob o sol ardente de Julho e, para espanto de todos, apesar dos grandes calores que se faziam sentir, o ataúde exalava um perfume tão suave que "tão nobre odor nunca ninguém tinha visto", assim se lê na primeira biografia.

Este texto, de natureza hagiográfica, procura demonstrar a santidade de D. Isabel de acordo com o paradigma das santas rainhas que se santificaram pelas virtudes da piedade, da caridade e da humildade. O autor anónimo recorda assim inúmeros actos de devoção e piedade cristã (jejuns, abstinências, vigílias e dádivas frequentes a mosteiros e igrejas) e exalta particularmente as virtudes da caridade e da misericórdia.

E escreve:

… e por qualquer lugar onde fosse não aparecia pobre que dela não recebesse esmola (…) E em cada quaresma fazia grandes esmolas a homens e a mulheres envergonhados; e no dia que se diz Ceia do Senhor lavava a certas mulheres pobres e leprosas os pés, e lhos beijava, e vestia-as e dava-lhes de calçar e contas por amor de Deus.

Desta primeira biografia podem também inferir-se uma invulgar cultura - D. Isabel "lia muito bem em latim e em linguagem" -, conhecimentos médicos e também excepcionais capacidades administrativas e habilidade política, que os dois testamentos, as cartas pessoais e outras fontes coevas testemunham. A sua intensa actividade diplomática e a sua intervenção pacificadora nos sucessivos conflitos abertos nas casas reais peninsulares, bem como a sua preocupação com a administração e jurisdição dos seus senhorios, puderam ser melhor conhecidas com a publicação do numeroso conjunto de cartas pessoais. Diversos documentos confirmam, igualmente, uma impressionante obra social. Fundou, entre outros, o Hospital dos Meninos Inocentes de Santarém, o Hospital de Leiria, o Hospício dos Pobres junto dos paços de Santa Clara e o Hospital de Velhas Inválidas em Coimbra. Criou várias albergarias como as de

Estremoz, Alenquer e Odivelas. Fundou ainda as Gafarias de Óbidos e de Leiria e o Recolhimento para Regeneração das Desgraçadas de Coimbra. Todos foram recordados nos seus testamentos.

As primeiras manifestações da devoção e do culto da Rainha Santa Isabel iniciaram-se logo após a sua morte. A longa jornada do Alentejo até Coimbra, que durou sete dias e sete noites, a que acorreu gente de todo o lado e em que começaram a circular rumores de prodígios e milagres, vai constituir o primeiro momento na formação do culto religioso e também do mito isabelino que dele deriva. Seguir-se-ão as exéquias no convento de Santa Clara em que o entusiasmo do povo foi tal que se receou pela segurança do ataúde. Desses dias datam as primeiras narrativas de curas milagrosas que irão fazer parte dos autos de canonização. Aí se inicia a devoção popular e religiosa da "Rainha Santa".

Iniciado em Coimbra como culto privado no convento de Santa-Clara, o culto da Rainha Santa vai rapidamente alcançar as proporções de culto público, reconhecido pelo Papa Leão X no reinado de D. Manuel, embora ficando restrito à diocese de Coimbra. Contudo, e apesar da insistente pressão diplomática dos reis de Portugal, só no tempo de Filipe IV de Espanha o papa Urbano VIII procederá, finalmente, à canonização da rainha. A 25 de Maio de 1625, depois de um longo período de preparação dos autos que terminou com a abertura do túmulo e a visita do corpo pelos juízes nomeados por Roma, Isabel de Aragão passou a integrar o cortejo dos santos da liturgia católica e o seu culto alargou-se a toda a Cristandade. Foi grandiosa a cerimónia da canonização, para o que contribuiu largamente a liberalidade do delegado português. Para ela foi construído em materiais efémeros, mas em tudo semelhante àquele que hoje se contempla na basílica de S. Pedro, o célebre baldaquino de Bernini, o grande arquitecto do barroco italiano." (...)

http://www.aaaio.pt/public/ioand206.htm

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A Introdutora do Culto do Esp
írito Santo

"A Rainha Santa Isabel e o Rei D. Dinis ficam ainda associados à história de Portugal pela introdução do Culto do Divino Espírito Santo e pela institucionalização da língua portuguesa como oficial e ensinada nos Estudos Gerais ou Universidade laica portuguesa. A língua enquanto elemento fundamental da nacionalidade, o culto do Paraclético enquanto vivência espiritual própria e algo «independente» de Roma. O cristianismo português afastava-se da ortodoxia da Igreja católica."

