terça-feira, 20 de maio de 2008

A teoria de Sheldrake


“De acordo com este cientista, cada corpo presente no universo teria o seu próprio campo mórfico, eles actuam como campos magnéticos mas atravessam tempo/espaço e por isso não perdem intensidade com o aumento da distância.

Esses campos moldam a forma e o comportamento de todos os sistemas do mundo material; mais que isso, é ele que faz com que um sistema seja um sistema e não um amontoado de partes. Outra semelhança com campos magnéticos seria o facto de não podermos percebê-lo directamente, mas somente através dos seus efeitos.

Presentes em tudo, dos átomos às galáxias, esses campos distribuem-se através do tempo/espaço conectando todos os sistemas individuais que tenham associações entre si.


Origem dos Campos Mórficos

O conceito de campos morfogenéticos foi criado nos anos 20, para explicar como células iguais crescem e se transformam em partes diferentes de um organismo, como orelhas, mãos, etc., omissão que permanece na ciência reducionista.

Segundo este conceito, o ADN não contém uma memória genética ou um mapa de crescimento para essas células, mas sim a capacidade de sintonizar campos mórficos já existentes, onde estão registadas as nossas impressões de acontecimentos passados. Ele conecta os campos mórficos da sua espécie e, assim, tem à sua disposição a memória colectiva de todo o grupo, onde colhe informações para o seu desenvolvimento. No século 19, Helena Blavatsky já descrevia sob o nome de akasha, ou luz astral, a ideia de uma essência espiritual do mundo físico que continha modelos predefinidos das espécies. Ao elaborar a sua teoria, Sheldrake apenas ampliou o campo de actuação dessa funcionalidade para todas as áreas da natureza.”

http://www.rizoma.net/interna.php?id=150&secao=mutacao

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