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André Louro de Almeida: "Portugal é o local de ancoragem do Conselho da Mãe do Mundo"

"A Irmandade de Sabedoria de LYS é formado por Energias e Seres de vários pontos do Universo, incluindo Inteligências Espirituais de Sirius e de Orion, bem como de Seres pertencentes ao Ciclo Terrestre e que, no passado, realizaram tarefas na superfície, alguns participando em Ordens Religiosas ou em pontos-chave de certos momentos históricos.

É o caso de AURIAHNE, conhecida na superfície como Isabel, a Rainha Santa."

O CONSELHO INTERNO: Composto por doze Energias. Representam a Vida Iniciática de LYS, a sua Energia de Coesão. Entre estes doze encontram-se Energias que foram conhecidas na superfície como ANTÓNIO e BERNARDO.

Também AURIAHNE (Isabel) pertence a este conselho. Estes seres são pura Energia de Coesão.



“Sois condutores de Energia Cósmica, sois como estafetas, transportando a Chama do Despertar Monádico. Sois
ondas do mesmo Rio, folhas da mesma árvore, frutos da mesma Colheita. O Reino Azul convida-vos e aguarda a vossa chegada.

Pela Paz nos reconhecereis, pela vossa Alegria vos reconheceremos.”

http://iridia-lumina.org/Lys-CivIntra.html

Imagens: Google

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Os dez mandamentos da prosperidade

Enviado pela Isabel Refacho:

De que prosperidade falamos?


O primeiro grande ensinamento dos dez mandamentos responde: falamos primeiro da necessária prosperidade (riqueza) interior: “que se passa lá fora tem a ver com o que se passa cá dentro”.

A riqueza é o retrato da mente.

Não olharás para nenhuma outra Fonte para teu suprimento a não ser DEUS. Com Fé em Deus não tememos nenhum mal. A pobreza, antes de mais, é falta de Fé. Não há benefícios espirituais decorrentes da pobreza. Confiar e aceitar - na Natureza não há limite para a riqueza. Olhemos para a biodiversidade que nos rodeia: onde está a limitação? Onde está a pobreza? Não está.

Não farás nenhuma imagem mental de carência. O pensamento cria, pobreza ou riqueza. Ou melhor, a mente é criativa e o pensamento é a sua acção. É como uma carruagem de um comboio (a mente), que leva alguma coisa (pensamento) a algum lado. O que queremos transportar no nosso pensamento? Pobreza ou riqueza?

Não pronunciarás palavras de carência ou limitação. Controlamos os nossos pensamentos. E as nossas palavras? Elas controlam-nos. As leis da mente operam através das palavras. Não usar o nome do Eterno de forma profana (profano: rebaixar por uso erróneo, indigno ou vulgar; tratar (algo sagrado) com abuso, irreverência ou desprezo). O sábio aprendeu que a vida é como um eco: o berro enviado sempre retorna. Evoca o poder da palavra tanto através da negação como da afirmação.

Tu deixarás ir e deixarás Deus agir. A sequência é: oração, trabalho, descanso. Há uma parte nossa e outra de Deus. Depois da nossa parte feita, devemos descansar em paz, Deus fará a Sua própria parte. O sentimento de parceria com Deus é essencial para toda a vida bem sucedida. Façamos a nossa parte e pratiquemos a “não interferência no trabalho de Deus.”

Tu conduzir-te-ás honradamente com Deus e com todos os instrumentos humanos através dos quais o bem de Deus é manifestado em ti. Isto é, toda a acção ética é baseada em justiça, honestidade e cooperação. A acção correcta em relação aos semelhantes. Estamos constantemente aceitando dádivas. Como retribuímos? Toda a propriedade é de Deus e a administração do homem. Em muitos textos antigos está escrito que a semente da prosperidade é o dízimo, ele incrementa o suprimento de Deus na vida do Homem.

Não tirarás a tua riqueza para fora de circulação. Isto é: “tu não matarás.” A água pura circula. A água estagnada degrada-se. Não podemos ter um corpo são sem uma boa circulação. Assim é com a riqueza, ela deve circular livremente. A circulação é o segredo do crescimento, se pretendemos prosperar, tem de haver circulação não só de ricas ideias na mente mas também da riqueza que é a ilustração destas ideias. Há uma contínua acção de receber e doar num ciclo infinito.

Não degradarás a tua riqueza com uso negligente ou mau. Isto é: “tu não cometerás adultério”. Como toda a Verdade essencial, o ideal de pureza precisa de ser trabalhado tanto na acção externa como interna. A palavra adultério tem a mesma raiz que adulterar que significa adicionar uma substância pobre ou imprópria. Toda a natureza ensina o equilíbrio. A riqueza é um símbolo da abundância de Deus e como tal é uma Bênção sagrada e deve ser tratada como tal.

Não buscarás seja o que for de graça. Paguemos pelo que recebemos. O benefício do que recebemos deve ser retribuído a alguém, linha por linha, feito por feito, centavo por centavo. Quanto vale estarmos reunidos em Grupo em busca da Verdade? O que damos em troca? Se não gostamos do que estamos recebendo da vida precisamos de reflectir cuidadosamente sobre aquilo que estamos dando à vida. Dá e ser-te-á dado.

Não darás falso testemunho contra a fonte da tua riqueza. Todo o mal é a incorporação de uma falsa crença na mente. Se aceitamos “eu sou pobre” essa mentira tomará lugar. Cada vez que falamos/assumimos pobreza estamos dando falso testemunho da riqueza do Universo. É a Natureza pobre? Porque alimentamos falsamente a ideia de pobreza? Em todo o problema de suprimento a resposta está na Verdade e não na mentira.

10º Não te limitarás cobiçando aquilo que pertence a outrem; reivindicarás o que é teu. Quando cobiçamos é porque duvidamos do justo suprimento daquilo que nos pertence. O desejo do que nos pertence é sempre a primeira indicação de algum bem que Deus reservou para nós. A energia primordial move-se em irresistível poder para manifestar o desejado. Passamos a vida com receio de que o nosso vizinho nos tire o que é nosso. Devemos mudar e, antes, estar atentos ao que estamos tirando ao vizinho.

Os primeiros quatro Mandamentos têm a ver com a acção recta em relação a Deus, os últimos seis com a acção recta em relação ao homem.

Tudo podemos. A escolha é, exclusivamente, de cada um.

(Resumo de Carlos Cupeto)

terça-feira, 1 de julho de 2008

ENCONTROS NO FEMININO

Esclarecimento: O "meu livro" é na verdade de mais 29 autoras...

As Meninas Boazinhas Vão para o Céu, as Más Vão à Luta...


Ute Ehrhardt

Alemã de origem, é formada em psicologia

e, além de sua prática psicoterapêutica,

possui uma larga experiência de trabalho

nas áreas de formação e em consultoria

psicológica no mundo empresarial.

"Na minha obra procuro mostrar pq

as mulheres bem comportadas

não chegam a lado nenhum,

descrevendo as diferentes maneiras

que possibilitem às mulheres passar de pessoas:

· resignadas e bem comportadas a pessoas alegres e capazes de assumir uma resistência despreocupada...

· que permitem às mulheres resolver a contradição entre a acção orientada para o benefício próprio e o convívio equilibrado com os outros...

· explicar igualmente a posição que a Nova Mulher deve ter no seu conflito entre a dependência e a autodeterminação. As mulheres podem manter um equilíbrio na vida e exercer os seus direitos com consciência e boa disposição. Podem ser fortes sem tornar difíceis as suas relações e amizades."

Alguns livros da Ute Ehrhardt

* As Boas Raparigas Vão pró Céu, As Más Vão Para Todo Lado

* A Cada Dia Menos Boazinha

* As Mulheres São Simplesmente Melhores

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As Boas Raparigas Vão pro Céu, As Más Vão Para Todo Lado

Apresentação da edição portuguesa:

"Algures entre uma fraca auto-estima e atavismos adquiridos na infância, reside a razão porque tantas mulheres, ainda hoje, preferem renunciar aos seus objectivos pessoais e permanecer na sombra.
Ute Ehrhardt, que detém uma longa prática de psicoterapia, propõe dois modelos explicativos para esse estado de coisas: passividade e auto-condicionamento, resultantes de modelos mentais ultrapassados.
Há que ser optimista, as coisas podem mudar! A autora propõe uma série de estratégias capazes de ajudar as "boas raparigas" a libertarem-se do "bom comportamento", afirmando de forma adulta e positiva
os seus objetivos e interesses."

Lealdade Feminina